Dr. Alberto R. Timm – A Igreja Adventista crê que Cristo veio com as duas naturezas humanas de Adão. Em certo sentido antes da queda e em outro, depois da queda.
1. É pré-lapsariana (idêntica a de Adão antes da queda) no sentido moral e espiritual. Não tinha pendor para o pecado, não tinha paixão ou qualquer inclinação para pecado.
2. É pós-lapsariana (idêntica à nossa) no sentido físico e morfológico. Jesus sentia frio, fome, sede, cansaço e veio na estatura dos homens de sua época.
Apoio Bíblico Para os Dois Conceitos:
1. Hebreus 7:26 refere-se a Cristo como santo, inculpável, sem mácula e feito mais alto do que os Céus. Descreve a condição pré-lapsariana.
2. Por outro lado, Hebreus 2:14 e 17 afirmam que Ele Se tornou semelhante aos demais homens, na participação comum na carne e no sangue, o que sugere uma condição pós-lapsariana.
Apoio no Espírito de Profecia para esses Conceitos:
Posição Pré-Lapsariana:
1. “Cristo é chamado o segundo Adão. Em pureza e santidade, unido com Deus e amado por Deus, Ele começou onde o primeiro Adão começou Ele cruzou o chão onde Adão caiu, e redimiu o fracasso de Adão.” Youth’s Instructor, June 2, 1898.
2. “Ele venceu Satanás na mesma natureza sobre a qual no Éden Satanás obteve a vitória.” Youth’s Instructor, June 2, 1898.
3. “Ele devia tomar Sua posição como cabeça da humanidade, mas não a pecaminosidade do homem.” Signs of the Times, May 29, 1901.
4. “Sede cuidadosos, extremamente cuidadosos quanto a como vos ocupais com a natureza humana de Cristo. Não O coloqueis diante do povo como um homem com propensões para o pecado.” SDABC, vol. 5, págs. 1128 e 1129, Carta 8, 1895
5. “Ele é o segundo Adão. O primeiro Adão foi criado puro, impecável, sem uma mancha de pecado sobre si; ele era a imagem de Deus.” SDABC, vol. 5, págs.1128 e 1129. Carta 8, 1895
6. “Nem por um momento existiu nEle uma propensão má.” SDABC, vol. 5, págs. 1128 e 1129. Carta 8, 1895.
7. “Nunca de forma alguma, deixeis a mais leve impressão sobre mentes humanas de que uma mancha, ou corrupção, ou inclinação para a corrupção se apegou a Cristo.” SDABC, vol. 5, págs. 1128 e 1129. Carta 8, 1895.
8. “Que cada ser humano seja advertido contra a idéia de tornar Cristo totalmente humano tal como um de nós; isto não pode ser.” SDABC, vol. 5, págs. 1128 e 1129. Carta 8, 1895.
9. “Cristo não tinha natureza pecaminosa.” ST, 29 de maio de 1901.
10. “Cristo não tinha a mesma deslealdade pecaminosa, corrupta e decaída que nós possuímos.” Mensagens Escolhidas, vol. 3, p. 131
11. “Deus enviou um Ser sem pecado.” Mensagens Escolhidas, vol. 3, p. 132
12. “Ele nunca teve doença em Sua própria carne.” Mensagens Escolhidas, vol. 3, p. 133
13. “Não havia nEle nenhuma mancha de pecado.” Mensagens Escolhidas, vol. 3, p. 134
14. “Ele era sem pecado. A virtude e pureza caracterizavam Sua vida.” Mensagens Escolhidas, vol. 3, p. 134
Posição Pós-Lapsariana:
1. “Estava no plano de Deus que Cristo tomasse sobre Si a forma e natureza do homem caído.” Spirit of Prophecy, vol. 2, p. 39
2. “A natureza de Deus, cuja lei tinha sido transgredida, e a natureza de Adão, o transgressor, se reuniram em Jesus – o Filho de Deus e o Filho do homem.” SDABC, vol. 5, págs. 1128 e 1129. Carta 8, 1895
3. “Cristo, que não conhecia o mínimo vestígio de pecado ou contaminação, tomou nossa natureza em seu estado deteriorado.” Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 253
4. “Cristo assumiu a natureza humana enfraquecida com quatro mil anos de pecado.” O Desejado de Todas as Nações, p. 49
Conclusão: Os dois conceitos não se contradizem, mas se complementam. No entanto, os defensores da natureza de Cristo com pendor para o pecado se detém somente nos textos do segundo grupo.
Conclusão Perigosa dos Defensores da Natureza de Cristo:
com Pendor para o Pecado
Os defensores desta idéia dizem que se Jesus foi vitorioso tendo uma natureza como a nossa, também nós podemos ter vitória perfeita sobre o pecado.
1. Se consigo com o tempo ser perfeito e justo como Cristo foi, logo não vou precisar mais Dele. Não preciso mais de um intercessor no Céu.
2. Se eu acumulo muita santidade, torno-me igual a Ele.
3. A salvação se torna fruto de meus próprios esforços.
4. O cristão cairá no perfeccionismo.
5. Se Cristo tivesse inclinação para o pecado, Ele precisaria de um Salvador para Ele mesmo. Por que? Porque pecado não é meramente ato, mas status (estado). A inclinação, o pendor para o pecado já é pecado. O rei Davi afirmou em Salmo 51:5 – “Eu nasci na iniqüidade, e em pecado me concebeu minha mãe”.
6. Jeremias 17:9 – “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?”
7. A criança já nasce egoísta. (Exemplo: é natural a criança não repartir seus brinquedos, sem ninguém ter-lhe ensinado isso.)
As Palavras: TUDO e TODAS AS COISAS
Estas palavras têm caráter relativo.
Hebreus 2:17, 18 – “Em todas as coisas se tornasse semelhante aos irmãos… tendo sido tentado.”
Hebreus 4:15 – “Foi tentado em todas as coisas à nossa semelhança, mas sem pecado.”
A palavra tudo é uma forma bíblica de expressão. Exemplos:
Gênesis 25:5, 6 – “Abraão deu tudo o que possuía a Isaque. Porém, aos filhos das concubinas que tinha, deu ele presentes e, …”
Gênesis 9:3 – “Tudo o que se move e vive ser-vos-á para alimento; …”
I Timóteo 4:4 – “pois tudo que Deus criou é bom, e, …”
II Pedro 2:3 – “Visto como, pelo seu divino poder, nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade, …”
Romanos 14:20 – “… Todas as coisas, na verdade, são limpas, …”
Do ponto de vista da lógica, Cristo poderia ser tentado em tudo, em todas as coisas?
1. Não foi tentado naquilo que Ele não era. Exemplo: não era mulher. Cristo era homem. A tentação de Cristo não tem que ver com cada detalhe da tentação. Seria impossível.
2. Cristo era solteiro ou casado? Solteiro. Isto quer dizer que ele não podia compreender os casados porque era solteiro?
3. Nasceu como judeu no primeiro século. Isto quer dizer que Ele não poderia entender o homem do século 21?
4. No primeiro século não havia Internet, pornografia, novelas, TV.
5. A tentação tem significado apenas quando ela é adequada a uma pessoa em particular. A acusação de Satanás não era que seres pecaminosos não poderiam guardar a lei de Deus, mas que Adão, antes da queda, não podia fazê-lo.
6. A identificação de Cristo conosco, em nossas tentações está em Sua vitória sobre a essência do pecado, porque toda tentação tem um elemento comum: levar-nos a viver de forma independente de Deus.
Conclusão – Do ponto de vista lógico, Ele não poderia ser tentado em todas as coisas. Esta é uma idéia provinciana, pequena.
A Palavra Semelhante
Romanos 1:23 – “E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem…”
Romanos 5:14 – “… mesmo sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão…”
Romanos 6:5 – “Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, …”
Semelhança não quer dizer igual. Jesus Cristo veio em semelhança e não em igualdade.
Apocalipse 9:7 – “O aspecto dos gafanhotos era semelhante a cavalos…”
Hebreus 7:15 – “E isto é ainda muito mais evidente, quando, à semelhança de Melquisedeque…”
Semelhança não era igualdade absoluta.
Jesus Cristo semelhança de Cristo.
Homem, aparência de judeu, filho de José e Maria, tinha uma mãe, tinha uma linhagem de genealogia humana, passou pelas leis do desenvolvimento humano, características físicas, sono, fadiga, fome, sede. EGW – Cristo veio com quatro mil anos de degenerescência.
Não nasceu como todos nós nascemos. Cristo é diferente.
Davi disse: “todos nós nascemos em pecado e em pecado me concebeu minha mãe.” De Cristo, você não pode dizer isto.
Foi gerado pelo Espírito Santo. I João 3:5 – Nele não existe pecado.
Pecado não é só ato, mas estado e condição. Jesus não veio em estado pecaminoso. Exemplo:
Adultério não é só ato, mas estado.
João 14:30 – “Já não falarei muito convosco, porque aí vem o príncipe do mundo; e ele nada tem em mim.”
João 8:46 – “Quem dentre vós me convence do pecado?…”
Pecado não é só ação. É o estado que precede a ação. Você não é pecador porque peca, mas peca porque é pecador. Há um estado que antecede a ação.
Pr. Alberto Timm
Fonte: Novo Tempo
domingo, 9 de janeiro de 2011
É Possível Viver Sem Pecar?
Muitos Adventistas ainda mantêm o pensamento de que podemos alcançar uma “perfeição” moral tal que nos torne incapazes de cometer pecado.
Uma das passagens mais citadas é:
“Qualquer que permanece nEle não peca; qualquer que peca não O viu nem O conheceu” (1Jo 3:6) – Almeida Revista e Corrigida.
Com base nesta declaração, estas pessoas dizem que, se ficarmos realmente ligados a Deus, não praticaremos nenhum pecado.
O que acontece é que este verso não foi traduzido seguindo um “detalhe” da gramática grega. A versão Almeida Revista e Atualizada (ARA) corrigiu esta aparente “falha”. Veja:
“Todo aquele que permanece nEle não vive pecando; todo aquele que vive pecando não O viu, nem O conheceu”.
A expressão em negrito (destaque) está escrito no tempo verbal grego que dá um sentido de “presente contínuo”. Ou seja, a pessoa que permanece em Deus vive CONTINUAMENTE afastando-se do pecado. Não é um ato passado, pontual (que no grego é chamado de “aoristo”), mas durante toda a vida. Por isso o texto da ARA está mais coerente com o que João escreveu em sua epístola.
Portanto, NÃO é possível viver sem pecar.
Esta teoria equivocada do “PERFECCIONISMO” não é nova entre os Adventistas, e já provocou acalorados debates no passado. Graças a Deus, que o Espírito Santo, a Pessoa da Trindade que nos conduz em direção à Verdade, sempre guiou a Igreja para longe destes fanatismos e interpretações pessoais das Escrituras.
Os que desejarem conhecer melhor este movimento perfeccionista que se infiltrou no meio Adventista há décadas, poderão estudar um bom livro de História Denominacional. Sugiro o excelente material do Dr. Luiz Nunes (publicado pelo UNASP), o qual mostra claramente a relação entre as Crises na Igreja Apostólica e na Igreja Adventistas do 7º Dia.
Para um resumo sobre este assunto, clique aqui.
Outras postagens onde já tratei deste tema:
Crises no Movimento Adventista
O que é Santificação?
Quero, ainda, aproveitar para alertar os diretores e diretoras de Escola Sabatina sobre a escolha das pessoas que dirigem as Unidades de Ação a cada sábado. Verdadeiras heresias e blasfêmias têm sido disseminadas, exatamente porque pessoas sem nenhuma condição teológica de serem professores estão sendo colocadas em tais funções.
A Igreja de Deus precisa ser protegida contra estas pessoas que se consideram acima dos demais em matéria teológica, e acreditam que são os “donos da Verdade”. Se elas mantêm um espírito de orgulho intelectual, críticas, discórdas e dissidências, NÃO PODEM ser colocadas para ensinarem os membros.
“Como o carvão é para a brasa, e a lenha, para o fogo, assim é o homem contencioso para acender rixas” (Prov. 26:21).
Pr.Gilson Medeiros
http://prgilsonmedeiros.blogspot.com
Fonte: Novo Tempo
Uma das passagens mais citadas é:
“Qualquer que permanece nEle não peca; qualquer que peca não O viu nem O conheceu” (1Jo 3:6) – Almeida Revista e Corrigida.
Com base nesta declaração, estas pessoas dizem que, se ficarmos realmente ligados a Deus, não praticaremos nenhum pecado.
O que acontece é que este verso não foi traduzido seguindo um “detalhe” da gramática grega. A versão Almeida Revista e Atualizada (ARA) corrigiu esta aparente “falha”. Veja:
“Todo aquele que permanece nEle não vive pecando; todo aquele que vive pecando não O viu, nem O conheceu”.
A expressão em negrito (destaque) está escrito no tempo verbal grego que dá um sentido de “presente contínuo”. Ou seja, a pessoa que permanece em Deus vive CONTINUAMENTE afastando-se do pecado. Não é um ato passado, pontual (que no grego é chamado de “aoristo”), mas durante toda a vida. Por isso o texto da ARA está mais coerente com o que João escreveu em sua epístola.
Portanto, NÃO é possível viver sem pecar.
Esta teoria equivocada do “PERFECCIONISMO” não é nova entre os Adventistas, e já provocou acalorados debates no passado. Graças a Deus, que o Espírito Santo, a Pessoa da Trindade que nos conduz em direção à Verdade, sempre guiou a Igreja para longe destes fanatismos e interpretações pessoais das Escrituras.
Os que desejarem conhecer melhor este movimento perfeccionista que se infiltrou no meio Adventista há décadas, poderão estudar um bom livro de História Denominacional. Sugiro o excelente material do Dr. Luiz Nunes (publicado pelo UNASP), o qual mostra claramente a relação entre as Crises na Igreja Apostólica e na Igreja Adventistas do 7º Dia.
Para um resumo sobre este assunto, clique aqui.
Outras postagens onde já tratei deste tema:
Crises no Movimento Adventista
O que é Santificação?
Quero, ainda, aproveitar para alertar os diretores e diretoras de Escola Sabatina sobre a escolha das pessoas que dirigem as Unidades de Ação a cada sábado. Verdadeiras heresias e blasfêmias têm sido disseminadas, exatamente porque pessoas sem nenhuma condição teológica de serem professores estão sendo colocadas em tais funções.
A Igreja de Deus precisa ser protegida contra estas pessoas que se consideram acima dos demais em matéria teológica, e acreditam que são os “donos da Verdade”. Se elas mantêm um espírito de orgulho intelectual, críticas, discórdas e dissidências, NÃO PODEM ser colocadas para ensinarem os membros.
“Como o carvão é para a brasa, e a lenha, para o fogo, assim é o homem contencioso para acender rixas” (Prov. 26:21).
Pr.Gilson Medeiros
http://prgilsonmedeiros.blogspot.com
Fonte: Novo Tempo
domingo, 26 de dezembro de 2010
sábado, 11 de dezembro de 2010
Campanha em prol ao Mutirão de Natal é feita em supermercado
Maringá, PR ... [ASN] A rede de supermercados Bem Bom, em Maringá, abriu as portas para os agentes voluntários da ADRA (Agência de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais) para a realização da campanha Mutirão de Natal.
Para Maria Souza, a campanha é válida, pois muitas famílias poderão ter um natal feliz. "Essa iniciativa da Igreja Adventista é bem vinda, com certeza participarei fazendo a minha doação", destaca a dona de casa. Rose Albuquerque, que esteve acompanhando a campanha desde cedo, também elogiou a equipe da ADRA e disse que todos os anos colabora fazendo a sua doação de alimentos.
Para a assistente social do Norte do Paraná, Caroline Neves da Paz, foi um trabalho de qualidade. "O Mutirão de Natal nos faz olhar com amor e compaixão para aqueles que precisam de nossas ajudas, nosso objetivo é exatamente esse levar a essas famílias esperança de melhorias, de que ainda existem pessoas dispostas a contribuir e que se preocupam com o próximo", afirma Caroline da Paz. [Equipe ASN, Dina Karla Miranda]
Fonte: Portal Adventista
Para Maria Souza, a campanha é válida, pois muitas famílias poderão ter um natal feliz. "Essa iniciativa da Igreja Adventista é bem vinda, com certeza participarei fazendo a minha doação", destaca a dona de casa. Rose Albuquerque, que esteve acompanhando a campanha desde cedo, também elogiou a equipe da ADRA e disse que todos os anos colabora fazendo a sua doação de alimentos.
Para a assistente social do Norte do Paraná, Caroline Neves da Paz, foi um trabalho de qualidade. "O Mutirão de Natal nos faz olhar com amor e compaixão para aqueles que precisam de nossas ajudas, nosso objetivo é exatamente esse levar a essas famílias esperança de melhorias, de que ainda existem pessoas dispostas a contribuir e que se preocupam com o próximo", afirma Caroline da Paz. [Equipe ASN, Dina Karla Miranda]
Fonte: Portal Adventista
Rede Educacional Adventista adere a material pedagógico inovador
Tatuí, SP... [ASN] Estudar, aprender e construir um bom futuro. Objetivos que pais, alunos e educadores buscam incessantemente. Sabendo disso, a Rede Educacional Adventista desenvolveu o primeiro material para a Educação Infantil com base em sua filosofia educacional, investindo numa formação de qualidade que atenda a todos os aspectos cognitivos do educando e que prepare para a vida. A coleção Interagir e Crescer Nosso Amiguinho é o novo lançamento da Casa Publicadora Brasileira em parceria com a Rede Adventista. Um projeto pedagógico com proposta inovadora, design moderno e a criatividade da Turma do Nosso Amiguinho.
A Secretaria de Educação Básica do Brasil, dentro do seu programa “Caminhos do Direito de Aprender”, apresenta boas práticas de 26 municípios que melhoraram a qualidade da educação. De acordo com a análise, métodos como o uso de linguagens variadas (arte, literatura, apresentações, música), dinamismo e educação contextualizada estão relacionados à rota do sucesso educacional. Neste sentido, a coleção Interagir e Crescer Nosso Amiguinho oferece exatamente o que funciona na educação brasileira.
Por meio da socialização e do diálogo, contribui para o autoconhecimento, desenvolvimento de habilidades e a construção de valores e saberes. Levando-se em conta as faixas etárias, os conteúdos são selecionados de acordo com o referencial curricular próprio da Educação Infantil. A coleção está organizada em pastas semestrais com um importante diferencial: o material é disposto em blocos temáticos, com fichas destacáveis que possibilitam a flexibilidade do uso conforme a realidade escolar e a escolha do tópico mais propício ao aprendizado de cada disciplina.
Além de todas as atividades lúdicas e o visual atraente, o ensino se torna mais prazeroso graças a dois elementos da coleção: músicas e bonecos manipuláveis. Abusando da criatividade e interatividade, os bonecos da Turma do Nosso Amiguinho dinamizam as aulas e dão vida à instrução. Usados como ferramenta pedagógica, criam elo com a criança que, desde cedo, se prepara com mais segurança para ser inserida em comunidades. A educação, apreendida de maneira não convencional, fortalece a interação social e melhora os desempenhos da linguagem oral e da imaginação.
Já os CDs despertam e aprimoram a apreciação musical. Eles ajudam também na organização da rotina escolar, pois suas canções orientam, ensinam, divertem e promovem a reflexão dos assuntos discutidos em sala de aula. Assim, as crianças aprendem, brincando. Ao optar pela coleção Interagir e Crescer Nosso Amiguinho, a Rede de Educação Adventista sai na frente mais uma vez, pois une a excelência de conteúdo à aplicação do mesmo, o que se traduz em eficiência pedagógica. Seu destaque no mercado como rede privada de ensino confessional se confirma a todo tempo, afinal não basta oferecer um bom serviço unilateral, é preciso oferecer qualidade plena através da educação integral. [Equipe ASN - Sueli Ferreira de Oliveira]
Fonte :Portal Adventista
A Secretaria de Educação Básica do Brasil, dentro do seu programa “Caminhos do Direito de Aprender”, apresenta boas práticas de 26 municípios que melhoraram a qualidade da educação. De acordo com a análise, métodos como o uso de linguagens variadas (arte, literatura, apresentações, música), dinamismo e educação contextualizada estão relacionados à rota do sucesso educacional. Neste sentido, a coleção Interagir e Crescer Nosso Amiguinho oferece exatamente o que funciona na educação brasileira.
Por meio da socialização e do diálogo, contribui para o autoconhecimento, desenvolvimento de habilidades e a construção de valores e saberes. Levando-se em conta as faixas etárias, os conteúdos são selecionados de acordo com o referencial curricular próprio da Educação Infantil. A coleção está organizada em pastas semestrais com um importante diferencial: o material é disposto em blocos temáticos, com fichas destacáveis que possibilitam a flexibilidade do uso conforme a realidade escolar e a escolha do tópico mais propício ao aprendizado de cada disciplina.
Além de todas as atividades lúdicas e o visual atraente, o ensino se torna mais prazeroso graças a dois elementos da coleção: músicas e bonecos manipuláveis. Abusando da criatividade e interatividade, os bonecos da Turma do Nosso Amiguinho dinamizam as aulas e dão vida à instrução. Usados como ferramenta pedagógica, criam elo com a criança que, desde cedo, se prepara com mais segurança para ser inserida em comunidades. A educação, apreendida de maneira não convencional, fortalece a interação social e melhora os desempenhos da linguagem oral e da imaginação.
Já os CDs despertam e aprimoram a apreciação musical. Eles ajudam também na organização da rotina escolar, pois suas canções orientam, ensinam, divertem e promovem a reflexão dos assuntos discutidos em sala de aula. Assim, as crianças aprendem, brincando. Ao optar pela coleção Interagir e Crescer Nosso Amiguinho, a Rede de Educação Adventista sai na frente mais uma vez, pois une a excelência de conteúdo à aplicação do mesmo, o que se traduz em eficiência pedagógica. Seu destaque no mercado como rede privada de ensino confessional se confirma a todo tempo, afinal não basta oferecer um bom serviço unilateral, é preciso oferecer qualidade plena através da educação integral. [Equipe ASN - Sueli Ferreira de Oliveira] Fonte :Portal Adventista
Ellen White e o Natal
Quando chega o Natal, muitos interrogam: É certo fazermos comemoração do Natal, uma vez que não sabemos nem o dia em que Jesus nasceu? É certo colocarmos uma árvore de Natal na igreja, para alegria das crianças? Ellen White, nesta entrevista, nos orienta a respeito deste assunto. As perguntas são formuladas por nós, mas as respostas são literalmente da pena de Ellen G. White. Veja a fonte no final da entrevista.
Pergunta: Sra. White, podemos saber exatamente o dia em que Jesus nasceu?
E.G.W.: “A Bíblia não nos informa a data precisa do nascimento de Jesus. Se o Senhor tivesse considerado este conhecimento essencial para nossa salvação, ele se teria pronunciado através de Seus profetas e apóstolos, para que pudéssemos saber tudo a respeito do assunto. Mas o silêncio das Escrituras sobre este ponto dá-nos a evidência de que ele nos foi ocultado por razões as mais sábias.”
Pergunta: Se não sabemos o dia exato do nascimento de Jesus, é lícito realizarmos algum tipo de comemoração no dia 25 de dezembro, dia em que o mundo cristão comemora esse acontecimento?
E.G.W.: “Sendo que o 25 de dezembro é observado em comemoração do nascimento de Cristo, e sendo que as crianças têm sido instruídas por preceito e exemplo que este foi indubitavelmente um dia de alegria e regozijo, ser-vos-á difícil passar por alto este período sem lhes dar alguma atenção. Ele pode ser utilizado para um bom propósito.”
Pergunta: O que a senhora acha sobre o costume de dar presentes na época do Natal?
E.G.W.: “É agradável receber um presente, mesmo simples, daqueles a quem amamos. É uma afirmação de que não estamos esquecidos, e parece ligar-nos a eles mais intimamente… Está certo concedermos a outros demonstrações de amor e afeto, se em assim fazendo não esquecermos a Deus, o nosso melhor amigo. Devemos dar nossos presentes de tal maneira que se provem um real benefício ao que recebe. Eu recomendaria determinados livros que fossem um auxílio na compreensão da Palavra de Deus, ou que aumentem nosso amor por seus preceitos.
Pergunta: E como podemos manifestar a Jesus nosso reconhecimento nas festividades do Natal?
E.G.W.: “Irmãos e irmãs, enquanto estais planejando dar presentes uns aos outros, desejo lembrar-vos nosso Amigo celestial, para que não passeis por alto Suas reivindicações. Não se agradará Ele se mostrarmos que não O esquecemos? Jesus, o Príncipe da Vida, deu tudo a fim de pôr a salvação ao nosso alcance. Ele sofreu mesmo até a morte, para que nos pudesse dar a vida eterna… Não deve nosso Benfeitor celestial participar das provas de nossa gratidão e amor? Vinde, irmãos e irmãs, vinde com vossos filhos, mesmo os bebês em vossos braços, e trazei ofertas a Deus, segundo vossas possibilidades. Cantai ao Senhor em vosso coração, e esteja em vossos lábios o Seu louvor.”
Pergunta: A senhora vê alguma forma mais sensata de comemorarmos o Natal, do que aquela que é freqüentemente praticada entre os cristãos?
E.G.W.: “Temos o privilégio de afastar-nos dos costumes e práticas desta época degenerada; em vez de gastar meios meramente na satisfação do apetite, ou com ornamentos desnecessários ou artigos de vestuário, podemos tornar as festividades uma ocasião para honrar e glorificar a Deus. Cristo deve ser o objetivo supremo; mas da maneira em que o Natal tem sido observado, a glória é desviada dEle para o homem mortal, cujo caráter pecaminoso e defeituoso tornou necessário que Ele viesse ao nosso mundo. Jesus a Majestade do Céu, o nobre Rei do Céu, pôs de lado Sua realeza, deixou Seu trono de glória, Sua alta posição, e veio ao nosso mundo para trazer ao homem caído, debilitado nas faculdades morais e corrompido pelo pecado, auxílio divino… Os pais deviam trazer essas coisas ao conhecimento de seus filhos e instruí-los mandamento sobre mandamento, regra sobre regra, em suas obrigações para com Deus.”
Pergunta: E como fazer isso de tal forma que as crianças compreendam e aceitem de boa vontade?
E.G.W.: “Há muita coisa que pode ser planejada com gosto e muito menos dispêndio do que os desnecessários presentes que são freqüentemente oferecidos a nosso filhos e parentes, podendo assim ser mostrada cortesia e a felicidade de ser levada ao lar. Podeis ensinar uma lição aos vossos filhos enquanto lhes explicais a razão por que tendes feito uma mudança no valor de seus presentes, dizendo-lhes que estais convencidos de que tendes até então considerado o prazer deles mais que a glória de Deus… Como os magos do passado, podeis oferecer a Deus vossos melhores dons e mostrar por vossas ofertas a Ele que apreciais Seu dom por um mundo pecaminoso. Levai os pensamentos de vossos filhos através de um canal novo, altruístico, incitando-os a apresentar ofertas a Deus pelo dom do Seu Unigênito Filho.
Pergunta: E quanto ao costume de se colocar uma árvore de Natal na igreja?
E.G.W.: “Deus muito se alegraria se no Natal cada igreja tivesse uma árvore de Natal sobre a qual pendurar ofertas, grandes e pequenas, para essas casas de culto. Têm chegado a nós cartas com a interrogação: Devemos ter árvore de Natal? Não seria isto acompanhar o mundo? Respondemos: Podeis fazê-lo à semelhança do mundo, se tiverdes disposição para isto, ou podeis fazê-lo muito diferente. Não há particular pecado em selecionar um perfumoso pinheiro e pô-lo em nossas igrejas, mas o pecado está no motivo que induz à ação e no uso que é feito dos presentes postos na árvore. A árvore pode ser tão alta e seus ramos tão vastos quanto o requeiram a ocasião; mas os seus galhos estejam carregados com o fruto de ouro e prata de vossa beneficência, e apresentai vossas doações santificadas pela oração. As festividades de Natal e Ano Novo podem e devem ser celebradas em favor dos necessitados que têm família grande para sustentar.”
…
Nota: Todas as respostas acima colocadas são da pena de Ellen G. White, e encontram-se no livro Lar Adventista, às páginas 477 – 482.
Fonte: Novo Tempo
Pergunta: Sra. White, podemos saber exatamente o dia em que Jesus nasceu?
E.G.W.: “A Bíblia não nos informa a data precisa do nascimento de Jesus. Se o Senhor tivesse considerado este conhecimento essencial para nossa salvação, ele se teria pronunciado através de Seus profetas e apóstolos, para que pudéssemos saber tudo a respeito do assunto. Mas o silêncio das Escrituras sobre este ponto dá-nos a evidência de que ele nos foi ocultado por razões as mais sábias.”
Pergunta: Se não sabemos o dia exato do nascimento de Jesus, é lícito realizarmos algum tipo de comemoração no dia 25 de dezembro, dia em que o mundo cristão comemora esse acontecimento?
E.G.W.: “Sendo que o 25 de dezembro é observado em comemoração do nascimento de Cristo, e sendo que as crianças têm sido instruídas por preceito e exemplo que este foi indubitavelmente um dia de alegria e regozijo, ser-vos-á difícil passar por alto este período sem lhes dar alguma atenção. Ele pode ser utilizado para um bom propósito.”
Pergunta: O que a senhora acha sobre o costume de dar presentes na época do Natal?
E.G.W.: “É agradável receber um presente, mesmo simples, daqueles a quem amamos. É uma afirmação de que não estamos esquecidos, e parece ligar-nos a eles mais intimamente… Está certo concedermos a outros demonstrações de amor e afeto, se em assim fazendo não esquecermos a Deus, o nosso melhor amigo. Devemos dar nossos presentes de tal maneira que se provem um real benefício ao que recebe. Eu recomendaria determinados livros que fossem um auxílio na compreensão da Palavra de Deus, ou que aumentem nosso amor por seus preceitos.
Pergunta: E como podemos manifestar a Jesus nosso reconhecimento nas festividades do Natal?
E.G.W.: “Irmãos e irmãs, enquanto estais planejando dar presentes uns aos outros, desejo lembrar-vos nosso Amigo celestial, para que não passeis por alto Suas reivindicações. Não se agradará Ele se mostrarmos que não O esquecemos? Jesus, o Príncipe da Vida, deu tudo a fim de pôr a salvação ao nosso alcance. Ele sofreu mesmo até a morte, para que nos pudesse dar a vida eterna… Não deve nosso Benfeitor celestial participar das provas de nossa gratidão e amor? Vinde, irmãos e irmãs, vinde com vossos filhos, mesmo os bebês em vossos braços, e trazei ofertas a Deus, segundo vossas possibilidades. Cantai ao Senhor em vosso coração, e esteja em vossos lábios o Seu louvor.”
Pergunta: A senhora vê alguma forma mais sensata de comemorarmos o Natal, do que aquela que é freqüentemente praticada entre os cristãos?
E.G.W.: “Temos o privilégio de afastar-nos dos costumes e práticas desta época degenerada; em vez de gastar meios meramente na satisfação do apetite, ou com ornamentos desnecessários ou artigos de vestuário, podemos tornar as festividades uma ocasião para honrar e glorificar a Deus. Cristo deve ser o objetivo supremo; mas da maneira em que o Natal tem sido observado, a glória é desviada dEle para o homem mortal, cujo caráter pecaminoso e defeituoso tornou necessário que Ele viesse ao nosso mundo. Jesus a Majestade do Céu, o nobre Rei do Céu, pôs de lado Sua realeza, deixou Seu trono de glória, Sua alta posição, e veio ao nosso mundo para trazer ao homem caído, debilitado nas faculdades morais e corrompido pelo pecado, auxílio divino… Os pais deviam trazer essas coisas ao conhecimento de seus filhos e instruí-los mandamento sobre mandamento, regra sobre regra, em suas obrigações para com Deus.”
Pergunta: E como fazer isso de tal forma que as crianças compreendam e aceitem de boa vontade?
E.G.W.: “Há muita coisa que pode ser planejada com gosto e muito menos dispêndio do que os desnecessários presentes que são freqüentemente oferecidos a nosso filhos e parentes, podendo assim ser mostrada cortesia e a felicidade de ser levada ao lar. Podeis ensinar uma lição aos vossos filhos enquanto lhes explicais a razão por que tendes feito uma mudança no valor de seus presentes, dizendo-lhes que estais convencidos de que tendes até então considerado o prazer deles mais que a glória de Deus… Como os magos do passado, podeis oferecer a Deus vossos melhores dons e mostrar por vossas ofertas a Ele que apreciais Seu dom por um mundo pecaminoso. Levai os pensamentos de vossos filhos através de um canal novo, altruístico, incitando-os a apresentar ofertas a Deus pelo dom do Seu Unigênito Filho.
Pergunta: E quanto ao costume de se colocar uma árvore de Natal na igreja?
E.G.W.: “Deus muito se alegraria se no Natal cada igreja tivesse uma árvore de Natal sobre a qual pendurar ofertas, grandes e pequenas, para essas casas de culto. Têm chegado a nós cartas com a interrogação: Devemos ter árvore de Natal? Não seria isto acompanhar o mundo? Respondemos: Podeis fazê-lo à semelhança do mundo, se tiverdes disposição para isto, ou podeis fazê-lo muito diferente. Não há particular pecado em selecionar um perfumoso pinheiro e pô-lo em nossas igrejas, mas o pecado está no motivo que induz à ação e no uso que é feito dos presentes postos na árvore. A árvore pode ser tão alta e seus ramos tão vastos quanto o requeiram a ocasião; mas os seus galhos estejam carregados com o fruto de ouro e prata de vossa beneficência, e apresentai vossas doações santificadas pela oração. As festividades de Natal e Ano Novo podem e devem ser celebradas em favor dos necessitados que têm família grande para sustentar.”
…
Nota: Todas as respostas acima colocadas são da pena de Ellen G. White, e encontram-se no livro Lar Adventista, às páginas 477 – 482.
Fonte: Novo Tempo
Sempre é natal
Em visita à capital do Rio Grande do Norte, li certa vez os dizeres: “Aqui é Natal o ano inteiro” Com a chegada do fim do ano, nossos pensamentos se voltam para a data comemorativa do nascimento de Jesus Cristo. À parte a discussão sobre o dia desse acontecimento, que certamente não foi em 25 de dezembro, resta lembrar que ele representou uma das três ocasiões mais significativas para a história deste mundo, sendo as outras duas a criação e a volta de Jesus.
Ao lembrar essa data, vem à mente o espírito do Natal, representado biblicamente por dois acontecimentos exemplares. O primeiro é a dádiva de Deus de Seu próprio Filho, o maior presente oferecido na história universal, concedido à humanidade caída. O segundo é a oferta dos dois grupos humanos que visitaram o recém-nascido Jesus em Belém: “Ao entrarem na casa, [os magos] viram o menino com Maria, Sua mãe, e, prostrando-se, O adoraram. Então, abriram os seus tesouros e Lhe deram presentes: ouro, incenso e mirra” (Mt 2:11) * Pastores também deixaram seus labores no campo a fim de homenageá-Lo (Lc 2:15,16).
Esse espírito toma conta da cristandade nas festas de fim de ano. A maior evidência da graça de Deus nos leva também a presentear. De modo geral, esse impulso de generosidade é dirigido primariamente aos familiares e amigos mais próximos. Trocamos presentes em nossas comemorações natalinas familiares, o que, em si, não está errado.
Como em todas as boas coisas, a ganância humana logo percebeu que poderia lucrar com a bondade gerada por esse espírito. E haja promoções natalinas em todas as áreas do comércio. Haja propagandas com temas natalinos em harpas paraguaias. Papais-noéis, árvores de natal enfeitadas com neve de isopor, luzes piscantes made in China, tudo para arrancar dos incautos um pouco mais de dinheiro com a “festa máxima da cristandade”.
Para ficar no tema da predominância do egoísmo, destacam-se ainda os excessos nas comemorações, em que o abuso do álcool e a glutonaria tiram do ser humano todo resquício do espírito de louvor e adoração que deveria predominar na celebração da maior dádiva oferecida por Deus à humanidade.
Esses desvios levam muitos a detestar o Natal, como algo desumano e pagão (e muitas vezes as celebrações não passam desse nível). Mas o cristão sincero não precisa fugir do que é bom por causa dos excessos incentivados pelo mal. O verdadeiro espírito de Natal pode fazer maravilhas.
O conselho de Jesus a respeito dos jantares pode ser aplicado perfeitamente ao oferecimento de presentes: “Quando você der um banquete ou jantar, não convide seus amigos, irmãos ou parentes, nem seus vizinhos ricos; se o fizer, eles poderão também, por sua vez, convidá-lo, e assim você será recompensado. Mas, quando der um banquete, convide os pobres, os aleijados, os mancos e os cegos. Feliz será você, porque estes não têm como retribuir. A sua recompensa virá na ressurreição dos justos” (Lc 14:13).
Em suas celebrações natalinas, lembre-se dos despossuídos, dos solitários, dos enfermos. Convide aquele colportor-estudante ou outros jovens que estão longe de casa ou cuja família não pertence à mesma fé. Convide aquele divorciado ou aquela viúva que não tem com quem cear. Lembre-se de oferecer de presente algo útil àquela pessoa necessitada de sua igreja ou àquele vizinho desempregado. E não pense em doar apenas coisas materiais. Doe também seu tempo, seu carinho, atenção, ouvidos para ouvir e compreender.
Envolva-se no Mutirão de Natal. Participe das promoções natalinas de sua igreja. Mas lembre-se de que as necessidades não se esgotam no dia 26 de dezembro. “Os pobres”, disse Jesus, “vocês sempre terão consigo” (Jo 12:8). As necessidades materiais e espirituais se estendem aos outros 364 dias do ano. Transforme a vida numa eterna doação aos outros. Adote como estilo de vida o espírito do Natal. Nesse sentido, é Natal o ano inteiro. Viva o Natal!
Lícius Lindquist
www.revistaadventista.com.br
Dez/2009
Fonte: Novo Tempo
Ao lembrar essa data, vem à mente o espírito do Natal, representado biblicamente por dois acontecimentos exemplares. O primeiro é a dádiva de Deus de Seu próprio Filho, o maior presente oferecido na história universal, concedido à humanidade caída. O segundo é a oferta dos dois grupos humanos que visitaram o recém-nascido Jesus em Belém: “Ao entrarem na casa, [os magos] viram o menino com Maria, Sua mãe, e, prostrando-se, O adoraram. Então, abriram os seus tesouros e Lhe deram presentes: ouro, incenso e mirra” (Mt 2:11) * Pastores também deixaram seus labores no campo a fim de homenageá-Lo (Lc 2:15,16).
Esse espírito toma conta da cristandade nas festas de fim de ano. A maior evidência da graça de Deus nos leva também a presentear. De modo geral, esse impulso de generosidade é dirigido primariamente aos familiares e amigos mais próximos. Trocamos presentes em nossas comemorações natalinas familiares, o que, em si, não está errado.
Como em todas as boas coisas, a ganância humana logo percebeu que poderia lucrar com a bondade gerada por esse espírito. E haja promoções natalinas em todas as áreas do comércio. Haja propagandas com temas natalinos em harpas paraguaias. Papais-noéis, árvores de natal enfeitadas com neve de isopor, luzes piscantes made in China, tudo para arrancar dos incautos um pouco mais de dinheiro com a “festa máxima da cristandade”.
Para ficar no tema da predominância do egoísmo, destacam-se ainda os excessos nas comemorações, em que o abuso do álcool e a glutonaria tiram do ser humano todo resquício do espírito de louvor e adoração que deveria predominar na celebração da maior dádiva oferecida por Deus à humanidade.
Esses desvios levam muitos a detestar o Natal, como algo desumano e pagão (e muitas vezes as celebrações não passam desse nível). Mas o cristão sincero não precisa fugir do que é bom por causa dos excessos incentivados pelo mal. O verdadeiro espírito de Natal pode fazer maravilhas.
O conselho de Jesus a respeito dos jantares pode ser aplicado perfeitamente ao oferecimento de presentes: “Quando você der um banquete ou jantar, não convide seus amigos, irmãos ou parentes, nem seus vizinhos ricos; se o fizer, eles poderão também, por sua vez, convidá-lo, e assim você será recompensado. Mas, quando der um banquete, convide os pobres, os aleijados, os mancos e os cegos. Feliz será você, porque estes não têm como retribuir. A sua recompensa virá na ressurreição dos justos” (Lc 14:13).
Em suas celebrações natalinas, lembre-se dos despossuídos, dos solitários, dos enfermos. Convide aquele colportor-estudante ou outros jovens que estão longe de casa ou cuja família não pertence à mesma fé. Convide aquele divorciado ou aquela viúva que não tem com quem cear. Lembre-se de oferecer de presente algo útil àquela pessoa necessitada de sua igreja ou àquele vizinho desempregado. E não pense em doar apenas coisas materiais. Doe também seu tempo, seu carinho, atenção, ouvidos para ouvir e compreender.
Envolva-se no Mutirão de Natal. Participe das promoções natalinas de sua igreja. Mas lembre-se de que as necessidades não se esgotam no dia 26 de dezembro. “Os pobres”, disse Jesus, “vocês sempre terão consigo” (Jo 12:8). As necessidades materiais e espirituais se estendem aos outros 364 dias do ano. Transforme a vida numa eterna doação aos outros. Adote como estilo de vida o espírito do Natal. Nesse sentido, é Natal o ano inteiro. Viva o Natal!
Lícius Lindquist
www.revistaadventista.com.br
Dez/2009
Fonte: Novo Tempo
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