Acabo de chegar do Chile, depois de visitar várias das cidades afetadas pelo terremoto e tsunami, na região sul do país. Voltei com a impressão de um país preparado para se refazer da crise e um grupo de membros e líderes que perderam muita coisa, mas não a esperança.
Pessoas que têm um sorriso no rosto, palavras positivas e muita confiança de que vamos sair mais fortes de toda essa crise.
Fiquei muito impressionado ao visitar a família da irmã Yolanda, tesoureira da igreja central de Constitución. Encontrei os quatro membros da família no local em que estava sua casa, antes do tsunami.
Hoje, resta apenas uma pequena parte e uma montanha de entulhos. Na frente estava o carro da família com um grande adesivo no vidro traseiro apresentando a imagem do Impacto Esperança 2008, com a volta de Jesus e a mensagem “Viva com Esperança”. Aquelas palavras eram o que os habitantes da cidade precisavam ouvir e recordar, e nelas confiar. Ela me contou do momento, logo após o terremoto, em que fugiram apenas com a roupa do corpo para a parte alta da cidade, e dali acompanharam o momento em que as ondas gigantes tragaram um pedaço da cidade.
Em uma pequena ilha próxima, cerca de duzentas pessoas aproveitavam o fim de semana. Depois
do terremoto, também sabiam do risco da chegada de um tsunami. Infelizmente, não conseguiram sair
para se refugiar em uma região mais alta. Ao conversar com a irmã Yolanda, percebi sua emoção ao
contar que, do lugar alto em que estavam, podiam ouvir os gritos desesperados das pessoas da ilha e
seus sinais de luz com as lanternas, pedindo socorro, mas ninguém conseguia oferecer ajuda. Tão logo as
ondas gigantes chegaram, o barulho e as luzes desapareceram.
Foi muito difícil para todos acompanhar uma situação como aquela. São cenas que nos relembram diferentes momentos bíblicos e proféticos que para alguns parecem impossíveis. Nossa igreja também sofreu as consequências da tragédia. As sedes da Associação Sul e da Missão Central foram condenadas e desocupadas.
Três escolas foram bastante danificadas e dez igrejas, destruídas. A maior delas, a igreja central da cidade de Concepción (dois milhões de habitantes), tinha lugar para 700 membros e o pouco que sobrou terá de ser demolido. Mais de setenta igrejas tiveram sérios danos estruturais e cerca de 700 casas de adventistas também foram afetadas. Lamentavelmente, quatro de nossos membros faleceram.
Ao descrever toda essa situação, quero lhe dar a oportunidade de ajudar nossos irmãos no Chile e
orar por eles. Quero que você veja como Deus renova as forças de Seus filhos em meio à dor e ao sofrimento.
Além disso, quero que você tire outras lições importantes:
1. Vale a pena ser uma família mundial. Não somos igrejas independentes espalhadas pelo mundo.
Somos uma igreja mundial. Uma organização que avança unida e se apoia em um momento assim.
Em poucos dias, todas as uniões e instituições da Divisão Sul-Americana, além da própria Divisão, Associação Geral e outras Divisões mundiais, enviaram recursos para a reconstrução da igreja no país. Se você também quiser ajudar, não deixe de visitar o portal adventista na internet (www.portaladventista.org).
2. Precisamos reconhecer o tempo em que estamos vivendo. Esse tem sido denominado o ano das calamidades. Precisamos entender a agitação de nosso planeta, observar como os ventos estão sendo soltos (Ap 7) e o que o inimigo está fazendo com este mundo (Ap 12:12). É tempo de levantar a cabeça, pois a redenção está próxima (Lc 21:28).
3. Cada sinal é uma oportunidade. Os versos 6, 8 e 13 de Mateus 24 indicam que as catástrofes, incluindo os terremotos, não são sinais iminentes da volta de Cristo. O próprio Cristo, no verso 14, destaca que o fim virá com a forte pregação do evangelho.
O surgimento e a intensidade dos sinais negativos deverão servir para facilitar a pregação do
evangelho. Eles não são o fim, mas facilitam o cumprimento do sinal iminente do fim (Mt 24:14).
Daí a pergunta: Quantos outros sinais ainda precisam acontecer, quantas oportunidades mais ainda precisamos ter para pregar o evangelho a todo o mundo, para que Cristo volte à Terra?
Erton Köhler – é presidente da Divisão Sul-Americana.
Fonte:Novo Tempo
sexta-feira, 9 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
Por que a Bíblia aconselha a tomar um pouco de vinho por causa de enfermidade?
1 Timóteo 5:23 Não continues a beber somente água; usa um pouco de vinho, por causa do teu estômago e das tuas freqüentes enfermidades.
A palavra grega “oinos”, a qual é traduzida por “vinho”, pode significar tanto suco de uva fermentado como não fermentado, dependendo do contexto.
Desde que bebidas alcoólicas são categoricamente condenadas em diversas passagens bíblicas (veja abaixo) é inconcebível que os líderes da igreja do novo testamento iriam incentivar o uso de bebida fermentada.
O vinho é escarnecedor, e a bebida forte, alvoroçadora; todo aquele que por eles é vencido não é sábio. Provérbios 20:1.
Para quem são os ais? Para quem, os pesares? Para quem, as rixas? Para quem, as queixas? Para quem, as feridas sem causa? E para quem, os olhos vermelhos? Para os que se demoram em beber vinho, para os que andam buscando bebida misturada. Não olhes para o vinho, quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente. Pois ao cabo morderá como a cobra e picará como o basilisco. Provérbios 23:29-32.
Não há nada no conselho de Paulo a Timóteo que indique que este “um pouco de vinho” era fermentado. Sendo que Timóteo tinha um aparente problema de indigestão e também outras enfermidades, Paulo recomendou o suco da uva como um complemento à sua dieta em benefício da saúde de Timóteo.
Devemos compreender também que naquela época não havia os modernos remédios específicos para cada enfermidade. Paulo recomendou o puro suco de uva, um alimento natural, como um meio de minimizar os efeitos da debilidade de saúde de Timóteo.
Outros escritores bíblicos se referem ao suco de uva não fermentado como uma bênção para o corpo.
Assim diz o SENHOR: Como quando se acha vinho num cacho de uvas, dizem: Não o desperdices, pois há bênção nele, assim farei por amor de meus servos e não os destruirei a todos. Isaías 65:8.
A palavra grega usada para vinho neste verso, na versão grega do Antigo Testamento, é também “oinos”. Este tipo de “vinho” que está no cacho, pode ver-se claramente que não é alcoólico!
Algumas autoridades de saúde hoje em dia também recomendam o uso de suco de uva devido à sua rápida absorção pelo sistema orgânico.
Fonte: Novo Tempo
sábado, 27 de março de 2010
Quem controla sua vida
Ontem à noite, levei minha família para assistir à pregação do famoso escritor adventista Jim Hohnberger, autor dos livros Fuga Para Deus, Vida Plena de Poder e Homens de Poder, todos lançados em língua portuguesa pela Casa Publicadora Brasileira. De passagem por Tatuí, SP, Jim também falou para os funcionários da editora nesta manhã. Em ambos os sermões, a questão-chave apresentada pelo orador foi: Quem controla sua vida? O texto bíblico usado como base da mensagem de Jim nesta manhã foi Tiago 1:19: “Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar.” Segundo o escritor, Deus chama o homem para desenvolver seu primeiro trabalho no lar, manifestando amor e mansidão justamente com as pessoas que lhe são mais íntimas. “Vida cristã é mais do que religião, mais do que regras de conduta; quando Cristo entra no coração, os primeiros a sentir isso são os que estão mais perto de você”, garantiu.
Jim explicou que, para aplicar Tiago 1:19 em sua vida, primeiro teve que morrer para si mesmo e permitir que Jesus tomasse conta de seu coração. “Temos que ser rápidos para escutar, e isso não se trata de apenas memorizar a Bíblia. O diabo sabe a Bíblia de cor. Um dia Deus lhe fará uma pergunta: Como você tratou sua esposa?” Segundo Jim, a resposta a essa pergunta fala mais a respeito da sua religião do que qualquer outra coisa.
Jim contou a história de Bob, um líder de igreja nos Estados Unidos. Certa vez, os Hohnberger se hospedaram na casa desse amigo. Numa manhã de segunda-feira, Bob pediu para caminhar com Jim e lhe abriu o coração. Disse que sua esposa lhe havia dado um “ultimato”: se ele não mudasse ate quarta-feira, ela pediria o divórcio. “Como posso mudar em dois dias, Jim?” Jim falou sobre Tiago 1:19. Disse a Bob que ele deveria ouvir mais a voz de Deus e falar menos. Sua religião precisava ir para o nível experiencial. Bob passou a noite em oração, como nunca havia feito antes. Abriu o coração para Deus. Ele não queria perder a esposa.
Na manhã seguinte, a mesa estava posta para o desjejum. Bob, como sempre fazia, se adiantou e começou a colocar cereal em seu prato. Jim falou com Deus em pensamento: “Senhor, ele ainda não aprendeu. Ainda se considera muito importante. Toque o coração dele agora.” Naquele momento, Bob parou de se servir, ficou alguns instantes em silêncio e, em seguida, deu seu prato para a esposa. Ela fez uma expressão de assombro. E se admirou ainda mais quando Bob começou a servir as crianças a as visitas. “O que estava acontecendo?”, era a pergunta estampada no rosto dela.
Logo em seguida, a filha de Bob lhe tirou a paciência por um motivo qualquer e ele começou a falar rudemente com ela. Jim orou mais uma vez, pedindo que Deus atendesse sua intercessão e abrandasse o coração do amigo. Bob abaixou a cabeça e ficou em silêncio novamente. Depois chamou a filha para perto de si e lhe pediu perdão por ter sido rude.
Horas depois, naquele dia, a esposa de Bob disse para Jim e Sally Hohnberger que não mais iria se separar do marido, porque via que a esperança havia entrado em seu lar – na verdade, Jesus havia entrado ali.
Isso é religião verdadeira. O evangelho não é complicado: trata-se de quem controla sua vida.
Jim concluiu seu sermão com um desafio: “Eu o desafio a viver Tiago 1:19. Você nunca mais será o mesmo!”
Michelson Borges
Nota: Jim e Sally (que, por sinal, é autora do ótimo Pais Guiados Pelo Espírito, também da CPB) vão se apresentar em outras cidades do Brasil neste mês. Em parceria com o Centro de Apoio Familiar (Ceafa), eles estão disponibilizando por um preço especial os DVDs “Fuga Para Deus”, “Nosso Lugar de Refúgio”, “A Família em Primeiro Lugar” e “Vivendo um Amor Irresistível”. Se você deseja ter uma experiência especial com Deus (principalmente no âmbito familiar), não pode deixar de adquirir esses materiais. Escreva para pedidos@ceafa.com.br ou ligue para (19) 3858-1088 (se possível, mencione que obteve essa informação aqui no blog). Deus abençoe sua vida e seu lar!
Fonte: Novo Tempo
Jim explicou que, para aplicar Tiago 1:19 em sua vida, primeiro teve que morrer para si mesmo e permitir que Jesus tomasse conta de seu coração. “Temos que ser rápidos para escutar, e isso não se trata de apenas memorizar a Bíblia. O diabo sabe a Bíblia de cor. Um dia Deus lhe fará uma pergunta: Como você tratou sua esposa?” Segundo Jim, a resposta a essa pergunta fala mais a respeito da sua religião do que qualquer outra coisa.
Jim contou a história de Bob, um líder de igreja nos Estados Unidos. Certa vez, os Hohnberger se hospedaram na casa desse amigo. Numa manhã de segunda-feira, Bob pediu para caminhar com Jim e lhe abriu o coração. Disse que sua esposa lhe havia dado um “ultimato”: se ele não mudasse ate quarta-feira, ela pediria o divórcio. “Como posso mudar em dois dias, Jim?” Jim falou sobre Tiago 1:19. Disse a Bob que ele deveria ouvir mais a voz de Deus e falar menos. Sua religião precisava ir para o nível experiencial. Bob passou a noite em oração, como nunca havia feito antes. Abriu o coração para Deus. Ele não queria perder a esposa.
Na manhã seguinte, a mesa estava posta para o desjejum. Bob, como sempre fazia, se adiantou e começou a colocar cereal em seu prato. Jim falou com Deus em pensamento: “Senhor, ele ainda não aprendeu. Ainda se considera muito importante. Toque o coração dele agora.” Naquele momento, Bob parou de se servir, ficou alguns instantes em silêncio e, em seguida, deu seu prato para a esposa. Ela fez uma expressão de assombro. E se admirou ainda mais quando Bob começou a servir as crianças a as visitas. “O que estava acontecendo?”, era a pergunta estampada no rosto dela.
Logo em seguida, a filha de Bob lhe tirou a paciência por um motivo qualquer e ele começou a falar rudemente com ela. Jim orou mais uma vez, pedindo que Deus atendesse sua intercessão e abrandasse o coração do amigo. Bob abaixou a cabeça e ficou em silêncio novamente. Depois chamou a filha para perto de si e lhe pediu perdão por ter sido rude.
Horas depois, naquele dia, a esposa de Bob disse para Jim e Sally Hohnberger que não mais iria se separar do marido, porque via que a esperança havia entrado em seu lar – na verdade, Jesus havia entrado ali.
Isso é religião verdadeira. O evangelho não é complicado: trata-se de quem controla sua vida.
Jim concluiu seu sermão com um desafio: “Eu o desafio a viver Tiago 1:19. Você nunca mais será o mesmo!”
Michelson Borges
Nota: Jim e Sally (que, por sinal, é autora do ótimo Pais Guiados Pelo Espírito, também da CPB) vão se apresentar em outras cidades do Brasil neste mês. Em parceria com o Centro de Apoio Familiar (Ceafa), eles estão disponibilizando por um preço especial os DVDs “Fuga Para Deus”, “Nosso Lugar de Refúgio”, “A Família em Primeiro Lugar” e “Vivendo um Amor Irresistível”. Se você deseja ter uma experiência especial com Deus (principalmente no âmbito familiar), não pode deixar de adquirir esses materiais. Escreva para pedidos@ceafa.com.br ou ligue para (19) 3858-1088 (se possível, mencione que obteve essa informação aqui no blog). Deus abençoe sua vida e seu lar!
Fonte: Novo Tempo
domingo, 21 de março de 2010
Quem são Adventistas
Mensagem e propósito:
A mensagem da Igreja Adventista do Sétimo Dia está centralizada em Jesus. O evangelho eterno, a graça da salvação oferecida pelo extraordinário amor de Deus revelado na vida vitoriosa, morte vicária e ressurreição triunfante de Cristo.
A grande esperança da Igreja é o advento de Cristo, concretização da promessa do Senhor “Virei outra vez” para levar Seu povo a um novo lar; a verdade presente sobre o ministério contemporâneo de Cristo no Céu, atuando como advogado e Sumo Sacerdote para aqueles que O aceitarem como Salvador pessoal, perdoando os pecados num oferecimento de significado especial, sem precedentes, para tornar o povo sadio, santo e feliz.
Missão:
A missão da Igreja é anunciar as boas novas ao mundo no contexto da mensagem dos três anjos de Apocalipse 14:6-12, levando as pessoas a aceitar a Jesus como Salvador pessoal e unirem-se à Sua Igreja na preparação para Sua breve volta.
Esta é a mensagem universal, para todos, em todas as partes. A “cada nação, e tribo, e língua e povo”; a cada cidade, a cada vila; a cada país, comunidade, colônia e “criatura”. Isto é, a cada pessoa (Marcos 16:15).
Regra de fé:
A Igreja Adventista do Sétimo Dia entende que seu surgimento “no tempo do fim” foi especificamente definido pela profecia bíblica.
A Igreja Adventista do Sétimo Dia tem como regra de fé, a Bíblia, a Palavra de Deus preservada ao longo dos séculos para a orientação da humanidade no caminho de volta ao Lar, para alcançar a vida eterna.
João 3:16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o Seu filho unigênito para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.
História:
A Igreja teve seu início modesto composto por homens e mulheres de várias denominações, tementes a Deus e que pelo estudo da Bíblia alcançaram a compreensão de que Jesus em breve cumpriria Sua promessa de regressar ao mundo. Foi um começo tumultuado com várias pessoas sendo expulsas de sua igreja porque haviam abraçado uma mensagem mais ampla através do estudo da Bíblia.
Este pequeno grupo foi crescendo, aumentando em número e no conhecimento da Palavra de Deus. Foi assim que, em 1863, este grupo se organizou em uma estrutura denominacional com o nome de Igreja Adventista do Sétimo Dia.
Adventista porque crê na promessa de Jesus “Virei outra vez”. Do Sétimo Dia porque crê na ordem de Deus que o dia de descanso santificado por Ele é o Sábado, o sétimo dia da semana. Êxodo 20:8-11: “Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou”.
Jesus confirmou que a lei permanece em vigor através dos exemplos deixados por Sua vida: ”
Este é o nome e o porquê do mesmo.
A Igreja hoje:
Hoje a Igreja Adventista do Sétimo Dia é um corpo organizacional estabelecido praticamente no mundo todo com ao redor de 12 milhões de membros.
São 3 os níveis administrativos da Organização:
Igrejas e Congregações – formam uma Associação ou Missão.
Associações e Missões – formam uma União.
Uniões – formam a Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia.
Os princípios e normas que estabelecem a base da fé Adventista do Sétimo Dia são 28 e estão listados na página “Crenças Fundamentais”.
Fonte: Novo Tempo
A mensagem da Igreja Adventista do Sétimo Dia está centralizada em Jesus. O evangelho eterno, a graça da salvação oferecida pelo extraordinário amor de Deus revelado na vida vitoriosa, morte vicária e ressurreição triunfante de Cristo.
A grande esperança da Igreja é o advento de Cristo, concretização da promessa do Senhor “Virei outra vez” para levar Seu povo a um novo lar; a verdade presente sobre o ministério contemporâneo de Cristo no Céu, atuando como advogado e Sumo Sacerdote para aqueles que O aceitarem como Salvador pessoal, perdoando os pecados num oferecimento de significado especial, sem precedentes, para tornar o povo sadio, santo e feliz.
Missão:
A missão da Igreja é anunciar as boas novas ao mundo no contexto da mensagem dos três anjos de Apocalipse 14:6-12, levando as pessoas a aceitar a Jesus como Salvador pessoal e unirem-se à Sua Igreja na preparação para Sua breve volta.
Esta é a mensagem universal, para todos, em todas as partes. A “cada nação, e tribo, e língua e povo”; a cada cidade, a cada vila; a cada país, comunidade, colônia e “criatura”. Isto é, a cada pessoa (Marcos 16:15).
Regra de fé:
A Igreja Adventista do Sétimo Dia entende que seu surgimento “no tempo do fim” foi especificamente definido pela profecia bíblica.
A Igreja Adventista do Sétimo Dia tem como regra de fé, a Bíblia, a Palavra de Deus preservada ao longo dos séculos para a orientação da humanidade no caminho de volta ao Lar, para alcançar a vida eterna.
João 3:16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o Seu filho unigênito para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.
História:
A Igreja teve seu início modesto composto por homens e mulheres de várias denominações, tementes a Deus e que pelo estudo da Bíblia alcançaram a compreensão de que Jesus em breve cumpriria Sua promessa de regressar ao mundo. Foi um começo tumultuado com várias pessoas sendo expulsas de sua igreja porque haviam abraçado uma mensagem mais ampla através do estudo da Bíblia.
Este pequeno grupo foi crescendo, aumentando em número e no conhecimento da Palavra de Deus. Foi assim que, em 1863, este grupo se organizou em uma estrutura denominacional com o nome de Igreja Adventista do Sétimo Dia.
Adventista porque crê na promessa de Jesus “Virei outra vez”. Do Sétimo Dia porque crê na ordem de Deus que o dia de descanso santificado por Ele é o Sábado, o sétimo dia da semana. Êxodo 20:8-11: “Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou”.
Jesus confirmou que a lei permanece em vigor através dos exemplos deixados por Sua vida: ”
Este é o nome e o porquê do mesmo.
A Igreja hoje:
Hoje a Igreja Adventista do Sétimo Dia é um corpo organizacional estabelecido praticamente no mundo todo com ao redor de 12 milhões de membros.
São 3 os níveis administrativos da Organização:
Igrejas e Congregações – formam uma Associação ou Missão.
Associações e Missões – formam uma União.
Uniões – formam a Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia.
Os princípios e normas que estabelecem a base da fé Adventista do Sétimo Dia são 28 e estão listados na página “Crenças Fundamentais”.
Fonte: Novo Tempo
domingo, 14 de março de 2010
Por que alguns adolescentes adventistas permanecem na Igreja quando adultos?
Um estudo de jovens adventistas do sétimo dia ativos na Europa oferece um retrato dos fatores que poderiam estar associados com jovens adventistas que poderiam prever estarem na Igreja em 20 anos.
Indicadores-chave preliminares incluem uma congregação que oferece um "clima de pensamento". O estudo sugere que os jovens que desenvolvem uma posição original em sua fé por formular perguntas e desafiar dirigentes da Igreja disseram que têm maiores probabilidades de permanecer na Igreja, em comparação com jovens nas congregações que apenas enfatizam o conformismo.
Outros resultados preliminares da pesquisa, envolvendo 6.000 respondentes, sugerem que o compartilhar pessoal e a interação com um pai em questões de fé grandemente aumenta a possibilidade de que os jovens antecipem permanecer adventistas na idade adulta.
O estudo da Valuegenesis Europa é o primeiro deste tipo para a Igreja Adventista no continente. Os pesquisadores esperam que os novos dados sirvam como uma ferramenta para dirigentes da Igreja moldarem o gerenciamento do ministério adventista na Europa.
Os pesquisadores empregam um questionário com 335 perguntas em 17 línguas para estudar adventistas entre as idades de 14 a 25 anos. Cerca de 41 por cento dos respondentes disseram que estavam inseguros quanto a seu futuro na Igreja, enquanto outros 6 por cento disseram que eram contra a ideia de estar na Igreja em 20 anos.
Os resultados desse estudo, de 2006-2007, estão sendo agora avaliados por uma equipe de eruditos adventistas do Colégio Newbold, na Inglaterra, a Universidade Adventista de Friedsau, na Alemanha, e a Universidade Adventista Saleve, na França.
As conclusões devem ser divulgadas num livro neste outono (do hemisfério norte).
Manuela Casti, a pesquisadora-chefe, declarou que os elevados índices de abandono da fé entre a juventude na Europa motivou o seu envolvimento no estudo. "Onde fui criada, na Itália, provavelmente 70 por cento deixaram a Igreja", declarou Casti, que também faz conferências no Colégio Newbold, que per cento à IASD, localizado em Berkshire, Inglaterra.
Os novos dados poderiam ressaltar uma necessidade de crescente apoio administrativo para os Ministérios da Família, declarou Corrado Cozzi, diretor de jovens para a região denominacional Euro-África, que também atua na comissão de estudo da pesquisa. Ele disse que se constatou que a decisão de um jovem tornar-se adventista é mais influenciada pela família, a longo prazo, um pastor e outros adultos na igreja do que um pastor de jovens ou amigos de mesma idade.
Embora os pesquisadores dissessem que as mães são geralmente as "rochas fundamentais" da fé no lar, são os pais que poderiam realmente determinar uma decisão positiva pela Igreja. Os respondentes da pesquisa que discutiram questões de fé com seus pais eram 70 por cento mais tendentes a se verem como permanecendo na Igreja do que aqueles que disseram que o seu pai não discutia religião com eles.
O membro da comissão de pesquisa, Paul Tompkins, que serve como diretor de jovens para a região Trans-europeia, da Igreja, declarou que os dados "revelam muito claramente que como homens, alguns de nós não somos bons em conversar sobre a fé com nossos filhos. Podemos falar sobre carros ou esportes, mas mesmo se discutirmos religião, isso muitas vezes se dá como outros homens".
O estudo europeu se baseia em pesquisas com jovens adventistas nos Estados Unidos. Dois estudos, de 1990 e 2000, também intitulados Valuegenesis, inspiraram um aumento de apoio ao ministério de jovens, declarou Bailey Gillespie, pesquisador-chefe dos estudos norte-americanos. Um terceiro estudo de Valuegenesis nos EUA está marcado para ser lançado em outubro.
"As igrejas irão precisar elevar e reconhecer a importância do ministério pelo crescimento da Igreja", disse Gillespie, diretor do Centro John Hancock para Ministério da Juventude e Família, na Universidade La Sierra em Riverside, Califórnia, EUA.
Num estudo longitudinal ao longo de 10 anos, quase 50 por cento dos jovens adventistas pesquisados tinham deixado a Igreja ou tornaram-se membros inativos em meados de seus 20 anos.
"Tornou-se crescentemente evidente que o clima congregacional foi um importante fator, não o que os líderes fazem [na sede mundial da Igreja Adventista]", declarou Roger Dudley, autor do livro "Why Our Teenagers Leave the Church" [Por que nossos adolescentes deixam a Igreja], tendo por base um estudo de 10 anos.
"Muitas pessoas disserm que amavam a sua Igreja", declarou Dudley. "Suas congregações os aceitavam, davam-lhes importantes tarefas, e faziam que sentissem ser um lugar maravilhoso e seguro. Por outro lado, muitas pessoas não gostavam [de sua congregação em particular] porque não se sentiam parte da mesma. Era-lhes fácil abandoná-la e deixar de frequentá-la.
Os pesquisadores europeus diseram que esperam que o novo estudo ofereça lampejos sobre um ponto de vista especificamente europeu da fé de jovens. Os respondentes eram mais velhos do que aqueles nos EUA e foram pesquisados nas igrejas, diferentemente do que se deu nos EUA, onde as pesquisas foram principalmente conduzidas nas escolas. Há muito menos escolas adventistas na Europa do que nos Estados Unidos.
Casti, a pesquisadora-chefe da Valuegenesis Europa, disse que novos dados assinalam uma necessidade de contato intergeracional tanto no lar quanto na Igreja. Interações com amigos em pessoa ou mediante a mídia social não são suficientes para manter os jovens na Igreja, ela disse.
"Quando atribuímos responsabilidade a um jovem, é geralmente no departamento de jovens ou em música", ela comentou. "Mas um envolvimento em outras áreas permitiria mais contato com gerações mais velhas".
Isso não significa que o envolvimento de ministério jovem seja uma coisa má, disse Casti. Pode ajudar os jovens a amadurecerem e contribuírem para a diversidade geracional; contudo, quando jovens lideram outros jovens, um padrão de segregação geracional se manifesta. A tendência é vista na Igreja Adventista e outras denominações, ela disse.
Muitas vezes um jovem se gradua de um ministério jovem e termina também se graduando da Igreja, declarou Casti.
Adicionalmente à importância da família e outros adultos, os pesquisadores descobriram também relevância na programação da própria igreja. Os respondentes que ouviram pregações que "auxiliaram no viver diário" na igreja revelaram-se 450 vezes mais tendentes a desejar permanecer ativos em sua fé do que aqueles que não se identificavam com sermões semanais.
Tenha um jovem apoio dos pais ou da congregação, a chave é propiciar um ambiente de "trocas francas, abertas e transparentes", disse Casti. Ela declarou ser grata aos adultos que lhe permitiram crescer em tal ambiente. "É por isso que estou aqui".
-- Helen Pearson contribuiu para esta matéria
Fonte: Adventist News Network
Indicadores-chave preliminares incluem uma congregação que oferece um "clima de pensamento". O estudo sugere que os jovens que desenvolvem uma posição original em sua fé por formular perguntas e desafiar dirigentes da Igreja disseram que têm maiores probabilidades de permanecer na Igreja, em comparação com jovens nas congregações que apenas enfatizam o conformismo.
Outros resultados preliminares da pesquisa, envolvendo 6.000 respondentes, sugerem que o compartilhar pessoal e a interação com um pai em questões de fé grandemente aumenta a possibilidade de que os jovens antecipem permanecer adventistas na idade adulta.
O estudo da Valuegenesis Europa é o primeiro deste tipo para a Igreja Adventista no continente. Os pesquisadores esperam que os novos dados sirvam como uma ferramenta para dirigentes da Igreja moldarem o gerenciamento do ministério adventista na Europa.
Os pesquisadores empregam um questionário com 335 perguntas em 17 línguas para estudar adventistas entre as idades de 14 a 25 anos. Cerca de 41 por cento dos respondentes disseram que estavam inseguros quanto a seu futuro na Igreja, enquanto outros 6 por cento disseram que eram contra a ideia de estar na Igreja em 20 anos.
Os resultados desse estudo, de 2006-2007, estão sendo agora avaliados por uma equipe de eruditos adventistas do Colégio Newbold, na Inglaterra, a Universidade Adventista de Friedsau, na Alemanha, e a Universidade Adventista Saleve, na França.
As conclusões devem ser divulgadas num livro neste outono (do hemisfério norte).
Manuela Casti, a pesquisadora-chefe, declarou que os elevados índices de abandono da fé entre a juventude na Europa motivou o seu envolvimento no estudo. "Onde fui criada, na Itália, provavelmente 70 por cento deixaram a Igreja", declarou Casti, que também faz conferências no Colégio Newbold, que per cento à IASD, localizado em Berkshire, Inglaterra.
Os novos dados poderiam ressaltar uma necessidade de crescente apoio administrativo para os Ministérios da Família, declarou Corrado Cozzi, diretor de jovens para a região denominacional Euro-África, que também atua na comissão de estudo da pesquisa. Ele disse que se constatou que a decisão de um jovem tornar-se adventista é mais influenciada pela família, a longo prazo, um pastor e outros adultos na igreja do que um pastor de jovens ou amigos de mesma idade.
Embora os pesquisadores dissessem que as mães são geralmente as "rochas fundamentais" da fé no lar, são os pais que poderiam realmente determinar uma decisão positiva pela Igreja. Os respondentes da pesquisa que discutiram questões de fé com seus pais eram 70 por cento mais tendentes a se verem como permanecendo na Igreja do que aqueles que disseram que o seu pai não discutia religião com eles.
O membro da comissão de pesquisa, Paul Tompkins, que serve como diretor de jovens para a região Trans-europeia, da Igreja, declarou que os dados "revelam muito claramente que como homens, alguns de nós não somos bons em conversar sobre a fé com nossos filhos. Podemos falar sobre carros ou esportes, mas mesmo se discutirmos religião, isso muitas vezes se dá como outros homens".
O estudo europeu se baseia em pesquisas com jovens adventistas nos Estados Unidos. Dois estudos, de 1990 e 2000, também intitulados Valuegenesis, inspiraram um aumento de apoio ao ministério de jovens, declarou Bailey Gillespie, pesquisador-chefe dos estudos norte-americanos. Um terceiro estudo de Valuegenesis nos EUA está marcado para ser lançado em outubro.
"As igrejas irão precisar elevar e reconhecer a importância do ministério pelo crescimento da Igreja", disse Gillespie, diretor do Centro John Hancock para Ministério da Juventude e Família, na Universidade La Sierra em Riverside, Califórnia, EUA.
Num estudo longitudinal ao longo de 10 anos, quase 50 por cento dos jovens adventistas pesquisados tinham deixado a Igreja ou tornaram-se membros inativos em meados de seus 20 anos.
"Tornou-se crescentemente evidente que o clima congregacional foi um importante fator, não o que os líderes fazem [na sede mundial da Igreja Adventista]", declarou Roger Dudley, autor do livro "Why Our Teenagers Leave the Church" [Por que nossos adolescentes deixam a Igreja], tendo por base um estudo de 10 anos.
"Muitas pessoas disserm que amavam a sua Igreja", declarou Dudley. "Suas congregações os aceitavam, davam-lhes importantes tarefas, e faziam que sentissem ser um lugar maravilhoso e seguro. Por outro lado, muitas pessoas não gostavam [de sua congregação em particular] porque não se sentiam parte da mesma. Era-lhes fácil abandoná-la e deixar de frequentá-la.
Os pesquisadores europeus diseram que esperam que o novo estudo ofereça lampejos sobre um ponto de vista especificamente europeu da fé de jovens. Os respondentes eram mais velhos do que aqueles nos EUA e foram pesquisados nas igrejas, diferentemente do que se deu nos EUA, onde as pesquisas foram principalmente conduzidas nas escolas. Há muito menos escolas adventistas na Europa do que nos Estados Unidos.Casti, a pesquisadora-chefe da Valuegenesis Europa, disse que novos dados assinalam uma necessidade de contato intergeracional tanto no lar quanto na Igreja. Interações com amigos em pessoa ou mediante a mídia social não são suficientes para manter os jovens na Igreja, ela disse.
"Quando atribuímos responsabilidade a um jovem, é geralmente no departamento de jovens ou em música", ela comentou. "Mas um envolvimento em outras áreas permitiria mais contato com gerações mais velhas".
Isso não significa que o envolvimento de ministério jovem seja uma coisa má, disse Casti. Pode ajudar os jovens a amadurecerem e contribuírem para a diversidade geracional; contudo, quando jovens lideram outros jovens, um padrão de segregação geracional se manifesta. A tendência é vista na Igreja Adventista e outras denominações, ela disse.
Muitas vezes um jovem se gradua de um ministério jovem e termina também se graduando da Igreja, declarou Casti.
Adicionalmente à importância da família e outros adultos, os pesquisadores descobriram também relevância na programação da própria igreja. Os respondentes que ouviram pregações que "auxiliaram no viver diário" na igreja revelaram-se 450 vezes mais tendentes a desejar permanecer ativos em sua fé do que aqueles que não se identificavam com sermões semanais.
Tenha um jovem apoio dos pais ou da congregação, a chave é propiciar um ambiente de "trocas francas, abertas e transparentes", disse Casti. Ela declarou ser grata aos adultos que lhe permitiram crescer em tal ambiente. "É por isso que estou aqui".
-- Helen Pearson contribuiu para esta matéria
Fonte: Adventist News Network
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