quinta-feira, 5 de maio de 2011

Clubes da região Baixo Amazonas comemoram dia Mundial dos Desbravadores

Belém, PA...[ASN] No Dia Mundial do Desbravador, 30 de abril, os 275 clubes de Desbravadores da Associação Baixo Amazonas realizaram uma programação especial em suas igrejas. O Clube de Desbravadores da Igreja do Coqueiro realizou uma programação mostrando o valor de um verdadeiro desbravador. O Clube J.U.C.A. (Jovens Unidos Com Amor) foi representado na plataforma da Igreja conduzindo o culto da manhã de sábado acompanhados pelo pastor Aquino Bastos, líder do Ministério Jovem na União Norte Brasileira, que levou a mensagem da Palavra de Deus para os membros.

Durante o sermão, pastor Aquino ressaltou a importância do Clube de Desbravadores: “O Clube de Desbravadores é uma agremiação que nasceu no coração de Deus. Ao longo desses 61 anos de existência (mundialmente), o Clube tem sido o cartão postal da Igreja e tem alcançado seu grande objetivo que é salvar do pecado e guiar no serviço”, falou.

Na ocasião, os juvenis puseram em exposição os troféus e prêmios que receberam nos eventos e acampamentos que já participaram. O diretor do Clube, Domingos Silva, recebeu seu prêmio das mãos do pastor Aquino em reconhecimento ao trabalho realizado. Mostrando seu orgulho de estar neste grupo, Domingos disse estar muito feliz pelo prêmio recebido: “Ter sido lembrado no Dia Mundial do Desbravador é motivo de alegria, uma realização para mim”. O diretor conta que foi o fundador do Clube J.U.C.A há 23 anos atrás e, desde então, jamais se desligou dele. No final do sermão, Aquino Bastos fez um apelo aos pais dos desbravadores para que se comprometam em apoiar mais os filhos e cada um deles recebeu uma insígnia como agradecimento e incentivo. [Equipe ASN, Thais Silva]

Fonte: Portal Adventista

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Origem da Páscoa

Encontrei este texto nos meus arquivos, e não sei quem é o autor. Mas creio que vale a pena publicá-lo, para refletirmos um pouquinho sobre a origem da páscoa, como ela foi instituída e sobre outras páscoas que não são cristãs. Boa leitura.
Páscoa
DEFINIÇÃO: Festa religiosa, em que os judeus comemoram sua saída do Egito, sob o comando de Moisés. Festa religiosa, em que os cristãos comemoram a ressurreição de Cristo, seu fundador. Ambas definições estão juntas no “Dicionário Cultural da Língua Portuguesa” da Editora Brasiliense S/A sob a coordenação geral de Faissal El-khatib. A palavra Páscoa vem da palavra hebráica “pesach” e do grego “pascha” que significam “passagem”. Podem ter diversos significados tais como: passagem da morte para a vida – passagem de Deus para nos salvar – passagem da escravidão para a liberdade, enfim, a passagem pela qual o homem que se encontra neste mundo, passa para um novo céu e uma nova terra.
HISTÓRIA E INSTITUIÇÃO DA PÁSCOA
Israel ainda era apenas um povo escravizado no Egito, quando Moisés foi enviado por Deus, para libertar Seu povo. O Faraó, obviamente não quis perder o braço escravo e não permitiu a saída dos israelitas. Ocorreu então o derramamento das pragas, mas, contudo Faraó não deixou que os israelitas se fossem. O juízo de que o Egito fora em primeiro lugar advertido, deveria ser o último a ser mandado. Deus é longânimo e cheio de misericórdia.
Tem terno cuidado pelos seres formados à Sua imagem. Se a perda das suas colheitas, rebanhos e gado, houvesse levado o Egito ao arrependimento, os filhos não teriam sido atingidos; mas a nação obstinadamente resistiu à ordem divina, e agora o golpe final estava prestes a ser desferido. A Moisés tinha sido proibido, sob pena de morte, aparecer outra vez à presença de Faraó; mas uma última mensagem da parte de Deus deveria ser proferida ao rebelde rei, e novamente Moisés veio perante ele, com o terrível anúncio: “Assim o Senhor tem dito: À meia-noite Eu sairei pelo meio do Egito; e todo o primogênito na terra do Egito morrerá, desde o primogênito de Faraó, que se assenta com ele sobre o seu trono, até o primogênito da serva que está detrás da mó, e todo o primogênito dos animais”. Êx. 11:4 e 5.
Antes da execução desta sentença, o Senhor por meio de Moisés deu instruções aos filhos de Israel relativas à partida do Egito, e especialmente para a sua preservação no juízo por vir. Cada família, sozinha ou ligada com outras, deveria matar um cordeiro ou cabrito “sem mácula”, e com um molho de hissopo espargir seu sangue “em ambas as ombreiras, e na verga da porta” da casa, para que o anjo destruidor, vindo à meia-noite, não entrasse naquela habitação. Deviam comer a carne, assada, com pão asmo e ervas amargosas, à noite, conforme disse Moisés, com “os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a Páscoa do Senhor”. Êx. 12:1-28.
O Senhor declarou: “Passarei pela terra do Egito esta noite, e ferirei todo o primogênito na terra do Egito, desde os homens até aos animais; e sobre todos os deuses do Egito farei juízos. … E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo Eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando Eu ferir a terra do Egito.” Em comemoração a este grande livramento, uma festa devia ser observada anualmente pelo povo de Israel, em todas as gerações futuras. “Este dia vos será por memória, e celebrá-lo-eis por festa ao Senhor; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo”.
Ao observarem esta festa nos anos futuros, deviam repetir aos filhos a história deste grande livramento, conforme lhes ordenou Moisés: “Direis: Este é o sacrifício da Páscoa do Senhor, que passou as casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu aos egípcios, e livrou as nossas casas.” A PÁSCOA CRISTÃ A páscoa devia ser tanto comemorativa como típica, apontando não somente para o livramento do Egito, mas, no futuro, para o maior livramento que Cristo cumpriria libertando Seu povo do cativeiro do pecado. O cordeiro sacrifical representa o “Cordeiro de Deus”, em quem se acha nossa única esperança de salvação. Diz o apóstolo: “Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.” I Cor. 5:7. Não bastava que o cordeiro pascal fosse morto, seu sangue devia ser aspergido nas ombreiras; assim os méritos do sangue de Cristo devem ser aplicados à alma. Devemos crer que Ele morreu não somente pelo mundo, mas que morreu por nós individualmente.
Devemos tomar para o nosso proveito a virtude do sacrifício expiatório.
O hissopo empregado na aspersão do sangue era símbolo da purificação, assim sendo usado na purificação da lepra e dos que se achavam contaminados pelo contato com cadáveres. Na oração do salmista vê-se também a sua significação: “Purifica-me com hissopo, e ficarei puro; lava-me, e ficarei mais alvo do que a neve”. Sal. 51:7.
O cordeiro devia ser preparado em seu todo, não lhe sendo quebrado nenhum osso; assim, osso algum seria quebrado do Cordeiro de Deus, que por nós devia morrer. Êxo. 12:46; João 19:36. Assim também representava-se a inteireza do sacrifício de Cristo.
A carne devia ser comida. Não basta mesmo que creiamos em Cristo para o perdão dos pecados; devemos pela fé estar recebendo constantemente força e nutrição espiritual dEle, mediante Sua Palavra. Disse Cristo: “Se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o Seu sangue, não tereis vida em vós mesmos. Quem come a Minha carne e bebe o Meu sangue, tem a vida eterna”. E para explicar o que queria dizer, ajuntou: “As palavras que Eu vos disse são espírito e vida”. João 6:53, 54 e 63.
O cordeiro devia ser comido com ervas amargosas, indicando isto a amargura do cativeiro egípcio. Assim, quando nos alimentamos de Cristo, deve ser com contrição de coração, por causa de nossos pecados. O uso dos pães asmos (sem fermento) era também significativo. Era expressamente estipulado na lei da Páscoa, e de maneira igualmente estrita observado pelos judeus, em seu costume, que fermento algum se encontrasse em suas casas durante a festa. De modo semelhante, o fermento do pecado devia ser afastado de todos os que recebessem vida e nutrição de Cristo. Assim Paulo escreve à igreja dos coríntios: “Alimpai-vos, pois do fermento velho, para que sejais uma nova massa. … Porque Cristo, nossa Páscoa, foi sacrificado por nós. Pelo que façamos festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os asmos da sinceridade e da verdade.” I Cor. 5:7 e 8.
Antes de obterem liberdade, os escravos deviam mostrar fé no grande livramento prestes a realizar-se. O sinal de sangue devia ser posto em suas casas, e deviam, com as famílias, separar-se dos egípcios e reunir-se dentro de suas próprias habitações. Houvessem os israelitas desrespeitado em qualquer particular as instruções a eles dadas, houvessem negligenciado separar seus filhos dos egípcios, houvessem morto o cordeiro mas deixado de aspergir o sangue nas ombreiras, ou tivesse alguém saído de casa, e não teriam estado livres de perigo. Poderiam honestamente ter crido haver feito tudo quanto era necessário, mas não os teria salvo a sua sinceridade. Todos os que deixassem de atender às instruções do Senhor, perderiam o primogênito pela mão do destruidor.
Pela obediência, o povo devia dar prova de fé. Assim, todos os que esperam ser salvos pelos méritos do sangue de Cristo, devem compenetrar-se de que eles próprios têm algo a fazer para conseguir a salvação. Conquanto seja apenas Cristo que nos pode remir da pena da transgressão, devemos desviar-nos do pecado para a obediência. O homem deve ser salvo pela fé, e não pelas obras; contudo, a fé deve mostrar-se pelas obras. Deus deu Seu Filho para morrer como propiciação pelo pecado, Ele manifestou a luz da verdade, o caminho da vida, Ele concedeu oportunidades, ordenanças e privilégios; e agora o homem deve cooperar com esses instrumentos de salvação; deve apreciar e usar os auxílios que Deus proveu – crer e obedecer a todas as reivindicações divinas. Com vemos Jesus foi identificado com o cordeiro da “páscoa judaica”, que a exemplo daquele, foi morto para que os que cressem nÊle, não morressem. Na verdade, Jesus é a nossa Páscoa.
A INSTITUIÇÃO DA PÁSCOA CRISTÃ
Em Mateus 26:17 em diante, é narrada a celebração da última páscoa em que Jesus participou com Seus discípulos e a partir do verso 26 está a instituição da páscoa pelo Senhor Jesus, oferecendo sua vida, simbolicamente representada pelo pão, sua carne, e pelo vinho, seu sangue, que Ele derramaria no calvário, por muitos, para remissão dos pecados. A páscoa cristã, em verdade, é celebrada no coração de cada cristão, que oferece a Deus sua própria vida, salva pelo Cordeiro Divino, que tem em si mesmo, vida eterna, podendo assim, ser o cordeiro de toda família humana que o aceite como tal.
AS “OUTRAS” PÁSCOAS.
Até agora, embora aparentemente eu tenha me referido a duas páscoas, a páscoa cristã e judaica são a mesma, instituída pelo mesmo Deus, com a mesma finalidade. A diferença é que a judaica prefigura a cristã, onde o cordeiro é substituído pelo próprio “Cordeiro de Deus”, Seu Filho, Jesus. Entretanto, o mundo tem criado suas próprias “páscoas”. Assim, temos a “páscoa” dos coelhos, a “páscoa” dos ovos de chocolates, que nada lembram a salvação da qual Deus nos tem feito dignos. Desviam nossas crianças do verdadeiro sentido da páscoa, não os deixando ver que estão perdidos, necessitados de alguém que os substitua na morte. Há apenas a alegre festa dos chocolates, onde tudo parece estar muito bem, ninguém com pecados a resgatar, ninguém necessitado de um Salvador, mas apenas aguardando uma festa totalmente distanciada do verdadeiro cristianismo.
Na Páscoa Judaica, eles devem estar vestidos como quem está pronto para viajar, conscientes de que não estão em sua terra, mas partem em busca de uma nova pátria, a terra prometida. Na Páscoa Cristã, quando temos recebido Jesus, como nosso cordeiro pascal, temos que estar conscientes de que também somos peregrinos, apenas de passagem por esta terra, e aguardamos novos céus e nova terra (Apocalipse 21:1) e (II Pedro 3:13).
Como citei no começo, não sei quem é o autor do texto acima. Se você sabe quem é, pode mencionar aqui no comentário que então passarei a referenciar a fonte. De qualquer forma, fica aí, uma boa reflexão que, creio eu, nos ajudará em como nos posicionarmo diante da comemoração que se aproxima em nosso calendário.
Um abraço,
Pr. Valdeci Júnior

Fonte:Novo Tempo

Principal telejornal brasileiro exibe reportagem sobre projeto Vida por Vidas

Rio de Janeiro, RJ … [ASN] Reportagem no Jornal Nacional, um dos principais telejornais brasileiros da TV Globo, apresentou reportagem de pouco mais de dois minutos de duração sobre o projeto Vida por Vidas, de estímulo à doação de sangue e medula óssea. A iniciativa da reportagem partiu da própria Globo que desejava mostrar em todo o Brasil a iniciativa dos jovens adventistas do sétimo dia.
Na reportagem, foi apresentada a história de um casal que, logo após o seu próprio casamento, resolveu fazer parte de uma ação do Vida por Vidas no Rio Grande do Sul e doou sangue. A reportagem está em destaque no site do programa e continua repercutindo em outros veículos da emissora brasileira.
Nesta segunda-feira, dia 18 de abril, às 10 horas, no Hemocentro de Brasília, acontece o lançamento sul-americano do Projeto Vida por Vidas. Após as solenidades de lançamento, que contará com as presenças da liderança do projeto, dezenas de voluntários do Vida por Vidas realizarão, neste dia, a doação de sangue.
Os números mostram que o incentivo às doações tem surtido efeito. Em 2010, por influência do projeto Vida por Vidas, 33.750 pessoas doaram sangue no Brasil. A ação ultrapassou as fronteiras e, em países como Argentina, Bolívia, Chile, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai, o número de doadores influenciados pela ação foi de 22.420 no ano passado. O projeto é realizado desde 2006. O desafio, no entanto, é claro se forem analisados os dados gerais de doação. A doação de medula óssea também avança. Dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) mostram que, em 2010, foram cadastrados 1 milhão e mais de 800 mil doadores contra 1 milhão e 370 mil registrados em 2009. Acesse o site oficial do projeto www.vidaporvidas.com.br. [Equipe ASN, Felipe Lemos]


Veja o video:

sábado, 9 de abril de 2011

Semana Santa na Novo Tempo

Comentários da 2º Lição do 2º Trimestre 2011- Vestes da graça

Tragedia na escola em Realengo revela revolta contra Deus

Diante de qualquer tragédia, o filme sempre se repete. As pessoas se revoltam e imediatamente começam a julgar os fatos, cada um de acordo com o seu senso de justiça pessoal. Todos querem, a qualquer custo, encontrar um culpado. Nessas ocasiões, Deus, mais uma vez, é colocado no banco dos réus para ser julgado por indivíduos revoltados e completamente cegados pela emoção do momento.
Hoje, 07/04/2011, o Brasil e o mundo ficam estarrecidos com mais uma tragédia. Um atirador entra em escola em Realengo-RJ, mata 11 alunos e se suicida.
Muitos filmes foram postados no Youtube e os comentários revelam o sentimento e o pouco conhecimento existente acerca de Deus. Entre os desabafos,encontrei: “Quase 10 minutos de vídeo e não há uma única ambulância, somente um carro da polícia? Outra coisa: parem imediatamente de falar em Deus aqui, Deus ali… Sejam menos alienados, menos ignorantes, menos submissos, menos otários. 10 crianças inocentes foram assassinadas e têm idiotas dizendo que Deus estava lá protegendo as crianças. Quanta alienação! Quanta ignorância! E os 10 que morreram fuzilados pelo monstro? Onde estava Deus? Acorde Brasil, mais cidadania, menos Deus!”
Cada pessoa, num momento como esse, fala do que está cheio o coração. Os amigos de Deus sabem como o mundo espiritual funciona e a razão de todas estas coisas. Mas aqueles que não reconhecem o Criador como o Seu Deus, se desesperam.
Entendemos que a perda de vidas sempre é algo doloroso. Mas, precisamos olhar o que está como pano de fundo.
Existe um presente que Deus concedeu ao ser humano que é o livre arbítrio. A liberdade de escolha é necessária para que as pessoas possam amar. Sim, sem livre arbítrio não existe amor. Quando Deus criou a raça humana, a criou por amor. Deus, pelo seu poder e graça, continua garantindo a todos a liberdade de escolha. Podemos aceitar ou rejeitar o amor do Criador. Deus não sai por aí matando quem o rejeita e nem tão pouco sai vingando-se daqueles que falam mal dEle. Hoje é o tempo da livre escolha, a fé é o convite estendido a todos.
Veja o que a Palavra de Deus nos diz sobre as pessoas que se opõe a Deus: “Portanto, a ira de Deus é revelada dos céus contra toda impiedade e injustiça dos homens que suprimem a verdade pela injustiça,  pois o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou.  Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis;    porque, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças, mas os seus pensamentos tornaram-se fúteis e o coração insensato deles obscureceu-se.  Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos   e trocaram a glória do Deus imortal por imagens feitas segundo a semelhança do homem mortal, bem como de pássaros, quadrúpedes e répteis.   Por isso Deus os entregou à impureza sexual, segundo os desejos pecaminosos do seu coração, para a degradação do seu corpo entre si.  Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém! (Romanos 1:18-25, NVI)”
É muito importante aceitamos que Deus é justo, porque se Ele não fosse, não existiria mais nada no universo. O Senhor anuncia, em toda a Bíblia, um julgamento final que definirá a sorte de cada ser humano. O sábio Salomão afirma: “Agora que já se ouviu tudo, aqui está a conclusão: Tema a Deus e obedeça aos seus mandamentos, porque isso é o essencial para o homem.  Pois Deus trará a julgamento tudo o que foi feito, inclusive tudo o que está escondido, seja bom, seja mau (Eclesiastes 12:13-14).”
Deus é o nosso Juiz e essa competência pertence apenas a Ele. Quanto a nós, o nosso papel é o de ter esperança e fé, sabendo que o Senhor está finalizando a Sua obra de resgate de homens na Terra. Jesus está voltando para por fim a toda dor, lágrima e tristeza. Aqueles que aceitaram o sacrifício de Jesus e viveram como Seus amigos, receberão a recompensa da vida eterna (João 3:16).
Manassés Queiroz



Fonte: Novo Tempo