domingo, 22 de maio de 2011

O “obelisco” no túmulo de Ellen White

Algumas pessoas acusam Ellen White de ter tido envolvimento com a maçonaria por que próximo ao túmulo dela há um “obelisco”. Realmente há um monumento em forma de obelisco no lote onde se encontram os túmulos da família White. Estive lá neste ano (2011) em Battle Creek, Michigan, e até tirei uma foto ao lado, como você pode ver na foto que ilustra esse artigo (rsrsrs).
O que alguns exagerados ignoram é que monumentos em forma de obelisco (não era um obelisco em si) eram comuns naqueles dias para marcar o território em que uma família se encontrava em um cemitério. Quando passei por alguns cemitérios antigos como o de Low Hampton, Nova York (se não me engano era nessa cidade) vi que tal monumento se encontra próximo aos túmulos de outros cristãos.
Portanto, no século XIX um monumento em forma de obelisco não era problema para os crentes.
É importante considerarmos que Ellen White era totalmente contra a maçonaria, como podemos ler no livro Evangelismo, p. 617-623. Em sua argumentação ela usa 2 Coríntios 6:14, que recomenda: “não vos prendais a um jugo desigual com infiéis”, para afirmar que Deus proíbe os cristãos de se associarem à maçonaria.
Na página 619, ao tratar das sociedades secretas, ela afirmou que essas sociedades “não têm nenhuma ligação com Deus” e que “nenhum cristão sincero pode prosperar em tal atmosfera”. E, na página 622 ela foi taxativa:
“Aqueles que se acham sob a ensanguentada bandeira do Príncipe Emanuel [Cristo], não se podem unir aos maçons, ou com qualquer organização secreta”.
Quando Ellen White esteve na Austrália, deu uma forte mensagem nesse sentido ao irmão N. D. Faulkhead, que era envolvido com a maçonaria. Deus revelou a ela em visão muitas coisas sobre a vida dele em tal sociedade, e disse por intermédio da profetisa que “Só havia uma coisa a fazer – cortar sua ligação com eles (maçons) e estar todo do lado do Senhor” (“Evangelismo”, p. 621).
O anjo que comunicou o fato a ela lhe mostrou um sinal particular que era conhecido apenas pela mais alta ordem maçônica. Quando ela fez tal sinal na presença dele, Faulkhead ficou convencido de que Deus havia falado com ela. Isso o deixou tão impressionado que abandonou a maçonaria! (Mais detalhes sobre essa história podem ser lidos em “A Verdade Sobre os Anjos”, p.p. 257, 258).
Sendo que ela tirou uma pessoa da maçonaria, como poderia ter envolvimento com tal sociedade secreta? Portanto, quando alguns afirmam que ela estava “ligada à maçonaria” por causa de um simples monumento decorativo, tais indivíduos só podem estar com algum problema! Precisam se informar melhor e/ou buscar tratamento psicológico com urgência.
As formas geométricas não foram criadas pelos maçons
Também devemos considerar que objetos em forma de obeliscos ou outras figuras geométricas não são exclusivos da maçonaria ou de outros movimentos secretos. As formas geométricas pertencem a Deus, mas, infelizmente o ser humano usa de maneira errada.
Ao responder sobre a presença do “obelisco” no túmulo de Ellen White, veja que argumento interessante William Fagal, diretor do Ellen G. White Estate, nos EUA, apresentou:
“A cruz em si já foi um símbolo odioso da opressão e crueldade de Roma, mas hoje, os cristãos ao redor do mundo a utilizam como um símbolo da nossa redenção através de Cristo.” (A resposta dele completa se encontra no livro “101 Questions About Ellen White and Her Writings”, p. 39-41. Pacific Press Publishing Association, 2010).
Os nomes dos dias da semana são de deuses pagãos. Entretanto, não somos considerados idólatras, pois, em nossos dias tais nomes nada mais têm a ver com o paganismo. Isso evidencia definitivamente que símbolos podem ter seus significados mudados, de modo que não precisamos nos preocuparmos com isso.
Ao invés de lermos esses sites de gente extremista que está de mal com a vida, coloquemos diante de nós boa literatura, para que sejamos edificados através de assuntos que realmente edificam e nos preparam para a Volta de Cristo (Mt 24:42, 44).
Além disso, separemos nosso tempo para ajudar os maçons no preparo para a Segunda Vinda do Senhor (Ap 1:7; Mc 16:15). Ao invés de acusá-los de “satanistas” (o que não é verdade), falemos a eles do quanto Deus os ama e da importância de se prepararem para o juízo final, que será em breve (Mt 25:31-46).
Leandro Quadros
Novotempo.com/namiradaverdade

Fonte: Novo Tempo

domingo, 15 de maio de 2011

Semana da Família na TV Novo Tempo

A Semana da família será exibida pelo canal executivo (http://novotempo.com/canal-executivo). É uma produção feita na DSA, apresentado pelo pastor Edson Choque, com duração de 30 minutos. Abaixo seguem as datas e horários :
Sábado, 14 de maio de 2011
1:00-11:30 (Gravado- Pr. Edson choque)
Domingo a sexta, 15 a 20 de maio de 2011
20:00-20:30 (Gravado- Pr. edson Choque)
Sábado 21 de maio de 2011
11:00-11:30 (Gravado-Pr. Eson Choque)

 Clique aqui e assista o canal ao Vivo: Novo Tempo




Fonte: Novo Tempo

Ellen White e os que gostam de criticar a igreja

Um dissidente chamado Marcelo (veja no blog www.emdefesadoespiritosanto.blogspot.com) está adotando a mesma postura de Pereira ao disseminar suas ideias heréticas no blog: postar vários comentários (repetitivos) em diversas páginas do site para que os leitores sofram uma verdadeira “enxurrada” de ideias antitrinitarianas. Como se isso não bastasse, ele me escreveu em um de seus posts:
“Abra os olhos, senão você vai se perder junto com a liderança corrupta! Veja a arrogância deles que a Sra. White viu na citação anterior… Estes profissionais da obra “por tantos anos” estão lutando contra Deus. Traidores atrevidos, como Paulo diz a Timóteo”
Agora, veja o puxão de orelhas que Ellen White dá nesse fanático:
“Quando homens se levantam, pretendendo ter uma mensagem de Deus, mas em vez de combaterem contra os principados e potestades, e os príncipes das trevas deste mundo, eles formam um falso esquadrão, virando as armas de guerra contra a igreja militante, tende medo deles. Não possuem as credenciais divinas. Deus não lhes deu tal responsabilidade no trabalho. O Senhor não confere a nenhum homem uma mensagem que desanimará e desalentará a igreja (Testemunhos Para Ministros, p. 22, 23.)
Esse trecho de Ellen White mostra claramente que a atitude de Marcelo e outros dissidentes é motivada pelo príncipe das trevas, que se aproveitou dos sentimentos de amargura deles para lançá-los no precipício da crítica e desconfiança para com a liderança da igreja. Ao invés de eles combaterem “os principados e potestades”, combatem “a liderança”. Como diz o ditado: eles agem bem “como o diabo gosta”…
Um costume prejudicial que faz parte da vida dos dissidentes é o “enxergar o cisco no olho dos líderes ao invés de tirar a “trave” que está nos olhos deles. Eles não param para pensar que a Igreja Adventista não crê numa espécie de “infalibilidade papal” que apresenta um líder como sendo “isento de erros”. Por isso, é infantil – e anticristã – a atitude deles de denegrir toda a obra de Deus por causa das falhas pessoais de seres humanos como você e eu.
Esses críticos também demonstram imaturidade espiritual em achar que todos os pastores teem de ser “perfeitos”. Criam padrões sobre humanos para os ministros, como se eles não fossem pecadores como qualquer outra pessoa e carentes da graça diária de Jesus.
Se os dissidentes fossem guiados por Deus, ao invés de criticar a liderança, orariam pelos líderes e se colocariam à disposição deles para aconselhar (mansamente) e apresentar soluções. Teriam a disposição de unir-se num espírito de amor cristão para que a obra cresça e Jesus volte logo. Ellen White adverte:
“Em vez da unidade que devia existir entre os crentes, há desunião; pois a Satanás é permitido entrar e pelos seus enganos e ilusões leva ele, os que de Cristo não estão aprendendo a mansidão e humildade de coração, a seguir um rumo diferente da igreja, e, se possível, a quebrar-lhes a união.” (A Igreja Remanescente, p. 44).
O que Ellen White diz sobre os dissidentes que se alimentam com as críticas? Eles deveriam separar um tempo e ler o capítulo 70 do Mente, Caráter e Personalidade, vol. 2, p.635-640, para que sejam motivados a se arrependerem e a mudarem de atitude antes que seja tarde demais. Intitulado “Crítica”, esse capítulo apresenta sérias advertências, das quais destaco algumas:
“Demorando-se continuamente nos erros e defeitos dos outros, muitos se tornam dispépticos religiosos(p. 635).
“Os que criticam e condenam uns aos outros estão transgredindo os mandamentos de Deus, e são-Lhe uma ofensa (p. 637).
Percebeu? Os críticos dissidentes são uma ofensa para Deus! Como poderem esperar a salvação se continuarem com esse espírito satânico?
Ela continua:
“Irmãos e irmãs, afastemos o entulho da crítica e suspeita e murmuração, e não desgastei os nervos externamente(p. 638).
A profetisa chama as críticas, suspeitas e murmurações de entulho e afirma que esse tipo de comportamento desgasta os nervos. Não é por acaso que muitos dissidentes rancorosos têm sérios problemas consigo mesmos e uma atitude belicosa para com aqueles que pensam diferente deles. Como “a boca deles transborda o entulho que está enchendo o coração deles” (Lc 6:45, adaptado) é de se esperar que aquilo que dizem ou escrevem contra a Igreja e suas doutrina seja digno de ser depositado no lixo. Recomendo que faça isso, leitor.
Ellen White dá um grande “tapa na cara” daqueles que acham estarem “reformando a igreja” através da rebelião contra a liderança. Ela mostra que a maneira de Deus tornar a Igreja ainda melhor não é o tipo de trabalho deles, mas, uma obra bem contrária à que eles fazem! Veja:
“Se todos os cristãos professos usassem suas faculdades investigadoras para ver quais os males que neles mesmos carecem de correção, em vez de falar dos erros alheios, existiria na igreja hoje uma condição mais saudável” (p. 638).
Podem restar dúvidas depois de um parágrafo como esse, querido leitor? Ellen White afirma que a Igreja será mais saudável não através de ataques à liderança, e sim por meio de uma análise pessoal, na qual o indivíduo reconhece seus pontos fracos e, ao lado de Deus, os corrige!
Definitivamente, a “obra” dos dissidentes não é orientada por Deus e não possui a aprovação dos escritos de Ellen White. Por mais bem intencionados que alguns deles possam ser, estão sendo usados pelo diabo para promover desunião e prejudicar a pregação das Três Mensagens Angélicas de Apocalipse 14:6-12.
Por falar nisso, nunca vi um dissidente antitrinitarino ou pós-lapsariano separar tempo para pregar aos de fora… Não param para pensar que estão transgredindo abertamente a ordem de Cristo em Mateus 28:18-20. Isso já é evidência suficiente de que eles não pregam o evangelho, mas, que são usados pelo mal para desviar o foco daquilo que realmente importa.
Portanto, amigo leitor, tudo o que Marcelo e outros dissidentes escreveram contra a doutrina da Trindade e a liderança da Igreja não possui valor algum à luz dos escritos de Ellen White. Por isso, ao ler o que eles postaram neste blog (excluo muitas coisas por que este blog não é um promovedor de heresias), tenham em mente que o que eles dizem com o objetivo de “reformar” a Igreja do modo deles – e atacá-la – não vem do Espírito Santo (e nem poderia vir, pois, não acreditam nEle). As leituras tendenciosas e parciais que eles fazem dos escritos inspirados já depõe contra eles, evidenciando ignorância ou má fé.
Se você é um crítico, escolha fazer parte do trigo que será recolhido no celeiro de Cristo (Mt 13:24-30; 36-43). Não continue sendo o joio, que será queimado definitivamente depois do milênio (Ap 20).
Ao ler este artigo você pode ficar mais rebelde ainda ou pedir a Deus mudança em sua vida. A decisão é sua. Oro para que volte à sensatez e dediquei seu tempo em salvar pecadores ao invés de condenar aqueles que trabalham pela salvação dos outros.
Leandro Quadros
Fonte: novotempo.com/namiradaverdade

Fonte: Novo Tempo

domingo, 8 de maio de 2011

Suprema Diva

Se somente Deus é TUDO, então minha mãe é o MÁXIMO”
Ela já sabia o que eu nunca saberia – que um dia iria nascer. Desde lá virei refém da completa incapacidade de ser grato como deveria. Suas dores embalaram meu sorriso, e suas lágrimas fortaleceram meu caráter. Nunca fiz por merecer, e ela jamais fez pra se engrandecer – pois quem é grande expressa no serviço sua verdadeira grandeza. De repente, vejo em meu umbigo o lembrete inapagável de que fomos ligados pra sempre. E sinto na consciência o grito do dever – ainda não cumprido – de homenagear aquela que ultrapassa qualquer palavra existente no mundo dos mortais.
Ser mãe. Isto é unção divina compartilhando uma fração do poder Criador com o ventre de uma criatura. É revesti-la de força protetora superando limites inimagináveis. Elas superam o absurdo e resistem ao insuportável. Suas contrações são prelúdios de outra vida recebendo um amor capaz de sacrificá-la pra viver. Por tudo isso, a maternidade é um portal projetando suas escolhidas às dimensões impensáveis – é um oráculo sagrado cuja reverência de um beijo grato vale mais que qualquer bajulação.
Sempre amei a minha mãe. Mas foi agora, virando pai, que me surpreendi pra valer com meu papel de filho. Recebemos tudo pra deixá-las, muitas vezes, sem nada. Arrancamos seu sono, lambuzamos suas mãos, e das fraldas trocadas às canções de ninar crescemos sem dar conta do quanto pesamos sobre aquele colo de aço. Se não fossem estas heroínas aquietando nossos pesadelos, esmoreceríamos perante inimigos infalíveis como: o medo da solidão, a inaptidão pra alimentação e a assombração dos Bichos Papões. Ah, se não fossem elas, nunca seriam eles – muito menos eu.
Por isso, descolaram estas estrelas lá do Céu trazendo-as à Terra pra nortear a humanidade. São elas: as super-mães desfilando de avental como supremas divas. Tornarei ainda mais memorável: se somente Deus é TUDO, então minha mãe é o MÁXIMO. Porque nada se sobrepõe ao que ela fez por mim. Além disso, agora como pai-coruja, não existe boa ação minha capaz de equiparar ao exemplo dado por minha esposa pra minha filha. Fico estupefato fanatizando estas rainhas. E com estas duas mães pajeando minha vida torno-me o filho e marido mais feliz do mundo.
Que tal pensar em maneiras alternativas de valorizar aquelas que sempre merecerão mais?
Fale enquanto ela escuta. Mórbido ou não, coroas de flores jamais serão vistas, nem percebidas por quem foi honrado com elas. Não procrastine aquilo que pode aliviar seu peso de consciência por “nunca ter falado a ela”. Diga enquanto pode ser ouvido. Sua mãe merece escutar um pouco daquilo que lhe disse tanto. Não deixe pro ano que vem, é tempo demais pra brincar com o futuro.
Agradeça mais do que presenteie. Comprar um presente caro depende do tamanho do bolso, dizer um sincero “Muito Obrigado!” quebra o orgulho próprio em mil pedaços. E é isso que elas sonham ouvir. Nunca vi mãe no mundo mais interessada no embrulho do que no abraço. O reconhecimento puro é muito mais precioso do que a ostentação sofisticada. Afinal, quem deu banho na gente não vai exigir um banho de loja (só se for segunda opção!)…
Perdoe – e ponto final. Não existe pessoa na Via Láctea que não mereça, no mínimo, um alento de perdão. Isso não significa viver juntos novamente ou esquecer tudo de repente, ou até mesmo fingir que nunca aconteceu. Se você faz parte desta minoria cuja maternidade nunca foi lá seu grande exemplo, pelo menos liberte-se da raiva e alce voo nas asas da misericórdia. Seja nobre o bastante pra reconhecer os nove meses que lhe suportaram e deixe a justiça nas mãos de Quem é infalível: Deus, não você!
Fique atento em dar atenção. Eu sei que “ninguém faz por mal ser desatento com quem a gente ama”. E por isso mesmo é preciso ligar o despertador da alma acionando a consciência pra tirar o piloto do automático! Mãe, se a gente não “força lembrar” a gente esquece – especialmente depois do Dia das Mães. Porque é um amor tão estável e acolhedor que, injustamente, só nos lembramos quando estamos no fundo do poço ou na poça de lágrimas do “tarde demais”. Pra quê ser assim? Force-se a inventar momentos ímpares, leve-a pra passear, viaje pra curtir, minimize suas manias e maximize sua companhia. Você verá que nesta amizade existe um amor ainda maior.
Ligue mais vezes – é simples mesmo! Por incrível que pareça, a coisa mais fácil de fazer é a que menos fazemos, né? Tenho me policiado pra usar o telefone ligando pra ela mais do que tenho ligado pra pedir pizza. Tem filho que fica dizendo “vou ligar!” e só liga se for pra pedir dinheiro ou reclamar da nora dela. Pára com isso! Um telefonemazinho faz uma incrível diferença! Aproveite enquanto dá – enquanto ela ainda sabe apertar o botão certo pra lhe atender. Tudo passa, não se esqueça…
Lembrar ressuscita. Infelizmente, do lado de cá do Céu, não podemos trazer de volta aqueles cuja morte estraçalhou um coração de saudade. No entanto, eu acredito que relembrar as coisas boas reascende dentro da gente o mais importante de todos os sentimentos depois do amor: a esperança. Creia que um dia tudo vai mudar – e se re-criar graças a Deus! O sono da morte é apenas uma momentânea pausa entre dois movimentos da mesma sinfonia. E este segundo trecho, que breve virá, será eternamente lindo, perfeito e familiar.
Finalmente, olhando a minha Suprema Diva, sou levado pra longe com dois sentimentos: o do crédito e do débito. Serei eternamente devedor vendo o tempo implacável passar sobre aquela que um dia me pariu pra surgir na linha do tempo. Minha rainha-mãe permanece assustadoramente nobre, a despeito dos traços visíveis que só a experiência pode coroar. Eu daria tudo pra tê-la jovem de outrora com meus olhos adultos de agora. Por isso devo. Porque eu me fortalecia à medida que ela se enfraquecia. Se hoje sou alguém é porque ela se renunciou como ninguém. E agora, ao vê-la por debaixo de meus ombros, sinto um aperto mudo da garganta ao coração percebendo o quanto ela deu de si pensando unicamente em mim. Ah, se pudesse eu voltaria lá atrás… Desceria no escorregador novamente aproveitando melhor seus braços lá embaixo, pularia em sua cama imortalizando na memória a delícia de cada gargalhada, e curtiria os singelos passeios em que me sentia seguro olhando de baixo pra cima suas mãos me segurando. Mundo ilógico, não? Quando valorizamos os amores complexos da vida por entre nossos dedos, eles se esvaem restando-nos compensar em pouco tempo o muito de gratidão.
E o crédito? É minha única carta-na-manga – mais pra uma rosa dentro do blaizer junto ao peito: fazer deste Dia das Mães meu momento de todas as eras. Pra dizer junto a seu ouvido, ou sentir junto à sua lembrança, o quanto a amo de maneira única e inexplicável. Pois, pra falar a verdade, mãe a gente nunca vai entender em sua plenitude – apenas aceitar este presente do Céu e, no máximo, expressar:
Obrigado, mãe, você me fez existir!

Fonte: Novo Tempo

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Adventistas promovem domingo da Esperança

Belém, PA...[ASN] As Igrejas Adventistas na região Baixo Amazonas não cansam de levar esperança. Foi por isso que no dia do trabalhador, primeiro de Maio, as Igrejas Adventistas do Distrito de Curuçá-Pa, juntamente com a Organização Não-Governamental “Pra Vida”, promoveu uma grande ação social  na cidade.

A Ação Domingo da Esperanç” foi realizada na Praça Central de Curuçá atendendo cerca de 800 pessoas com o apoio médico do Hospital Adventista de Belém. A comunidade também recebeu atendimento odontológico, jurídico, além de outros serviços como emissão de documentos, corte de cabelo e cadastramento de medula óssea.  Durante a ação, as pessoas atendidas receberam o livro missionário “Ainda Existe Esperança” e foram convidadas para assistir o programa evangelístico da tarde que teve a presença de líderes da igreja Adventista na região norte.
 Na ocasião, pastor Leonino Santiago, pastor geral da União Norte falou as pessoas sobre a importância de conhecer a verdadeira esperança. O Programa encerrou com o batismo de 44 pessoas que estudaram a Bíblia durante o evangelismo da Semana Santa. Realizado em todo distrito, o evangelismo envolveu 30 pontos de pregação nos municípios de Curuçá, Terra Alta, Marapanim, São João da Ponta e Nova Esperança do Piriá. Durante o mês de abril  100 pessoas foram batizadas como resultado do trabalho da campanha, das duplas missionárias e dos pequenos grupos da região.
Segundo Pastor Rômullo Cavalcante, pastor do distrito “o resultado dessa ação foi bastante positivo: nosso alvo era servir a comunidade e alcançar pessoas com a mensagem de esperança. Podemos dizer que nesse domingo a comunidade de Curuçá foi alimentada física e espiritualmente”, disse. [Equipe ASN, Alínic Teles]

Fonte: Portal Adventista

Clubes da região Baixo Amazonas comemoram dia Mundial dos Desbravadores

Belém, PA...[ASN] No Dia Mundial do Desbravador, 30 de abril, os 275 clubes de Desbravadores da Associação Baixo Amazonas realizaram uma programação especial em suas igrejas. O Clube de Desbravadores da Igreja do Coqueiro realizou uma programação mostrando o valor de um verdadeiro desbravador. O Clube J.U.C.A. (Jovens Unidos Com Amor) foi representado na plataforma da Igreja conduzindo o culto da manhã de sábado acompanhados pelo pastor Aquino Bastos, líder do Ministério Jovem na União Norte Brasileira, que levou a mensagem da Palavra de Deus para os membros.

Durante o sermão, pastor Aquino ressaltou a importância do Clube de Desbravadores: “O Clube de Desbravadores é uma agremiação que nasceu no coração de Deus. Ao longo desses 61 anos de existência (mundialmente), o Clube tem sido o cartão postal da Igreja e tem alcançado seu grande objetivo que é salvar do pecado e guiar no serviço”, falou.

Na ocasião, os juvenis puseram em exposição os troféus e prêmios que receberam nos eventos e acampamentos que já participaram. O diretor do Clube, Domingos Silva, recebeu seu prêmio das mãos do pastor Aquino em reconhecimento ao trabalho realizado. Mostrando seu orgulho de estar neste grupo, Domingos disse estar muito feliz pelo prêmio recebido: “Ter sido lembrado no Dia Mundial do Desbravador é motivo de alegria, uma realização para mim”. O diretor conta que foi o fundador do Clube J.U.C.A há 23 anos atrás e, desde então, jamais se desligou dele. No final do sermão, Aquino Bastos fez um apelo aos pais dos desbravadores para que se comprometam em apoiar mais os filhos e cada um deles recebeu uma insígnia como agradecimento e incentivo. [Equipe ASN, Thais Silva]

Fonte: Portal Adventista

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Origem da Páscoa

Encontrei este texto nos meus arquivos, e não sei quem é o autor. Mas creio que vale a pena publicá-lo, para refletirmos um pouquinho sobre a origem da páscoa, como ela foi instituída e sobre outras páscoas que não são cristãs. Boa leitura.
Páscoa
DEFINIÇÃO: Festa religiosa, em que os judeus comemoram sua saída do Egito, sob o comando de Moisés. Festa religiosa, em que os cristãos comemoram a ressurreição de Cristo, seu fundador. Ambas definições estão juntas no “Dicionário Cultural da Língua Portuguesa” da Editora Brasiliense S/A sob a coordenação geral de Faissal El-khatib. A palavra Páscoa vem da palavra hebráica “pesach” e do grego “pascha” que significam “passagem”. Podem ter diversos significados tais como: passagem da morte para a vida – passagem de Deus para nos salvar – passagem da escravidão para a liberdade, enfim, a passagem pela qual o homem que se encontra neste mundo, passa para um novo céu e uma nova terra.
HISTÓRIA E INSTITUIÇÃO DA PÁSCOA
Israel ainda era apenas um povo escravizado no Egito, quando Moisés foi enviado por Deus, para libertar Seu povo. O Faraó, obviamente não quis perder o braço escravo e não permitiu a saída dos israelitas. Ocorreu então o derramamento das pragas, mas, contudo Faraó não deixou que os israelitas se fossem. O juízo de que o Egito fora em primeiro lugar advertido, deveria ser o último a ser mandado. Deus é longânimo e cheio de misericórdia.
Tem terno cuidado pelos seres formados à Sua imagem. Se a perda das suas colheitas, rebanhos e gado, houvesse levado o Egito ao arrependimento, os filhos não teriam sido atingidos; mas a nação obstinadamente resistiu à ordem divina, e agora o golpe final estava prestes a ser desferido. A Moisés tinha sido proibido, sob pena de morte, aparecer outra vez à presença de Faraó; mas uma última mensagem da parte de Deus deveria ser proferida ao rebelde rei, e novamente Moisés veio perante ele, com o terrível anúncio: “Assim o Senhor tem dito: À meia-noite Eu sairei pelo meio do Egito; e todo o primogênito na terra do Egito morrerá, desde o primogênito de Faraó, que se assenta com ele sobre o seu trono, até o primogênito da serva que está detrás da mó, e todo o primogênito dos animais”. Êx. 11:4 e 5.
Antes da execução desta sentença, o Senhor por meio de Moisés deu instruções aos filhos de Israel relativas à partida do Egito, e especialmente para a sua preservação no juízo por vir. Cada família, sozinha ou ligada com outras, deveria matar um cordeiro ou cabrito “sem mácula”, e com um molho de hissopo espargir seu sangue “em ambas as ombreiras, e na verga da porta” da casa, para que o anjo destruidor, vindo à meia-noite, não entrasse naquela habitação. Deviam comer a carne, assada, com pão asmo e ervas amargosas, à noite, conforme disse Moisés, com “os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a Páscoa do Senhor”. Êx. 12:1-28.
O Senhor declarou: “Passarei pela terra do Egito esta noite, e ferirei todo o primogênito na terra do Egito, desde os homens até aos animais; e sobre todos os deuses do Egito farei juízos. … E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo Eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando Eu ferir a terra do Egito.” Em comemoração a este grande livramento, uma festa devia ser observada anualmente pelo povo de Israel, em todas as gerações futuras. “Este dia vos será por memória, e celebrá-lo-eis por festa ao Senhor; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo”.
Ao observarem esta festa nos anos futuros, deviam repetir aos filhos a história deste grande livramento, conforme lhes ordenou Moisés: “Direis: Este é o sacrifício da Páscoa do Senhor, que passou as casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu aos egípcios, e livrou as nossas casas.” A PÁSCOA CRISTÃ A páscoa devia ser tanto comemorativa como típica, apontando não somente para o livramento do Egito, mas, no futuro, para o maior livramento que Cristo cumpriria libertando Seu povo do cativeiro do pecado. O cordeiro sacrifical representa o “Cordeiro de Deus”, em quem se acha nossa única esperança de salvação. Diz o apóstolo: “Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.” I Cor. 5:7. Não bastava que o cordeiro pascal fosse morto, seu sangue devia ser aspergido nas ombreiras; assim os méritos do sangue de Cristo devem ser aplicados à alma. Devemos crer que Ele morreu não somente pelo mundo, mas que morreu por nós individualmente.
Devemos tomar para o nosso proveito a virtude do sacrifício expiatório.
O hissopo empregado na aspersão do sangue era símbolo da purificação, assim sendo usado na purificação da lepra e dos que se achavam contaminados pelo contato com cadáveres. Na oração do salmista vê-se também a sua significação: “Purifica-me com hissopo, e ficarei puro; lava-me, e ficarei mais alvo do que a neve”. Sal. 51:7.
O cordeiro devia ser preparado em seu todo, não lhe sendo quebrado nenhum osso; assim, osso algum seria quebrado do Cordeiro de Deus, que por nós devia morrer. Êxo. 12:46; João 19:36. Assim também representava-se a inteireza do sacrifício de Cristo.
A carne devia ser comida. Não basta mesmo que creiamos em Cristo para o perdão dos pecados; devemos pela fé estar recebendo constantemente força e nutrição espiritual dEle, mediante Sua Palavra. Disse Cristo: “Se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o Seu sangue, não tereis vida em vós mesmos. Quem come a Minha carne e bebe o Meu sangue, tem a vida eterna”. E para explicar o que queria dizer, ajuntou: “As palavras que Eu vos disse são espírito e vida”. João 6:53, 54 e 63.
O cordeiro devia ser comido com ervas amargosas, indicando isto a amargura do cativeiro egípcio. Assim, quando nos alimentamos de Cristo, deve ser com contrição de coração, por causa de nossos pecados. O uso dos pães asmos (sem fermento) era também significativo. Era expressamente estipulado na lei da Páscoa, e de maneira igualmente estrita observado pelos judeus, em seu costume, que fermento algum se encontrasse em suas casas durante a festa. De modo semelhante, o fermento do pecado devia ser afastado de todos os que recebessem vida e nutrição de Cristo. Assim Paulo escreve à igreja dos coríntios: “Alimpai-vos, pois do fermento velho, para que sejais uma nova massa. … Porque Cristo, nossa Páscoa, foi sacrificado por nós. Pelo que façamos festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os asmos da sinceridade e da verdade.” I Cor. 5:7 e 8.
Antes de obterem liberdade, os escravos deviam mostrar fé no grande livramento prestes a realizar-se. O sinal de sangue devia ser posto em suas casas, e deviam, com as famílias, separar-se dos egípcios e reunir-se dentro de suas próprias habitações. Houvessem os israelitas desrespeitado em qualquer particular as instruções a eles dadas, houvessem negligenciado separar seus filhos dos egípcios, houvessem morto o cordeiro mas deixado de aspergir o sangue nas ombreiras, ou tivesse alguém saído de casa, e não teriam estado livres de perigo. Poderiam honestamente ter crido haver feito tudo quanto era necessário, mas não os teria salvo a sua sinceridade. Todos os que deixassem de atender às instruções do Senhor, perderiam o primogênito pela mão do destruidor.
Pela obediência, o povo devia dar prova de fé. Assim, todos os que esperam ser salvos pelos méritos do sangue de Cristo, devem compenetrar-se de que eles próprios têm algo a fazer para conseguir a salvação. Conquanto seja apenas Cristo que nos pode remir da pena da transgressão, devemos desviar-nos do pecado para a obediência. O homem deve ser salvo pela fé, e não pelas obras; contudo, a fé deve mostrar-se pelas obras. Deus deu Seu Filho para morrer como propiciação pelo pecado, Ele manifestou a luz da verdade, o caminho da vida, Ele concedeu oportunidades, ordenanças e privilégios; e agora o homem deve cooperar com esses instrumentos de salvação; deve apreciar e usar os auxílios que Deus proveu – crer e obedecer a todas as reivindicações divinas. Com vemos Jesus foi identificado com o cordeiro da “páscoa judaica”, que a exemplo daquele, foi morto para que os que cressem nÊle, não morressem. Na verdade, Jesus é a nossa Páscoa.
A INSTITUIÇÃO DA PÁSCOA CRISTÃ
Em Mateus 26:17 em diante, é narrada a celebração da última páscoa em que Jesus participou com Seus discípulos e a partir do verso 26 está a instituição da páscoa pelo Senhor Jesus, oferecendo sua vida, simbolicamente representada pelo pão, sua carne, e pelo vinho, seu sangue, que Ele derramaria no calvário, por muitos, para remissão dos pecados. A páscoa cristã, em verdade, é celebrada no coração de cada cristão, que oferece a Deus sua própria vida, salva pelo Cordeiro Divino, que tem em si mesmo, vida eterna, podendo assim, ser o cordeiro de toda família humana que o aceite como tal.
AS “OUTRAS” PÁSCOAS.
Até agora, embora aparentemente eu tenha me referido a duas páscoas, a páscoa cristã e judaica são a mesma, instituída pelo mesmo Deus, com a mesma finalidade. A diferença é que a judaica prefigura a cristã, onde o cordeiro é substituído pelo próprio “Cordeiro de Deus”, Seu Filho, Jesus. Entretanto, o mundo tem criado suas próprias “páscoas”. Assim, temos a “páscoa” dos coelhos, a “páscoa” dos ovos de chocolates, que nada lembram a salvação da qual Deus nos tem feito dignos. Desviam nossas crianças do verdadeiro sentido da páscoa, não os deixando ver que estão perdidos, necessitados de alguém que os substitua na morte. Há apenas a alegre festa dos chocolates, onde tudo parece estar muito bem, ninguém com pecados a resgatar, ninguém necessitado de um Salvador, mas apenas aguardando uma festa totalmente distanciada do verdadeiro cristianismo.
Na Páscoa Judaica, eles devem estar vestidos como quem está pronto para viajar, conscientes de que não estão em sua terra, mas partem em busca de uma nova pátria, a terra prometida. Na Páscoa Cristã, quando temos recebido Jesus, como nosso cordeiro pascal, temos que estar conscientes de que também somos peregrinos, apenas de passagem por esta terra, e aguardamos novos céus e nova terra (Apocalipse 21:1) e (II Pedro 3:13).
Como citei no começo, não sei quem é o autor do texto acima. Se você sabe quem é, pode mencionar aqui no comentário que então passarei a referenciar a fonte. De qualquer forma, fica aí, uma boa reflexão que, creio eu, nos ajudará em como nos posicionarmo diante da comemoração que se aproxima em nosso calendário.
Um abraço,
Pr. Valdeci Júnior

Fonte:Novo Tempo