segunda-feira, 8 de março de 2010

Cronograma de Atividades 2010

Mês de Novembro


05 á 07-Calebecamp
07 -Domingo - Casa Aberta - Natal
12 á 14 -Retiro do Ministério da Mulher
20- Sábado - Seminário I Para Novos Conversos - Distrital - Jornada Espiritual  - Distrital                           
26/NOV á 05/DEZ - Colheita da Esperança                                     

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Adventistas e Muçulmanos:Cinco Convicções

Há três anos, o pastor Jan Paulsen, presidente da Associação Geral, pediu que eu trabalhasse no desenvolvimento das relações inter-religiosas com líderes das grandes religiões do mundo. Uma vez que os adventistas são dezessete milhões em mais de duzentos países, isso faz sentido – e, realmente, é isso que nossa missão requer − que nos esforcemos para compreender a fé de outros povos, para que possamos compartilhar com eles os nossos valores e a esperança no retorno de Jesus.

Durante esses três anos, tenho me concentrado em fazer contatos com líderes muçulmanos. Lenta, mas regularmente, várias convicções criaram raízes profundas em minha mente.
  Construindo Blocos 
Primeiro, o Senhor está preparando o mundo muçulmano para Sua segunda vinda.   Há alguns meses, recebi uma mensagem totalmente fora do meu quadro de referência: um xeique, líder espiritual de muitos milhares de muçulmanos em vários países, afirmou que Deus havia lhe dado uma visão sobre os adventistas. Ele fez contatos com alguns adventistas leigos e agora estava pedindo para se encontrar com líderes da Associação Geral. O que o levou a fazer tal pedido?
Após me consultar com o pastor Paulsen e outras pessoas, foi decidido que alguns de nós, da sede mundial, deveríamos atendê-lo, esperando entrar em sérias discussões, se eles permitissem. Para me preparar para tal encontro, fiz uma viagem para conhecer o xeique. As nove horas gastas com ele, ao longo de dois dias, foram, para dizer o mínimo, memoráveis.
Logo no início do período que passamos juntos, o xeique me convidou para ir à sua casa. Desde o primeiro momento, estabelecemos um relacionamento bom e amigável. Estando nós dois, apenas, sentados em sua sala, quase que imediatamente ele fez uma pergunta a queima-roupa: �
Muslims quickly size up a person.  If they find that he or she is honest and genuine, the respond in kind.
“− Você acredita na segunda vinda de Jesus?
− Sim − respondi.
  – Quando Ele virá?    – Em breve.   “– Mas quão breve?    “– Em breve. Nós, adventistas, não marcamos data para a Segunda Vinda, mas cremos que será em breve.   − Você acha que Jesus voltará neste século?   − Eu não sei. Pode ser que Jesus volte muito antes do que muita gente, inclusive os adventistas, espera.    − Eu creio que Jesus voltará neste século − disse ele. − Nos escritos sagrados, encontro uma série de sinais que indicam quando Ele voltará, e quase todos os sinais já se cumpriram.   Conversamos, por duas horas, sobre o retorno de Jesus. Ali estava alguém que, não apenas cria na Segunda Vinda, mas cria apaixonadamente. Na visão do xeique, o mundo de hoje é uma terrível confusão que se agrava a cada dia; somente o retorno de Jesus pode consertar as coisas. .   No dia seguinte, o xeique e eu nos encontramos para considerar que assuntos deveriam ser a base da discussão com o grupo maior. Quase imediatamente concordamos na Segunda Vinda. Decidimos solicitar aos dois lados que preparassem pequenas dissertações sobre o tema geral da volta de Jesus, sobre os sinais da Segunda Vinda e sobre o anticristo. Então, chegou o momento pelo qual eu estava esperando.�
− Senhor − perguntei −, é verdade que o senhor recebeu uma visão sobre os Adventistas do Sétimo Dia?
− Não apenas uma, mas três – foi sua resposta. – As três continham a mesma mensagem: os Adventistas do Sétimo Dia são o verdadeiro Povo do Livro (um termo do Corão, designando os seguidores de Alá, que não são muçulmanos). Os Adventistas já são o povo de Deus, por isso, não tente convertê-los. Ao contrário, trabalhe com eles.
Algumas semanas mais tarde, foi convocada a reunião com o grupo maior. Mais uma vez o xeique abriu as portas de sua casa para o início do período em que estaríamos juntos. A hospitalidade e a simpatia foram insuperáveis enquanto participávamos de um generoso banquete. Quando começamos a apresentação dos trabalhos que havíamos preparado, o nível de interesse foi intenso; os muçulmanos absorviam cada palavra de seus convidados adventistas. A avidez e a expectativa foram palpáveis naquela noite e no dia seguinte.
Vários meses se passaram desde que nos reunimos com os muçulmanos. Ainda estou processando aquele evento, tentando descobrir o seu significado e o que o Senhor tem em mente para a Sua igreja. Foi um acontecimento extraordinário. A avidez para aprender mais e a fervorosa crença de que Jesus voltará em breve despertaram em mim o desejo de encontrar tal espírito entre meus irmãos e irmãs adventistas.
Sim, há importantes diferenças de compreensão a respeito do retorno de Jesus. O básico, porém, o fato essencial, permanece: um grande número de muçulmanos aguarda a volta de Jesus, e para breve.
O Que Temos em Comum
Passo agora para uma segunda convicção: os adventistas do sétimo dia estão excepcionalmente bem posicionados para levar o evangelho aos muçulmanos.   Os adventistas têm as seguintes vantagens sobre outros cristãos para levar as boas novas aos muçulmanos:   O lugar das Escrituras. Baseamos nossas práticas e crenças na Bíblia e na Bíblia somente. Essa devoção e lealdade à Palavra revelada impressionam os muçulmanos, que creem que o Corão é a revelação de Deus.   Estilo de Vida. Nossa abstinência de carne de porco e álcool é uma boa surpresa para os muçulmanos que não estão acostumados a associar os cristãos a essas práticas. Isso significa que cristãos e muçulmanos podem participar de uma refeição juntos, sem apreensões – fator importante para se estabelecer as bases de um relacionamento. Além dessas práticas, a ênfase adventista na simplicidade e modéstia soa sincera aos muçulmanos, cuja religião é praticada nas 24 horas dos 7 dias da semana.
Preocupação com os últimos dias. O assunto do juízo final, a segunda vinda de Jesus e a ressurreição desempenham um papel importante no pensamento islâmico. Para muçulmanos sérios, toda 
a vida é vivida em função do julgamento final. Seus ensinos diferem 
dos nossos em importantes aspectos, mas o pensamento Central é comum e apresenta-se como oportunidade para que os adventistas ofereçam uma instrução esclarecedora de sua compreensão.
O sábado. O Corão menciona o sábado e sob um aspecto positivo; ele não menciona o primeiro dia da semana como o dia de culto. Nossa observância do sábado, estampada em nosso próprio nome, nos distingue como obedientes à revelação divina.   Conflito cósmico. Os muçulmanos compreendem que os acontecimentos na Terra têm como pano de fundo uma luta cósmica entre o bem e o mal, em que Lúcifer, Satanás e os seres caídos desempenham papel importante.   Esse quadro geral tem paralelos óbvios, associado a diferenças importantes, como a compreensão adventista do grande conflito entre Cristo e Satanás.  A Criação. Tanto muçulmanos como adventistas creem na doutrina da criação e rejeitam a teoria da evolução.
Saúde. Os muçulmanos têm muito interesse na saúde e no estilo de vida saudável. Os adventistas e muçulmanos facilmente fazem parceria para melhorar a qualidade de vida. No Oriente Médio, os adventistas administram uma série de hospitais e clínicas em países muçulmanos, e o Centro Médico da Universidade de Loma Linda tem parceria contínua com o Reino da Arábia Saudita e com o Afeganistão.
Relação com Israel. O fato de que, como igreja, os adventistas se recusam a se identificar com qualquer lobby geopolítico é uma enorme vantagem para o mundo muçulmano. Não fazemos parte do lobby pró-Israel: cremos na justiça para todos os povos, inclusive para israelitas e palestinos.
Um movimento de reforma. Compreendemos que nossa mensagem não é nova, mas um retorno aos ensinos da Bíblia. Estamos completando a reforma parcial iniciada por Lutero, Calvino e muitos fiéis do passado. Os muçulmanos também se consideram parte de uma obra de reforma.
Essas novas características adventistas nos colocam em uma posição única para estabelecer contato com os muçulmanos em todos os níveis e para avançar a divina missão a nós confiada. Não somos, porém, muito conhecidos no mundo muçulmano; na verdade, não somos nada conhecidos. Quando muçulmanos ouvem sobre os cristãos, pensam imediatamente em homens e mulheres consumidores de carne de porco, de álcool, de vida sem princípios e que são a favor de Israel.
Talvez nosso maior desafio em relação aos muçulmanos é ensiná-los sobre quem somos e o que defendemos. Quando isso for feito, a atitude mudará de descrença para admiração, apreciação e aceitação calorosa.
Quando me encontro com líderes muçulmanos, enfatizo o fato de que prefiro ser identificado como adventista em vez de cristão. Para os muçulmanos, o nome “cristão” leva em si associações negativas, associações que não caracterizam um adventista do sétimo dia. Por isso, prefiro evitá-las. E “adventista” sintetiza bem a identidade de quem somos, de nossa esperança no retorno de Jesus e a consciência do divino chamado para levar essa mensagem ao mundo.
Papel da Profecia
A terceira convicção resulta diretamente da segunda convicção: a profecia pode ser uma abordagem útil para despertar o interesse dos muçulmanos.    Esse tem sido o caso com o xeique e seus colegas. Embora o primeiro contato com os muçulmanos tenha vindo por intermédio de um ato espontâneo de bondade de um membro leigo adventista, o interesse subsequente veio por um indivíduo com o qual foram compartilhadas as profecias bíblicas, primeiro no lar de um muçulmano ajudado por ele e, posteriormente, a convite do xeique, na mesquita.
Na primeira noite na mesquita, um adventista abordou uma importante profecia para o mundo todo, incluindo o islâmico. Ele explicou por que nós, adventistas do sétimo dia, temos uma compreensão que o resto do mundo não tem. Enquanto falava das profecias da Bíblia, naquela primeira noite, os muçulmanos responderam sem reservas. Nas apresentações seguintes, ele seguiu o caminho convencional, começando com Daniel 2, e mais tarde, abordando o livro do Apocalipse.
As profecias são importantes na conversa com os muçulmanos, pois dão credibilidade à Bíblia. Embora o Corão aponte para a Bíblia, o muçulmano tradicional defende que ele está corrompido e grande parte o ignora.
Cuidado com o Preconceito
Uma quarta convicção diz respeito a mudanças que precisam ocorrer entre os adventistas: embora o Senhor tenha confiado a nós uma mensagem e um estilo de vida que é bem atrativo aos muçulmanos, devemos nos submeter a uma renovação significativa em nossas atitudes e em nossa vida espiritual, se quisermos que o Senhor nos use como é Seu propósito.
Os muçulmanos sofrem preconceito generalizado no Ocidente. Inevitavelmente, os adventistas também são afetados pelos sentimentos expressos pela mídia de massa. Como resultado, pastores e membros, principalmente, não se preocupam em trabalhar com muçulmanos; além disso, as congregações adventistas não estão prontas para recebê-los em seu meio. De fato, alguns adventistas têm preparado livros e DVDs que pintam o Islã com traços fortemente negativos.   Entre os estereótipos negativos e mitos sobre os muçulmanos a que nosso povo está sujeito, estão os seguintes:   O islamismo é uma religião violenta e a maioria dos muçulmanos é, portanto, propensa à violência. O islamismo tem um componente de violência que também pode ser encontrado em outras religiões. Esse componente, entretanto, representa apenas uma pequena percentagem dos muçulmanos. O Instituto Gallup realizou uma pesquisa maciça entre os muçulmanos de todo o mundo e entrevistou cerca de trinta mil pessoas. Os resultados mostraram que noventa e três por cento dos muçulmanos rejeitam a violência.    “Alá” é o nome de uma divindade pagã. Esse mito é rapidamente desmentido pelo simples estudo da etimologia. “Alá” é simplesmente o termo árabe para Deus, e era tanto usado 
por cristãos árabes, antes de Maomé, como o é hoje. Porque 
o Islamismo nasceu entre os árabes e o Corão foi escrito 
em árabe, inevitavelmente o nome “Alá” foi adotado para designar Deus.   Por causa de suas altas taxas de natalidade, os muçulmanos, em breve, superarão os cristãos em número, se tornarão a religião majoritária em vários países da Europa. Um DVD, que tem circulado amplamente, assustou alguns adventistas que aceitaram suas ideias sem subsídio. De fato, o DVD mostra a invasão sem violência do Ocidente pelos muçulmanos, por meio de grandes famílias, dominando a cultura, em pouco tempo. Apesar da apresentação gráfica, o argumento é falho. São dados coletados ao acaso, com suposições não comprovadas e que ignoram as evidências contrárias à sua tese. 
Prontos para a Renovação
A convicção final é, talvez, a mais surpreendente de todas: o fato de levarmos a sério nossa missão entre os muçulmanos tem o potencial de renovar e reformar a Igreja Adventista.   IAinda estou impressionado com a paixão do xeique pela Segunda Vinda e pelo seu senso de iminência. Eu me pergunto: Será que Deus está enviando um chamado ao despertamento do Seu povo adventista? 
O evangelismo adventista entre os muçulmanos só acontecerá quando nos humilharmos, permitindo que o Senhor amoleça nosso coração e derrube nosso preconceito. O Senhor precisa colocar dentro de nós um profundo amor pelos muçulmanos e um desejo ardente de vê-los conosco na caminhada para o Céu. Ele precisa fazer com que nossas igrejas os aceitem calorosamente e de braços abertos. Só Ele pode fazer isso. Tais mudanças significam uma Igreja Adventista renovada e reformada.
  Minha experiência com os muçulmanos é pequena, mas já testemunhei o poder do amor. O encontro com o xeique, que progrediu num ritmo tão surpreendente, estava enraizado num gesto generoso de um adventista que refletia abertamente o amor e a boa vontade. Tenho observado que os muçulmanos analisam rapidamente uma pessoa, e se julgam que ele ou ela é genuinamente honesto, respondem com bondade.   Recentemente conheci uma empresária adventista que sente a responsabilidade de trabalhar com muçulmanos. Isso nem sempre foi assim; de fato, ela cresceu não gostando desse povo, mas o Senhor mudou seu coração. Ela confidenciou que antes usava muitas joias, mas quando começou a se relacionar com os muçulmanos, por causa da ênfase que dão à modéstia, sentiu que deveria tirar suas jóias e, mais tarde, abrir mão delas.   Essa, talvez, seja uma parábola do que pode acontecer em grande escala com os adventistas, ao se relacionar com os muçulmanos. 
William G. Johnsson é assistente do 
presidente da Associação Geral para as relações interdenominacioais.

Fonte: Novo Tempo

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Compromisso Com o Sábado

Deus, a igreja e a sociedade precisam de seu compromisso
Lendo a revista Exame do mês de julho de 2009, encontrei um artigo que me chamou muito a atenção. A matéria dessa revista que é importante referência no mundo dos negócios, trazia o título: “O sócio cristão de Elie Horn”. Como não é comum essa abordagem relacionando religião e negócios, olhei com atenção e fiquei impressionado com o conteúdo.
Denise Carvalho, autora do texto (29/7/2009, p. 52), apresenta uma sociedade criada entre os empresários Fábio Cury e Elie Horn. Ao descrevê-los e apresentar seus negócios, ela diz: “Entre os empresários de ascendência árabe residentes no Brasil, o engenheiro Fábio Cury é, provavelmente, um dos menos religiosos… Embora tenha sido batizado, feito a primeira comunhão e casado na igreja, Cury faz parte do grupo dos autodenominados ‘católicos não praticantes’… Como tantos brasileiros, ele só pisa numa igreja hoje para assistir a missas de sétimo dia, batizados e casamentos. Mas nos últimos dois anos Cury se tornou rigorosamente obediente a determinados preceitos religiosos – não aos dele, mas aos do empresário sírio de fé judaica Elie Horn, dono da Cyrela, a maior incorporadora e construtora do país. Desde que Horn se tornou seu sócio, em 2007, Cury fez algumas adaptações na maneira de conduzir sua empresa. A principal delas diz respeito ao sistema de vendas. Da tarde de sexta-feira ao pôr do sol do sábado, assim como acontece na própria Cyrela, nenhum negócio é fechado. Nesse período, todos os 124 funcionários de Cury são proibidos de assinar contratos e receber cheques, mesmo correndo o risco — por sinal, alto — de perder a venda. No mercado imobiliário, 40% dos negócios são fechados aos sábados. ‘Fiquei preocupado por achar que perderíamos negócios’, diz Cury. ‘Mas deu certo. Os clientes ficam impressionados com a postura de respeito à religião e assinam o contrato nos outros dias’.”
Apesar de terem outra base religiosa, esses dois empresários moldaram seus negócios pela guarda do sábado. Especialmente Elie Horn, um dos grandes empresários do ramo imobiliário no Brasil, não abre mão da guarda do sábado. Fico pensando que ainda existem muitos outros, que nem conhecemos, e que também têm profundo respeito pelo sábado. Que lição para nós!
O ano de 2010 será nossa grande oportunidade de colocar o sábado no lugar em que Deus quer que ele esteja. Será um ano marcado pela proclamação do sábado como “Um Dia de Esperança”. Queremos que nossa comunidade conheça o dia do Senhor e faça um compromisso com sua observância. Vamos trabalhar fortalecendo a guarda do sábado internamente, na vida de cada membro da igreja, envolvendo diferentes iniciativas e materiais. Ao mesmo tempo, no dia 15/05, queremos ter o exército de mais de dois milhões de adventistas na Divisão Sul-Americana saindo às ruas, durante o Impacto Esperança, para distribuir 30 milhões de revistas com uma visão positiva do sábado. Uma semana depois, no sábado 22/05, serão 500 mil “Lares de Esperança” abrindo suas portas para compartilhar com os amigos um DVD com uma mensagem apresentada pelo pastor Fernando Iglesias, seguida por um convite para assistir a uma série de vídeos especiais sobre o dia de sábado. Serão iniciativas fortes para aprofundar a compreensão sobre a santificação do sábado na igreja e na sociedade, levando cada membro a guardá-lo e proclamá-lo.
Você já parou para pensar quantos guardadores do sábado ou corações sinceros vamos encontrar, entre cultos e incultos, ricos e pobres, pessoas aparentemente insensíveis ou mais abertas, cristãos ou não cristãos? Estamos dispostos a manter, a qualquer preço, o compromisso com a guarda do sábado? A abrir mão de privilégios, ou mesmo aparentes necessidades, para ser fiéis ao “dia do Senhor” (Ap 1:10)?
Quero desafiar você a guardar e proclamar o dia de sábado. Esse é o tempo em que precisamos renovar, de maneira profunda, nosso compromisso com sua observância. É o momento de abandonar hábitos, concessões, desculpas, interesses e tudo que possa estar enfraquecendo o sinal de Deus (Ez 20:20) em sua vida. Por outro lado, “A mensagem do terceiro anjo requer a apresentação do sábado do quarto mandamento, e esta verdade tem de ser levada perante o mundo…” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 383). Precisamos nos unir e torná-la mais conhecida.
O pastor Erton Kohler escreve mensalmente para a Revista Adventista, periódico mensal publicado pela Casa Publicadora Brasileira.

Fonte : Novo Tempo

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

SIGNIFICADO DE "RATIMBUM"


 RATIMBUM  é uma palavra mágica usada pelos magos persas na Idade Média.
Em rituais satânicos, elas eram pronunciadas assim e ao contrário fazendo o mestre dos magos surgir das cinzas e realizar os desejos de quem os proclamou.
Por muito tempo cantamos inocentemente um "parabéns" pra alguém que está aniversariando. Mas até aqui tudo bem.
O que muitos não sabem é que depois da música vem um tal de ratimbum (isso significa: eu amaldiçoo você) muitos não sabem, mas os demônios se divertem em muitas festas até cristãs. Esse ratimbum é pronunciado até para os pastores e devemos tomar cuidado porque é essa mesma a finalidade do maligno. Muitos não sabem porque acontecem tantas coisas misteriosas depois de uma simples festa de aniversário.
Deixo aqui o meu alerta a todos os que leem essa mensagem porque a obra do maligno é essa: festejar a ruína do homem.
Existiu até certo tempo um programa infantil numa determinada emissora de TV (castelo ratimbum) que significa "castelo da maldição". Como podemos cantar felicitando uma pessoa e depois amaldiçoa-la? Tomemos muito cuidado.
Depois de dizer ratimbum, se pronuncia o nome do aniversariante várias vezes... Vamos nos atentar para isso.
VOCÊ JÁ CANTOU PRA ALGUEM???...
" É BIG É BIG É HORA É HORA RA-TIM-BUM FULANO FULANO" 

VOCÊ SIMPLESMENTE FALOU :
" É GRANDE (a palavra ) É GRANDE, É HORA ( nessa hora, nesse momento ) É HORA, EU AMALDIÇOO VOCÊ!!! FULANO, FULANO"

 Filipenses 4:8 
Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai. ( NISSO FALAI ).

Josué 1: 8 
Não se aparte da tua boca o livro desta lei, antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido. 

DEUS CRIOU TUDO PELO PODER DA PALAVRA, ...GN 1: 3 

Que Deus vos ABENÇOE... 


Fonte: Ministério Lar e Família

sábado, 13 de fevereiro de 2010

A Internet e o Sábado

 A World Wide Web, ou a Internet, como é mais conhecida, tem ganhado alcance em todas as classes e setores da sociedade. Fato ruim ou bom? Em primeira instância, o leitor poderia dizer que é bom, pois como outras tecnologias criadas para facilitar a vida do ser humano ou para potencializar suas ações, essa ferramenta nos oportuniza comunicação rápida, entretenimento, acesso a volumes cada vez maiores de informação, enfim traz benefícios à humanidade.
No entanto, como qualquer outra tecnologia, seu sentido primário foi adulterado. Vamos citar o caso do avião. Tamanha foi a alteração sofrida em sua intencionalidade e função que fez com que seu inventor tirasse a própria vida, por desgosto provavelmente. Uma máquina projetada para encurtar distâncias e saudades, para alcançar localidades e pessoas isoladas, foi usada como arma de guerra para destruir, separar e matar. Alguma semelhança? Mera coincidência?
Você já deve estar se perguntando o que este discurso tem a ver com o título proposto a “Internet e o sábado”? A Internet foi corrompida e por isso não deve ser usada no sábado? Mas, se ela foi corrompida então não deveria ser usada em nenhum dia da semana? E o que dizer daqueles que trabalham por meio dessa tecnologia, estão condenados? Não! Decisivamente minha proposta de reflexão não é esta.
Não estou aqui para protagonizar uma luta contra a Internet, até porque por meio dela é que estamos conservando neste momento e considero isso maravilhoso. Quero levar o leitor primeiramente a pensar sobre os benefícios e perigos que a Internet tem ofertado às crianças, aos jovens, aos adultos e às pessoas de mais experiência.
 Mas, será mesmo necessário discutir sobre este assunto? Não é de conhecimento público que a “net” é composta por informações diversas, pérolas e lixo, que são vinculadas nas diversas mídias? Sim, realmente acredito que você já sabe que existem conteúdos que não agregam valor nenhum, ou ainda, que “destroem, separam e matam”.  Por isso, minha preocupação vai além, estou me referindo ao joio que está misturado com o trigo.
Assim, como em outras fontes de informação como: revistas, TV, rádio, jornais, etc. a Internet traz textos, vídeos, fóruns, mecanismos de comunicação instantânea, e por aí vai, que podem ser “lobos com pele de cordeiro”, meios aparentemente lícitos, mas que na verdade escondem idéias e valores contrários a palavra de Deus.
“Ok!” Você poderia me dizer. “Muito obrigada. Vou ficar mais alerta nas próximas vezes que acessar a Internet e vou procurar avaliar com mais critério os materiais e serviços que tenho usado, para diferenciar o que é joio do trigo. Mas, e o sábado? Este site tem a intencionalidade de falar sobre um dia de alegria. O que seu texto contribuiu com meu relacionamento com o sábado?”
Muito bem, vou tentar responder sua pergunta. O Sábado é o santo dia do Senhor, dia que nos foi reservado para descansarmos de nossas lutas, para esquecermos nossos cuidados pessoais e nos voltarmos ao Criador que tudo fez e que nos ama infinitamente. (ver Êxodo 20:8). Ao relacionar o sábado à Internet gostaria de pensar com você sobre “aqueles coisas que são lícitas, mas que não nos convêm.”
Somente para ilustrar, comer é lícito, não é? Mas, comer exageradamente ou alimentar-se de coisas estragadas não convém, certo?   Ler é lícito e louvável, mas ler algo que nos afasta de Deus, nos fará bem? Convêm a aqueles que querem ser fiéis a Deus? E ouvir ou assistir a algo que nos afasta dos propósitos do Santo Sábado do Senhor, pode ser lícito para o mundo todo, mas nos convêm? Percebeu a diferença? Isto deve ser tratado com muito cuidado, pois embora pareça algo banal, no fundo pode nos afastar da alegria de viver o verdadeiro sábado.
Existem certas atividades que fazemos na net que não tem uma intencionalidade ruim em si, conversar com pessoas, por exemplo, no MSN ou mandar scraps no Orkut. No entanto, são ações que podem nos levar a pensar em nossos cuidados ou no cuidado dos outros: nas compras que queremos fazer, na roupa da colega que estava bonita, na conta que você tem para pagar por causa do sapato novo que comprou para a formatura da sua prima, nas provas da faculdade, enfim nosso cérebro é super poderoso para fazer conexões entre as informações que entram e as que estão lá dentro.  Note que o ato de imaginar é “invisível”, normalmente não paramos para pensar no que estamos pensando (Risos! Desculpe-me o pleonasmo, mas foi necessário). E ao não paramos para pensar no que pensamos ali na frente da telinha do computador, quando estamos tranqüilos, aparentemente descansando e falando com amigos ou irmãos queridos, é que mora o perigo. De forma sutil, nossos pensamentos voam muitas vezes para bem longe das alegrias do sábado, do gozo de adentrar neste “templo no tempo” que o Senhor nos reservou.
Mas, amigo leitor, não quero terminar este texto com a mínima chance de um tom reprovador ou cerceador quanto ao uso da Internet no sábado.  Verdade seja dita, esse meio de comunicação tem sido um grande instrumento para divulgar o evangelho atualmente. Pessoas que moram em países onde se é proibido falar do amor de Deus tem sido alcançadas, literaturas diversas são distribuídas gratuitamente, pessoas são aconselhadas, pedidos de oração são divulgados, familiares tem feito as pazes por aqui (isso aconteceu na minha família), dentre tantas outras coisas louváveis. A Internet assim utilizada é um meio que nos leva a adorar a Deus, inclusive, no sábado.
Mas como escolher o correto a fazer em meio a tão contraditório panorama? Use as guias que desde o início o Senhor Deus nos reservou: a palavra de Deus, a oração e o bom senso. Melhor do que ninguém você sabe quais são as atividades reais e virtuais que lhe convém. Até porque o Espírito Santo sempre lhe indica o que é certo e o que é errado, não é mesmo? Ou você quase não pára para ouvir a sua voz? Neste caso, atenção total, alguma coisa está errada!!! No sábado, escolha apenas aquelas atividades que te aproximam de Jesus.
Medite nos textos bíblicos de Marcos 3:4 e I Coríntios 10:23 e pense no tempo e nas atividades próprias para o seu próximo sábado na net.

Fonte:Sábado

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010