Foz do Iguaçu, PR … [ASN] Os principais programas e seminários do Concílio Ministerial Unidos na Esperança terão transmissão via satélite pelo Canal Executivo da TV Novo Tempo e através do próprio site do evento. A programação completa das palestras que serão transmitidas pode ser acessada neste link ou Assista Ao Vivo
Segundo os organizadores, essa medida foi adotada para beneficiar aqueles que desejarem assistir a mensagens especiais de oradores como o pastor Ted Wilson, presidente mundial da Igreja Adventista do Sétimo Dia, pastor Dwight Nelson, pastor Jerry Page, evangelista Mark Finley, entre outros. As palestras estão com as inscrições completas e as salas já estão com sua capacidade de lotação máxima, pois as inscrições já foram encerradas. Além disso, para controle e segurança de todos os participantes, o centro de convenções onde ocorrerão as reuniões possui um sistema de monitoramento de entrada e saída de pessoas por meio de crachás e credenciais. O acesso será permitido, portanto, apenas a quem estiver devidamente inscrito com a identificação em mãos. O número total de congressistas deve chegar a quase 4 mil e 100 vindos de oito países sul-americanos e América do Norte. [Equipe ASN, Felipe Lemos]
Fonte: Novo Tempo
sexta-feira, 27 de maio de 2011
domingo, 22 de maio de 2011
Adventismo Histórico?
Ministérios independentes e grupos dissidentes buscam espaço nas congregações adventistas sob a alegação de serem os genuínos arautos do assim chamado “adventismo histórico”, que precisa ser pregado a uma igreja supostamente em apostasia doutrinária. Alguns desses ministérios e grupos definem adventismo histórico como a rejeição da doutrina da Trindade e da personalidade do Espírito Santo. Suas principais características são consideradas em um artigo publicado anteriormente.
1 Outros ministérios e grupos, mesmo aceitando a existência da Trindade, alegam que Cristo assumiu uma natureza humana caída, com a mesma tendência natural para o pecado dos demais seres humanos.
O presente artigo provê uma breve análise crítica deste segundo segmento, da perspectiva do seu apelo à história adventista; do seu uso da Bíblia e dos escritos de Ellen G. White; de sua suposta relevância para a mensagem adventista, bem como do perfil ético dos seus postulados.
Quão histórico é o adventismo histórico? – As exposições históricas produzidas pelos adventistas históricos dão a impressão de que todos os pioneiros acreditavam exatamente como eles, sem vozes divergentes; e que a publicação do livro Questions on Doctrine [Questões Sobre Doutrina], em 1957, introduziu no seio da denominação a assim chamada “nova teologia” apóstata. Críticas são feitas também a D. E. Rebok, que revisou em 1949 o clássico livro Bible Readings for the Home Circle (publicado em português como Estudos Bíblicos), suprimindo do seu conteúdo a afirmação de que Cristo veio em “carne pecaminosa” como a dos demais descendentes de Adão. Mas nenhuma alusão é feita ao fato de que tal afirmação, não sendo parte do conteúdo original do livro (publicado desde 1889), foi incorporada a partir da edição revisada de 1914!
Entre as incoerências históricas do segmento em discussão existem duas que merecem ser destacadas. Primeira, como a teoria de que Cristo veio em carne pecaminosa floresceu entre os antitrinitários, os adventistas históricos, por uma questão de coerência, deveriam também aceitar o antitrinitarianismo, negando assim a coeternidade de Cristo com o Pai e a personalidade do Espírito Santo. Segunda, o forte apego dos adventistas históricos à tradição da igreja, como determinante da verdade, acaba suscitando a indagação: Não estariam os adventistas históricos atribuindo à tradição adventista a mesma autoridade que o maior poder eclesiástico atribui à sua própria tradição? Seja como for, devemos aceitar da tradição adventista apenas os componentes que estão em plena conformidade com os ensinos da Bíblia e dos escritos de Ellen G. White, interpretados adequadamente.
Quão inspirado é o adventismo histórico? – Todos os movimentos dissidentes da Igreja Adventista do Sétimo Dia, ao longo das décadas, sempre buscaram validar seus postulados na Bíblia e nos escritos de Ellen G. White, e o adventismo histórico não é uma exceção. Mas uma análise mais detida desse movimento evidencia leituras tendenciosas e parciais dos textos inspirados. Como os antitrinitários enfatizam os textos que falam apenas do Pai e do Filho, em detrimento daqueles que mencionam o Pai, o Filho e o Espírito Santo, assim também o segmento da natureza humana caída de Cristo enfatiza os textos que parecem endossar sua posição em detrimento daqueles que mencionam que Cristo não tinha tendência para o pecado.
A grande maioria dos teólogos adventistas concilia as várias declarações inspiradas sobre a natureza humana de Cristo afirmando que ela era física e morfologicamente enfraquecida pelo pecado, mas espiritual e moralmente sem tendência ao pecado. Mas, alegando que essa posição apresenta um Cristo híbrido e sem possibilidade de ter sido tentado, os adventistas históricos preferem ficar apenas com as declarações que favorecem suas teorias. A postura deles pode ser humanamente lógica e atrativa; mas é, ao mesmo tempo, parcial e seletiva em sua interpretação dos textos sagrados. Sem dúvida, como o primeiro Adão foi tentado sem ter uma natureza humana caída, assim o segundo Adão (Cristo) também o foi, “mas sem pecado” (Hb 4:15).
Quão relevante é o adventismo histórico? – Um estudo detido do desenvolvimento das doutrinas adventistas revela que o verdadeiro “adventismo histórico” abrange todo o sistema de verdades presentes, desenvolvidas em duas etapas. O período “pós1844” foi caracterizado pela definição de doutrinas distintivas da fé adventista como a lei e o sábado, a segunda vinda de Cristo, o sacerdócio de Cristo no santuário celestial e a imortalidade condicional do ser humano.2 No período pós-1888, a mensagem adventista foi enriquecida com maior ênfase nas doutrinas evangélicas da salvação pela graça mediante a fé, da plena divindade de Cristo e Sua coeternidade com o Deus Pai, bem como do Espírito Santo como a terceira Pessoa da Divindade.
A tentativa de redefinir o adventismo histórico da perspectiva do antitrinitarianismo ou da natureza humana caída de Cristo, importante como possa parecer, acaba reduzindo o amplo espectro da mensagem adventista. Esta é, sem dúvida, mais uma estratégia satânica para desviar a atenção do amplo sistema de verdades presentes, concentrando-a apenas em um de seus componentes. Com isso, grande parte da energia da igreja, que deveria ser gasta na evangelização do mundo, acaba sendo consumida por infindáveis discussões internas. Ellen G. White adverte: “Se Satanás for capaz de manter homens ocupados em responder às objeções dos oponentes, impedindo-os assim de realizar a mais importante obra para o tempo atual, seu objetivo será atingido.”3
Quão ético é o adventismo histórico? – Muitos adeptos do adventismo histórico têm assumido uma atitude extremamente crítica e belicosa para com a igreja e sua liderança. Alguns deles insinuam que a liderança da igreja acabou apostatando com a publicação do livro Questions on Doctrine, em 1957. Um de seus mais importantes líderes chegou mesmo a afirmar que o referido livro “atingiu o adventismo do sétimo dia com uma destruição doutrinária equivalente a um milhão de bombas atômicas”. Uma vez que o livro está disponível em português,4 seria oportuno que o leitor analisasse a validade de tais alegações à luz do próprio conteúdo do livro.
É certo que existem alguns teólogos, pastores e líderes que favorecem a noção de que Cristo assumiu uma natureza humana com tendência para o pecado, mas que não fazem disso uma arma para atacar a igreja e sua liderança. Aqueles que usam os nomes dessas pessoas para justificar sua belicosidade dissidente estão sendo desonestos para com a postura ética de tais líderes. Devemos lembrar ainda que, de acordo com o Manual da Igreja, um membro com postura independente ou separatista pode ser, inclusive, motivo de disciplina eclesiástica.5
Sempre que surgirem indivíduos e ministérios propondo reformar a Igreja, devemos primeiramente avaliar seus postulados e atitudes à luz dos conselhos de Ellen G. White no livro Testemunhos Para Ministros, p. 15-62. Devemos observar também se tais ministérios promovem a humildade pessoal (Mt 23:12), a alegria da salvação (Sl 51:12) e a unidade da igreja (Jo 17:20-23). Acima de tudo, devemos confiar na liderança divina. De acordo com Ellen G. White: “Não há nenhuma necessidade de duvidar, de estar temeroso de que a obra não seja bem-sucedida. Deus está à frente da obra, e porá tudo em ordem. Caso haja coisas necessitando serem ajustadas na direção da obra, Deus atenderá a isso, e trabalhará para endireitar todo erro. Tenhamos fé que Deus vai conduzir a nobre nau que transporta Seu povo, em segurança, para o porto.”6
Alberto Timm é reitor do SALT e coordenador do Espírito de Profecia da Divisão Sul-Americana O artigo originalmente foi publicado na edição de maio da Revista Adventista
Referências
1. Ver Alberto R. Timm, “Hermenêutica antitrinitariana moderna: análise metodológica”, Parousia (Unasp-EC), ano 5, nº 1 (1o semestre de 2006), p. 47-59.
2. Ver Alberto R. Timm, O Santuário e as Três MensagensAngélicas: Fatores integrativos no desenvolvimento das doutrinas adventistas, 5a ed. (Engenheiro Coelho, SP: Unaspress, 2009).
3. Ellen G. White, Obreiros Evangélicos, p. 376.
4. Ver Questões Sobre Doutrina, edição anotada (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2009). Cf. Alberto R. Timm, “Questões Sobre Doutrina: História e impacto na Divisão Sul-Americana”, Parousia, ano 7, nº 2 (2o semestre de 2008), p. 95-109.
5. Manual da Igreja Adventista do Sétimo Dia, ed. rev. em 2005 (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2006), p. 195.
6. Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 390.
Fonte: Novo Tempo
1 Outros ministérios e grupos, mesmo aceitando a existência da Trindade, alegam que Cristo assumiu uma natureza humana caída, com a mesma tendência natural para o pecado dos demais seres humanos.
O presente artigo provê uma breve análise crítica deste segundo segmento, da perspectiva do seu apelo à história adventista; do seu uso da Bíblia e dos escritos de Ellen G. White; de sua suposta relevância para a mensagem adventista, bem como do perfil ético dos seus postulados.
Quão histórico é o adventismo histórico? – As exposições históricas produzidas pelos adventistas históricos dão a impressão de que todos os pioneiros acreditavam exatamente como eles, sem vozes divergentes; e que a publicação do livro Questions on Doctrine [Questões Sobre Doutrina], em 1957, introduziu no seio da denominação a assim chamada “nova teologia” apóstata. Críticas são feitas também a D. E. Rebok, que revisou em 1949 o clássico livro Bible Readings for the Home Circle (publicado em português como Estudos Bíblicos), suprimindo do seu conteúdo a afirmação de que Cristo veio em “carne pecaminosa” como a dos demais descendentes de Adão. Mas nenhuma alusão é feita ao fato de que tal afirmação, não sendo parte do conteúdo original do livro (publicado desde 1889), foi incorporada a partir da edição revisada de 1914!
Entre as incoerências históricas do segmento em discussão existem duas que merecem ser destacadas. Primeira, como a teoria de que Cristo veio em carne pecaminosa floresceu entre os antitrinitários, os adventistas históricos, por uma questão de coerência, deveriam também aceitar o antitrinitarianismo, negando assim a coeternidade de Cristo com o Pai e a personalidade do Espírito Santo. Segunda, o forte apego dos adventistas históricos à tradição da igreja, como determinante da verdade, acaba suscitando a indagação: Não estariam os adventistas históricos atribuindo à tradição adventista a mesma autoridade que o maior poder eclesiástico atribui à sua própria tradição? Seja como for, devemos aceitar da tradição adventista apenas os componentes que estão em plena conformidade com os ensinos da Bíblia e dos escritos de Ellen G. White, interpretados adequadamente.
Quão inspirado é o adventismo histórico? – Todos os movimentos dissidentes da Igreja Adventista do Sétimo Dia, ao longo das décadas, sempre buscaram validar seus postulados na Bíblia e nos escritos de Ellen G. White, e o adventismo histórico não é uma exceção. Mas uma análise mais detida desse movimento evidencia leituras tendenciosas e parciais dos textos inspirados. Como os antitrinitários enfatizam os textos que falam apenas do Pai e do Filho, em detrimento daqueles que mencionam o Pai, o Filho e o Espírito Santo, assim também o segmento da natureza humana caída de Cristo enfatiza os textos que parecem endossar sua posição em detrimento daqueles que mencionam que Cristo não tinha tendência para o pecado.
A grande maioria dos teólogos adventistas concilia as várias declarações inspiradas sobre a natureza humana de Cristo afirmando que ela era física e morfologicamente enfraquecida pelo pecado, mas espiritual e moralmente sem tendência ao pecado. Mas, alegando que essa posição apresenta um Cristo híbrido e sem possibilidade de ter sido tentado, os adventistas históricos preferem ficar apenas com as declarações que favorecem suas teorias. A postura deles pode ser humanamente lógica e atrativa; mas é, ao mesmo tempo, parcial e seletiva em sua interpretação dos textos sagrados. Sem dúvida, como o primeiro Adão foi tentado sem ter uma natureza humana caída, assim o segundo Adão (Cristo) também o foi, “mas sem pecado” (Hb 4:15).
Quão relevante é o adventismo histórico? – Um estudo detido do desenvolvimento das doutrinas adventistas revela que o verdadeiro “adventismo histórico” abrange todo o sistema de verdades presentes, desenvolvidas em duas etapas. O período “pós1844” foi caracterizado pela definição de doutrinas distintivas da fé adventista como a lei e o sábado, a segunda vinda de Cristo, o sacerdócio de Cristo no santuário celestial e a imortalidade condicional do ser humano.2 No período pós-1888, a mensagem adventista foi enriquecida com maior ênfase nas doutrinas evangélicas da salvação pela graça mediante a fé, da plena divindade de Cristo e Sua coeternidade com o Deus Pai, bem como do Espírito Santo como a terceira Pessoa da Divindade.
A tentativa de redefinir o adventismo histórico da perspectiva do antitrinitarianismo ou da natureza humana caída de Cristo, importante como possa parecer, acaba reduzindo o amplo espectro da mensagem adventista. Esta é, sem dúvida, mais uma estratégia satânica para desviar a atenção do amplo sistema de verdades presentes, concentrando-a apenas em um de seus componentes. Com isso, grande parte da energia da igreja, que deveria ser gasta na evangelização do mundo, acaba sendo consumida por infindáveis discussões internas. Ellen G. White adverte: “Se Satanás for capaz de manter homens ocupados em responder às objeções dos oponentes, impedindo-os assim de realizar a mais importante obra para o tempo atual, seu objetivo será atingido.”3
Quão ético é o adventismo histórico? – Muitos adeptos do adventismo histórico têm assumido uma atitude extremamente crítica e belicosa para com a igreja e sua liderança. Alguns deles insinuam que a liderança da igreja acabou apostatando com a publicação do livro Questions on Doctrine, em 1957. Um de seus mais importantes líderes chegou mesmo a afirmar que o referido livro “atingiu o adventismo do sétimo dia com uma destruição doutrinária equivalente a um milhão de bombas atômicas”. Uma vez que o livro está disponível em português,4 seria oportuno que o leitor analisasse a validade de tais alegações à luz do próprio conteúdo do livro.
É certo que existem alguns teólogos, pastores e líderes que favorecem a noção de que Cristo assumiu uma natureza humana com tendência para o pecado, mas que não fazem disso uma arma para atacar a igreja e sua liderança. Aqueles que usam os nomes dessas pessoas para justificar sua belicosidade dissidente estão sendo desonestos para com a postura ética de tais líderes. Devemos lembrar ainda que, de acordo com o Manual da Igreja, um membro com postura independente ou separatista pode ser, inclusive, motivo de disciplina eclesiástica.5
Sempre que surgirem indivíduos e ministérios propondo reformar a Igreja, devemos primeiramente avaliar seus postulados e atitudes à luz dos conselhos de Ellen G. White no livro Testemunhos Para Ministros, p. 15-62. Devemos observar também se tais ministérios promovem a humildade pessoal (Mt 23:12), a alegria da salvação (Sl 51:12) e a unidade da igreja (Jo 17:20-23). Acima de tudo, devemos confiar na liderança divina. De acordo com Ellen G. White: “Não há nenhuma necessidade de duvidar, de estar temeroso de que a obra não seja bem-sucedida. Deus está à frente da obra, e porá tudo em ordem. Caso haja coisas necessitando serem ajustadas na direção da obra, Deus atenderá a isso, e trabalhará para endireitar todo erro. Tenhamos fé que Deus vai conduzir a nobre nau que transporta Seu povo, em segurança, para o porto.”6
Alberto Timm é reitor do SALT e coordenador do Espírito de Profecia da Divisão Sul-Americana O artigo originalmente foi publicado na edição de maio da Revista Adventista
Referências
1. Ver Alberto R. Timm, “Hermenêutica antitrinitariana moderna: análise metodológica”, Parousia (Unasp-EC), ano 5, nº 1 (1o semestre de 2006), p. 47-59.
2. Ver Alberto R. Timm, O Santuário e as Três MensagensAngélicas: Fatores integrativos no desenvolvimento das doutrinas adventistas, 5a ed. (Engenheiro Coelho, SP: Unaspress, 2009).
3. Ellen G. White, Obreiros Evangélicos, p. 376.
4. Ver Questões Sobre Doutrina, edição anotada (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2009). Cf. Alberto R. Timm, “Questões Sobre Doutrina: História e impacto na Divisão Sul-Americana”, Parousia, ano 7, nº 2 (2o semestre de 2008), p. 95-109.
5. Manual da Igreja Adventista do Sétimo Dia, ed. rev. em 2005 (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2006), p. 195.
6. Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 390.
Fonte: Novo Tempo
Outro espírito
Gosto de observar gente equilibrada. Pessoas que têm profundidade e se distinguem por sua fidelidade, produzindo espírito de união e harmonia por onde passam. Desse modo, refletem o caráter de Cristo. Afinal, o amor e a unidade são as maiores demonstrações do cristianismo verdadeiro e concretizam o sonho de Deus para Sua igreja (Mt 25 e Jo 17)
Gosto de olhar para Calebe, que, em um momento de divisão, pessimismo, falta de fé e crítica, ficou ao lado de seu líder e da vontade expressa de Deus. Sobre ele, Deus diz: “Porém o Meu servo Calebe, visto que nele houve outro espírito, e perseverou em seguir-Me, Eu o farei entrar na terra que espiou, e a sua descendência a possuirá” (Nm 14:24). Quando a maioria tinha espírito de agitação, ele demonstrou espírito de paz, equilíbrio e confiança na liderança de Deus sobre Seu povo. Ele teve “outro espírito”.
O resultado desse espírito diferente deu às famílias de Calebe e Josué o privilégio de herdar a terra prometida. Observe que em Números 13 está a lista dos doze príncipes que foram espiar a terra. Destes, dez não são lembrados. Foram esquecidos pela história. Não há lugar para os críticos, pessimistas, independentes e agitadores nos registros do povo de Deus. Por outro lado, Josué se tornou líder do povo e Calebe, um conquistador vitorioso e destemido. Deus está ao lado dos que têm “outro espírito”.
Hoje, a igreja precisa de pessoas dotadas do espírito de Calebe. Pessoas equilibradas, que são fiéis à verdade, pessoas que unem, agregam e geram harmonia. Que expressam suas opiniões, sempre pensando no bem coletivo. Que atuam pensando no crescimento do corpo de Cristo e não em seus interesses ou visão pessoal. Precisamos de membros, líderes, pastores e missionários voluntários que defendam a verdade com amor. Que preguem a Palavra, que estejam mais preocupados em salvar do que polemizar ou discutir. Pessoas que tenham “outro espírito”, que não se misturem com agitação, crítica nem divisão, mas que avancem com equilíbrio, lealdade, fidelidade e consagração.
Este é o momento da história em que mais precisamos de unidade e equilíbrio dentro de nossas fileiras, pois a chuva serôdia só será derramada sobre uma igreja assim: não dividida em movimentos aqui, críticos ali, independentes acolá. Para a conclusão da obra, Deus não está chamando críticos nem independentes, mas colaboradores e membros de um mesmo corpo. Gente que tem “outro espírito”.
Você já observou que um dos nomes mais comuns e fortes dados ao Espírito Santo é Consolador (Jo 14:16)? Ele é Aquele que une, acalma, demonstra amor, anda a segunda milha e conforta. Já Satanás é chamado, entre outros nomes, de acusador (Ap 12:10). Aliás, essa é uma das suas principais funções; por isso, esse nome o retrata muito bem. Nossas atitudes sempre demonstram qual desses poderes controla nossa vida.
Algumas pessoas confundem as coisas, agem como acusadores e dizem ser usadas pelo Consolador. Gente que usa diferentes recursos, reais ou virtuais. Esses aparecem em nossas igrejas, muitas vezes acusando pessoas; outras querendo levar os membros a um reavivamento, dizendo resgatar uma mensagem histórica ou acusando a igreja de estar apostatada. Normalmente, a fórmula é a mesma: aparência de piedade, crítica à igreja, sua liderança e sua mensagem; discurso unilateral, falando de um ou dois pontos doutrinários de forma insistente ou semeando dúvida na mente dos ouvintes.
Essas situações não são novas. Já existiram na vida da igreja cristã primitiva e também na jornada da igreja remanescente. Qual foi o resultado? Crises, agitação, divisão, dor e apostasia. Isso vem do Consolador? Reflete o espírito de Calebe? O fato é que esses movimentos ficaram pelo caminho, seus lideres desapareceram e abandonaram seus seguidores. Muitos deles nunca mais conseguiram se refazer espiritualmente. A igreja de Deus, porém, segue avançando firme. “Frágil e defeituosa”, mas mantida pelo Senhor. Ele mesmo nos preparou para isso, quando disse: “Velhas controvérsias serão reavivadas, e novas teorias surgirão continuamente” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 109). “Falsas teorias, revestidas de trajes de luz, serão apresentadas ao povo de Deus. Assim Satanás procurará enganar, se possível, até os escolhidos” (Ellen G. White, Testemunhos Seletos, v. 3, p. 271).
A igreja necessita do envolvimento de todos, de forma consagrada e equilibrada, para vencer os grandes desafios que temos no cumprimento da missão. O evangelho do reino precisa ser pregado para que Cristo volte (Mt 24:14) e precisamos de unidade para isso. Não de ações ou movimentos independentes, dissidentes e críticos. “Deus tem na Terra uma igreja que é Seu povo escolhido, que guarda os Seus mandamentos. Ele está guiando, não ramificações transviadas, não um aqui e outro ali, mas um povo” (Ellen G. White, Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 61).
O que fazer diante de pessoas ou movimentos assim? Ter “outro espírito”, à semelhança de Calebe, e permanecer fiel, não importando a pressão nem a sedução. Não abrir espaço nem gastar tempo com essas questões. Elas consomem o tempo e esgotam as energias da igreja. Vamos nos aprofundar na verdade. Por outro lado, precisamos orar pelas pessoas que acabaram sendo envolvidas nesses movimentos. Sua atitude indica que elas precisam urgentemente da presença de Deus, por mais que pareçam piedosas. Na verdade, “a razão de todas as divisões, discórdias e diferenças encontra-se na separação de Cristo” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 259).

Pr.Erton Köhler
Presidente da Igreja Adventista na América do Sul
Fonte: Revista Adventista de maio 2011
Fonte: Novo Tempo
Gosto de olhar para Calebe, que, em um momento de divisão, pessimismo, falta de fé e crítica, ficou ao lado de seu líder e da vontade expressa de Deus. Sobre ele, Deus diz: “Porém o Meu servo Calebe, visto que nele houve outro espírito, e perseverou em seguir-Me, Eu o farei entrar na terra que espiou, e a sua descendência a possuirá” (Nm 14:24). Quando a maioria tinha espírito de agitação, ele demonstrou espírito de paz, equilíbrio e confiança na liderança de Deus sobre Seu povo. Ele teve “outro espírito”.
O resultado desse espírito diferente deu às famílias de Calebe e Josué o privilégio de herdar a terra prometida. Observe que em Números 13 está a lista dos doze príncipes que foram espiar a terra. Destes, dez não são lembrados. Foram esquecidos pela história. Não há lugar para os críticos, pessimistas, independentes e agitadores nos registros do povo de Deus. Por outro lado, Josué se tornou líder do povo e Calebe, um conquistador vitorioso e destemido. Deus está ao lado dos que têm “outro espírito”.
Hoje, a igreja precisa de pessoas dotadas do espírito de Calebe. Pessoas equilibradas, que são fiéis à verdade, pessoas que unem, agregam e geram harmonia. Que expressam suas opiniões, sempre pensando no bem coletivo. Que atuam pensando no crescimento do corpo de Cristo e não em seus interesses ou visão pessoal. Precisamos de membros, líderes, pastores e missionários voluntários que defendam a verdade com amor. Que preguem a Palavra, que estejam mais preocupados em salvar do que polemizar ou discutir. Pessoas que tenham “outro espírito”, que não se misturem com agitação, crítica nem divisão, mas que avancem com equilíbrio, lealdade, fidelidade e consagração.
Este é o momento da história em que mais precisamos de unidade e equilíbrio dentro de nossas fileiras, pois a chuva serôdia só será derramada sobre uma igreja assim: não dividida em movimentos aqui, críticos ali, independentes acolá. Para a conclusão da obra, Deus não está chamando críticos nem independentes, mas colaboradores e membros de um mesmo corpo. Gente que tem “outro espírito”.
Você já observou que um dos nomes mais comuns e fortes dados ao Espírito Santo é Consolador (Jo 14:16)? Ele é Aquele que une, acalma, demonstra amor, anda a segunda milha e conforta. Já Satanás é chamado, entre outros nomes, de acusador (Ap 12:10). Aliás, essa é uma das suas principais funções; por isso, esse nome o retrata muito bem. Nossas atitudes sempre demonstram qual desses poderes controla nossa vida.
Algumas pessoas confundem as coisas, agem como acusadores e dizem ser usadas pelo Consolador. Gente que usa diferentes recursos, reais ou virtuais. Esses aparecem em nossas igrejas, muitas vezes acusando pessoas; outras querendo levar os membros a um reavivamento, dizendo resgatar uma mensagem histórica ou acusando a igreja de estar apostatada. Normalmente, a fórmula é a mesma: aparência de piedade, crítica à igreja, sua liderança e sua mensagem; discurso unilateral, falando de um ou dois pontos doutrinários de forma insistente ou semeando dúvida na mente dos ouvintes.
Essas situações não são novas. Já existiram na vida da igreja cristã primitiva e também na jornada da igreja remanescente. Qual foi o resultado? Crises, agitação, divisão, dor e apostasia. Isso vem do Consolador? Reflete o espírito de Calebe? O fato é que esses movimentos ficaram pelo caminho, seus lideres desapareceram e abandonaram seus seguidores. Muitos deles nunca mais conseguiram se refazer espiritualmente. A igreja de Deus, porém, segue avançando firme. “Frágil e defeituosa”, mas mantida pelo Senhor. Ele mesmo nos preparou para isso, quando disse: “Velhas controvérsias serão reavivadas, e novas teorias surgirão continuamente” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 109). “Falsas teorias, revestidas de trajes de luz, serão apresentadas ao povo de Deus. Assim Satanás procurará enganar, se possível, até os escolhidos” (Ellen G. White, Testemunhos Seletos, v. 3, p. 271).
A igreja necessita do envolvimento de todos, de forma consagrada e equilibrada, para vencer os grandes desafios que temos no cumprimento da missão. O evangelho do reino precisa ser pregado para que Cristo volte (Mt 24:14) e precisamos de unidade para isso. Não de ações ou movimentos independentes, dissidentes e críticos. “Deus tem na Terra uma igreja que é Seu povo escolhido, que guarda os Seus mandamentos. Ele está guiando, não ramificações transviadas, não um aqui e outro ali, mas um povo” (Ellen G. White, Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 61).
O que fazer diante de pessoas ou movimentos assim? Ter “outro espírito”, à semelhança de Calebe, e permanecer fiel, não importando a pressão nem a sedução. Não abrir espaço nem gastar tempo com essas questões. Elas consomem o tempo e esgotam as energias da igreja. Vamos nos aprofundar na verdade. Por outro lado, precisamos orar pelas pessoas que acabaram sendo envolvidas nesses movimentos. Sua atitude indica que elas precisam urgentemente da presença de Deus, por mais que pareçam piedosas. Na verdade, “a razão de todas as divisões, discórdias e diferenças encontra-se na separação de Cristo” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 259).
Pr.Erton Köhler
Presidente da Igreja Adventista na América do Sul
Fonte: Revista Adventista de maio 2011
Fonte: Novo Tempo
O “obelisco” no túmulo de Ellen White
Algumas pessoas acusam Ellen White de ter tido envolvimento com a maçonaria por que próximo ao túmulo dela há um “obelisco”. Realmente há um monumento em forma de obelisco no lote onde se encontram os túmulos da família White. Estive lá neste ano (2011) em Battle Creek, Michigan, e até tirei uma foto ao lado, como você pode ver na foto que ilustra esse artigo (rsrsrs).
O que alguns exagerados ignoram é que monumentos em forma de obelisco (não era um obelisco em si) eram comuns naqueles dias para marcar o território em que uma família se encontrava em um cemitério. Quando passei por alguns cemitérios antigos como o de Low Hampton, Nova York (se não me engano era nessa cidade) vi que tal monumento se encontra próximo aos túmulos de outros cristãos.
Portanto, no século XIX um monumento em forma de obelisco não era problema para os crentes.
É importante considerarmos que Ellen White era totalmente contra a maçonaria, como podemos ler no livro Evangelismo, p. 617-623. Em sua argumentação ela usa 2 Coríntios 6:14, que recomenda: “não vos prendais a um jugo desigual com infiéis”, para afirmar que Deus proíbe os cristãos de se associarem à maçonaria.
Na página 619, ao tratar das sociedades secretas, ela afirmou que essas sociedades “não têm nenhuma ligação com Deus” e que “nenhum cristão sincero pode prosperar em tal atmosfera”. E, na página 622 ela foi taxativa:
“Aqueles que se acham sob a ensanguentada bandeira do Príncipe Emanuel [Cristo], não se podem unir aos maçons, ou com qualquer organização secreta”.
Quando Ellen White esteve na Austrália, deu uma forte mensagem nesse sentido ao irmão N. D. Faulkhead, que era envolvido com a maçonaria. Deus revelou a ela em visão muitas coisas sobre a vida dele em tal sociedade, e disse por intermédio da profetisa que “Só havia uma coisa a fazer – cortar sua ligação com eles (maçons) e estar todo do lado do Senhor” (“Evangelismo”, p. 621).
O anjo que comunicou o fato a ela lhe mostrou um sinal particular que era conhecido apenas pela mais alta ordem maçônica. Quando ela fez tal sinal na presença dele, Faulkhead ficou convencido de que Deus havia falado com ela. Isso o deixou tão impressionado que abandonou a maçonaria! (Mais detalhes sobre essa história podem ser lidos em “A Verdade Sobre os Anjos”, p.p. 257, 258).
Sendo que ela tirou uma pessoa da maçonaria, como poderia ter envolvimento com tal sociedade secreta? Portanto, quando alguns afirmam que ela estava “ligada à maçonaria” por causa de um simples monumento decorativo, tais indivíduos só podem estar com algum problema! Precisam se informar melhor e/ou buscar tratamento psicológico com urgência.
As formas geométricas não foram criadas pelos maçons
Também devemos considerar que objetos em forma de obeliscos ou outras figuras geométricas não são exclusivos da maçonaria ou de outros movimentos secretos. As formas geométricas pertencem a Deus, mas, infelizmente o ser humano usa de maneira errada.
Ao responder sobre a presença do “obelisco” no túmulo de Ellen White, veja que argumento interessante William Fagal, diretor do Ellen G. White Estate, nos EUA, apresentou:
“A cruz em si já foi um símbolo odioso da opressão e crueldade de Roma, mas hoje, os cristãos ao redor do mundo a utilizam como um símbolo da nossa redenção através de Cristo.” (A resposta dele completa se encontra no livro “101 Questions About Ellen White and Her Writings”, p. 39-41. Pacific Press Publishing Association, 2010).
Os nomes dos dias da semana são de deuses pagãos. Entretanto, não somos considerados idólatras, pois, em nossos dias tais nomes nada mais têm a ver com o paganismo. Isso evidencia definitivamente que símbolos podem ter seus significados mudados, de modo que não precisamos nos preocuparmos com isso.
Ao invés de lermos esses sites de gente extremista que está de mal com a vida, coloquemos diante de nós boa literatura, para que sejamos edificados através de assuntos que realmente edificam e nos preparam para a Volta de Cristo (Mt 24:42, 44).
Além disso, separemos nosso tempo para ajudar os maçons no preparo para a Segunda Vinda do Senhor (Ap 1:7; Mc 16:15). Ao invés de acusá-los de “satanistas” (o que não é verdade), falemos a eles do quanto Deus os ama e da importância de se prepararem para o juízo final, que será em breve (Mt 25:31-46).
Leandro Quadros
Novotempo.com/namiradaverdade
Fonte: Novo Tempo
O que alguns exagerados ignoram é que monumentos em forma de obelisco (não era um obelisco em si) eram comuns naqueles dias para marcar o território em que uma família se encontrava em um cemitério. Quando passei por alguns cemitérios antigos como o de Low Hampton, Nova York (se não me engano era nessa cidade) vi que tal monumento se encontra próximo aos túmulos de outros cristãos.
Portanto, no século XIX um monumento em forma de obelisco não era problema para os crentes.
É importante considerarmos que Ellen White era totalmente contra a maçonaria, como podemos ler no livro Evangelismo, p. 617-623. Em sua argumentação ela usa 2 Coríntios 6:14, que recomenda: “não vos prendais a um jugo desigual com infiéis”, para afirmar que Deus proíbe os cristãos de se associarem à maçonaria.
Na página 619, ao tratar das sociedades secretas, ela afirmou que essas sociedades “não têm nenhuma ligação com Deus” e que “nenhum cristão sincero pode prosperar em tal atmosfera”. E, na página 622 ela foi taxativa:
“Aqueles que se acham sob a ensanguentada bandeira do Príncipe Emanuel [Cristo], não se podem unir aos maçons, ou com qualquer organização secreta”.
Quando Ellen White esteve na Austrália, deu uma forte mensagem nesse sentido ao irmão N. D. Faulkhead, que era envolvido com a maçonaria. Deus revelou a ela em visão muitas coisas sobre a vida dele em tal sociedade, e disse por intermédio da profetisa que “Só havia uma coisa a fazer – cortar sua ligação com eles (maçons) e estar todo do lado do Senhor” (“Evangelismo”, p. 621).
O anjo que comunicou o fato a ela lhe mostrou um sinal particular que era conhecido apenas pela mais alta ordem maçônica. Quando ela fez tal sinal na presença dele, Faulkhead ficou convencido de que Deus havia falado com ela. Isso o deixou tão impressionado que abandonou a maçonaria! (Mais detalhes sobre essa história podem ser lidos em “A Verdade Sobre os Anjos”, p.p. 257, 258).
Sendo que ela tirou uma pessoa da maçonaria, como poderia ter envolvimento com tal sociedade secreta? Portanto, quando alguns afirmam que ela estava “ligada à maçonaria” por causa de um simples monumento decorativo, tais indivíduos só podem estar com algum problema! Precisam se informar melhor e/ou buscar tratamento psicológico com urgência.
As formas geométricas não foram criadas pelos maçons
Também devemos considerar que objetos em forma de obeliscos ou outras figuras geométricas não são exclusivos da maçonaria ou de outros movimentos secretos. As formas geométricas pertencem a Deus, mas, infelizmente o ser humano usa de maneira errada.
Ao responder sobre a presença do “obelisco” no túmulo de Ellen White, veja que argumento interessante William Fagal, diretor do Ellen G. White Estate, nos EUA, apresentou:
“A cruz em si já foi um símbolo odioso da opressão e crueldade de Roma, mas hoje, os cristãos ao redor do mundo a utilizam como um símbolo da nossa redenção através de Cristo.” (A resposta dele completa se encontra no livro “101 Questions About Ellen White and Her Writings”, p. 39-41. Pacific Press Publishing Association, 2010).
Os nomes dos dias da semana são de deuses pagãos. Entretanto, não somos considerados idólatras, pois, em nossos dias tais nomes nada mais têm a ver com o paganismo. Isso evidencia definitivamente que símbolos podem ter seus significados mudados, de modo que não precisamos nos preocuparmos com isso.
Ao invés de lermos esses sites de gente extremista que está de mal com a vida, coloquemos diante de nós boa literatura, para que sejamos edificados através de assuntos que realmente edificam e nos preparam para a Volta de Cristo (Mt 24:42, 44).
Além disso, separemos nosso tempo para ajudar os maçons no preparo para a Segunda Vinda do Senhor (Ap 1:7; Mc 16:15). Ao invés de acusá-los de “satanistas” (o que não é verdade), falemos a eles do quanto Deus os ama e da importância de se prepararem para o juízo final, que será em breve (Mt 25:31-46).
Leandro Quadros
Novotempo.com/namiradaverdade
Fonte: Novo Tempo
domingo, 15 de maio de 2011
Semana da Família na TV Novo Tempo
A Semana da família será exibida pelo canal executivo (http://novotempo.com/canal-executivo). É uma produção feita na DSA, apresentado pelo pastor Edson Choque, com duração de 30 minutos. Abaixo seguem as datas e horários : Sábado, 14 de maio de 2011
1:00-11:30 (Gravado- Pr. Edson choque)
Domingo a sexta, 15 a 20 de maio de 2011
20:00-20:30 (Gravado- Pr. edson Choque)
Sábado 21 de maio de 2011
11:00-11:30 (Gravado-Pr. Eson Choque)
Clique aqui e assista o canal ao Vivo: Novo Tempo
Fonte: Novo Tempo
Ellen White e os que gostam de criticar a igreja
Um dissidente chamado Marcelo (veja no blog www.emdefesadoespiritosanto.blogspot.com) está adotando a mesma postura de Pereira ao disseminar suas ideias heréticas no blog: postar vários comentários (repetitivos) em diversas páginas do site para que os leitores sofram uma verdadeira “enxurrada” de ideias antitrinitarianas. Como se isso não bastasse, ele me escreveu em um de seus posts:
“Abra os olhos, senão você vai se perder junto com a liderança corrupta! Veja a arrogância deles que a Sra. White viu na citação anterior… Estes profissionais da obra “por tantos anos” estão lutando contra Deus. Traidores atrevidos, como Paulo diz a Timóteo”
Agora, veja o puxão de orelhas que Ellen White dá nesse fanático:
“Quando homens se levantam, pretendendo ter uma mensagem de Deus, mas em vez de combaterem contra os principados e potestades, e os príncipes das trevas deste mundo, eles formam um falso esquadrão, virando as armas de guerra contra a igreja militante, tende medo deles. Não possuem as credenciais divinas. Deus não lhes deu tal responsabilidade no trabalho. O Senhor não confere a nenhum homem uma mensagem que desanimará e desalentará a igreja” (Testemunhos Para Ministros, p. 22, 23.)
Esse trecho de Ellen White mostra claramente que a atitude de Marcelo e outros dissidentes é motivada pelo príncipe das trevas, que se aproveitou dos sentimentos de amargura deles para lançá-los no precipício da crítica e desconfiança para com a liderança da igreja. Ao invés de eles combaterem “os principados e potestades”, combatem “a liderança”. Como diz o ditado: eles agem bem “como o diabo gosta”…
Um costume prejudicial que faz parte da vida dos dissidentes é o “enxergar o cisco no olho dos líderes ao invés de tirar a “trave” que está nos olhos deles. Eles não param para pensar que a Igreja Adventista não crê numa espécie de “infalibilidade papal” que apresenta um líder como sendo “isento de erros”. Por isso, é infantil – e anticristã – a atitude deles de denegrir toda a obra de Deus por causa das falhas pessoais de seres humanos como você e eu.
Esses críticos também demonstram imaturidade espiritual em achar que todos os pastores teem de ser “perfeitos”. Criam padrões sobre humanos para os ministros, como se eles não fossem pecadores como qualquer outra pessoa e carentes da graça diária de Jesus.
Se os dissidentes fossem guiados por Deus, ao invés de criticar a liderança, orariam pelos líderes e se colocariam à disposição deles para aconselhar (mansamente) e apresentar soluções. Teriam a disposição de unir-se num espírito de amor cristão para que a obra cresça e Jesus volte logo. Ellen White adverte:
“Em vez da unidade que devia existir entre os crentes, há desunião; pois a Satanás é permitido entrar e pelos seus enganos e ilusões leva ele, os que de Cristo não estão aprendendo a mansidão e humildade de coração, a seguir um rumo diferente da igreja, e, se possível, a quebrar-lhes a união.” (A Igreja Remanescente, p. 44).
O que Ellen White diz sobre os dissidentes que se alimentam com as críticas? Eles deveriam separar um tempo e ler o capítulo 70 do Mente, Caráter e Personalidade, vol. 2, p.635-640, para que sejam motivados a se arrependerem e a mudarem de atitude antes que seja tarde demais. Intitulado “Crítica”, esse capítulo apresenta sérias advertências, das quais destaco algumas:
“Demorando-se continuamente nos erros e defeitos dos outros, muitos se tornam dispépticos religiosos” (p. 635).
“Os que criticam e condenam uns aos outros estão transgredindo os mandamentos de Deus, e são-Lhe uma ofensa” (p. 637).
Percebeu? Os críticos dissidentes são uma ofensa para Deus! Como poderem esperar a salvação se continuarem com esse espírito satânico?
Ela continua:
“Irmãos e irmãs, afastemos o entulho da crítica e suspeita e murmuração, e não desgastei os nervos externamente” (p. 638).
A profetisa chama as críticas, suspeitas e murmurações de entulho e afirma que esse tipo de comportamento desgasta os nervos. Não é por acaso que muitos dissidentes rancorosos têm sérios problemas consigo mesmos e uma atitude belicosa para com aqueles que pensam diferente deles. Como “a boca deles transborda o entulho que está enchendo o coração deles” (Lc 6:45, adaptado) é de se esperar que aquilo que dizem ou escrevem contra a Igreja e suas doutrina seja digno de ser depositado no lixo. Recomendo que faça isso, leitor.
Ellen White dá um grande “tapa na cara” daqueles que acham estarem “reformando a igreja” através da rebelião contra a liderança. Ela mostra que a maneira de Deus tornar a Igreja ainda melhor não é o tipo de trabalho deles, mas, uma obra bem contrária à que eles fazem! Veja:
“Se todos os cristãos professos usassem suas faculdades investigadoras para ver quais os males que neles mesmos carecem de correção, em vez de falar dos erros alheios, existiria na igreja hoje uma condição mais saudável” (p. 638).
Podem restar dúvidas depois de um parágrafo como esse, querido leitor? Ellen White afirma que a Igreja será mais saudável não através de ataques à liderança, e sim por meio de uma análise pessoal, na qual o indivíduo reconhece seus pontos fracos e, ao lado de Deus, os corrige!
Definitivamente, a “obra” dos dissidentes não é orientada por Deus e não possui a aprovação dos escritos de Ellen White. Por mais bem intencionados que alguns deles possam ser, estão sendo usados pelo diabo para promover desunião e prejudicar a pregação das Três Mensagens Angélicas de Apocalipse 14:6-12.
Por falar nisso, nunca vi um dissidente antitrinitarino ou pós-lapsariano separar tempo para pregar aos de fora… Não param para pensar que estão transgredindo abertamente a ordem de Cristo em Mateus 28:18-20. Isso já é evidência suficiente de que eles não pregam o evangelho, mas, que são usados pelo mal para desviar o foco daquilo que realmente importa.
Portanto, amigo leitor, tudo o que Marcelo e outros dissidentes escreveram contra a doutrina da Trindade e a liderança da Igreja não possui valor algum à luz dos escritos de Ellen White. Por isso, ao ler o que eles postaram neste blog (excluo muitas coisas por que este blog não é um promovedor de heresias), tenham em mente que o que eles dizem com o objetivo de “reformar” a Igreja do modo deles – e atacá-la – não vem do Espírito Santo (e nem poderia vir, pois, não acreditam nEle). As leituras tendenciosas e parciais que eles fazem dos escritos inspirados já depõe contra eles, evidenciando ignorância ou má fé.
Se você é um crítico, escolha fazer parte do trigo que será recolhido no celeiro de Cristo (Mt 13:24-30; 36-43). Não continue sendo o joio, que será queimado definitivamente depois do milênio (Ap 20).
Ao ler este artigo você pode ficar mais rebelde ainda ou pedir a Deus mudança em sua vida. A decisão é sua. Oro para que volte à sensatez e dediquei seu tempo em salvar pecadores ao invés de condenar aqueles que trabalham pela salvação dos outros.
Leandro Quadros
Fonte: novotempo.com/namiradaverdade
Fonte: Novo Tempo
“Abra os olhos, senão você vai se perder junto com a liderança corrupta! Veja a arrogância deles que a Sra. White viu na citação anterior… Estes profissionais da obra “por tantos anos” estão lutando contra Deus. Traidores atrevidos, como Paulo diz a Timóteo”
Agora, veja o puxão de orelhas que Ellen White dá nesse fanático:
“Quando homens se levantam, pretendendo ter uma mensagem de Deus, mas em vez de combaterem contra os principados e potestades, e os príncipes das trevas deste mundo, eles formam um falso esquadrão, virando as armas de guerra contra a igreja militante, tende medo deles. Não possuem as credenciais divinas. Deus não lhes deu tal responsabilidade no trabalho. O Senhor não confere a nenhum homem uma mensagem que desanimará e desalentará a igreja” (Testemunhos Para Ministros, p. 22, 23.)
Esse trecho de Ellen White mostra claramente que a atitude de Marcelo e outros dissidentes é motivada pelo príncipe das trevas, que se aproveitou dos sentimentos de amargura deles para lançá-los no precipício da crítica e desconfiança para com a liderança da igreja. Ao invés de eles combaterem “os principados e potestades”, combatem “a liderança”. Como diz o ditado: eles agem bem “como o diabo gosta”…
Um costume prejudicial que faz parte da vida dos dissidentes é o “enxergar o cisco no olho dos líderes ao invés de tirar a “trave” que está nos olhos deles. Eles não param para pensar que a Igreja Adventista não crê numa espécie de “infalibilidade papal” que apresenta um líder como sendo “isento de erros”. Por isso, é infantil – e anticristã – a atitude deles de denegrir toda a obra de Deus por causa das falhas pessoais de seres humanos como você e eu.
Esses críticos também demonstram imaturidade espiritual em achar que todos os pastores teem de ser “perfeitos”. Criam padrões sobre humanos para os ministros, como se eles não fossem pecadores como qualquer outra pessoa e carentes da graça diária de Jesus.
Se os dissidentes fossem guiados por Deus, ao invés de criticar a liderança, orariam pelos líderes e se colocariam à disposição deles para aconselhar (mansamente) e apresentar soluções. Teriam a disposição de unir-se num espírito de amor cristão para que a obra cresça e Jesus volte logo. Ellen White adverte:
“Em vez da unidade que devia existir entre os crentes, há desunião; pois a Satanás é permitido entrar e pelos seus enganos e ilusões leva ele, os que de Cristo não estão aprendendo a mansidão e humildade de coração, a seguir um rumo diferente da igreja, e, se possível, a quebrar-lhes a união.” (A Igreja Remanescente, p. 44).
O que Ellen White diz sobre os dissidentes que se alimentam com as críticas? Eles deveriam separar um tempo e ler o capítulo 70 do Mente, Caráter e Personalidade, vol. 2, p.635-640, para que sejam motivados a se arrependerem e a mudarem de atitude antes que seja tarde demais. Intitulado “Crítica”, esse capítulo apresenta sérias advertências, das quais destaco algumas:
“Demorando-se continuamente nos erros e defeitos dos outros, muitos se tornam dispépticos religiosos” (p. 635).
“Os que criticam e condenam uns aos outros estão transgredindo os mandamentos de Deus, e são-Lhe uma ofensa” (p. 637).
Percebeu? Os críticos dissidentes são uma ofensa para Deus! Como poderem esperar a salvação se continuarem com esse espírito satânico?
Ela continua:
“Irmãos e irmãs, afastemos o entulho da crítica e suspeita e murmuração, e não desgastei os nervos externamente” (p. 638).
A profetisa chama as críticas, suspeitas e murmurações de entulho e afirma que esse tipo de comportamento desgasta os nervos. Não é por acaso que muitos dissidentes rancorosos têm sérios problemas consigo mesmos e uma atitude belicosa para com aqueles que pensam diferente deles. Como “a boca deles transborda o entulho que está enchendo o coração deles” (Lc 6:45, adaptado) é de se esperar que aquilo que dizem ou escrevem contra a Igreja e suas doutrina seja digno de ser depositado no lixo. Recomendo que faça isso, leitor.
Ellen White dá um grande “tapa na cara” daqueles que acham estarem “reformando a igreja” através da rebelião contra a liderança. Ela mostra que a maneira de Deus tornar a Igreja ainda melhor não é o tipo de trabalho deles, mas, uma obra bem contrária à que eles fazem! Veja:
“Se todos os cristãos professos usassem suas faculdades investigadoras para ver quais os males que neles mesmos carecem de correção, em vez de falar dos erros alheios, existiria na igreja hoje uma condição mais saudável” (p. 638).
Podem restar dúvidas depois de um parágrafo como esse, querido leitor? Ellen White afirma que a Igreja será mais saudável não através de ataques à liderança, e sim por meio de uma análise pessoal, na qual o indivíduo reconhece seus pontos fracos e, ao lado de Deus, os corrige!
Definitivamente, a “obra” dos dissidentes não é orientada por Deus e não possui a aprovação dos escritos de Ellen White. Por mais bem intencionados que alguns deles possam ser, estão sendo usados pelo diabo para promover desunião e prejudicar a pregação das Três Mensagens Angélicas de Apocalipse 14:6-12.
Por falar nisso, nunca vi um dissidente antitrinitarino ou pós-lapsariano separar tempo para pregar aos de fora… Não param para pensar que estão transgredindo abertamente a ordem de Cristo em Mateus 28:18-20. Isso já é evidência suficiente de que eles não pregam o evangelho, mas, que são usados pelo mal para desviar o foco daquilo que realmente importa.
Portanto, amigo leitor, tudo o que Marcelo e outros dissidentes escreveram contra a doutrina da Trindade e a liderança da Igreja não possui valor algum à luz dos escritos de Ellen White. Por isso, ao ler o que eles postaram neste blog (excluo muitas coisas por que este blog não é um promovedor de heresias), tenham em mente que o que eles dizem com o objetivo de “reformar” a Igreja do modo deles – e atacá-la – não vem do Espírito Santo (e nem poderia vir, pois, não acreditam nEle). As leituras tendenciosas e parciais que eles fazem dos escritos inspirados já depõe contra eles, evidenciando ignorância ou má fé.
Se você é um crítico, escolha fazer parte do trigo que será recolhido no celeiro de Cristo (Mt 13:24-30; 36-43). Não continue sendo o joio, que será queimado definitivamente depois do milênio (Ap 20).
Ao ler este artigo você pode ficar mais rebelde ainda ou pedir a Deus mudança em sua vida. A decisão é sua. Oro para que volte à sensatez e dediquei seu tempo em salvar pecadores ao invés de condenar aqueles que trabalham pela salvação dos outros.
Leandro Quadros
Fonte: novotempo.com/namiradaverdade
Fonte: Novo Tempo
domingo, 8 de maio de 2011
Suprema Diva
Se somente Deus é TUDO, então minha mãe é o MÁXIMO”
Ela já sabia o que eu nunca saberia – que um dia iria nascer. Desde lá virei refém da completa incapacidade de ser grato como deveria. Suas dores embalaram meu sorriso, e suas lágrimas fortaleceram meu caráter. Nunca fiz por merecer, e ela jamais fez pra se engrandecer – pois quem é grande expressa no serviço sua verdadeira grandeza. De repente, vejo em meu umbigo o lembrete inapagável de que fomos ligados pra sempre. E sinto na consciência o grito do dever – ainda não cumprido – de homenagear aquela que ultrapassa qualquer palavra existente no mundo dos mortais.
Ser mãe. Isto é unção divina compartilhando uma fração do poder Criador com o ventre de uma criatura. É revesti-la de força protetora superando limites inimagináveis. Elas superam o absurdo e resistem ao insuportável. Suas contrações são prelúdios de outra vida recebendo um amor capaz de sacrificá-la pra viver. Por tudo isso, a maternidade é um portal projetando suas escolhidas às dimensões impensáveis – é um oráculo sagrado cuja reverência de um beijo grato vale mais que qualquer bajulação.
Sempre amei a minha mãe. Mas foi agora, virando pai, que me surpreendi pra valer com meu papel de filho. Recebemos tudo pra deixá-las, muitas vezes, sem nada. Arrancamos seu sono, lambuzamos suas mãos, e das fraldas trocadas às canções de ninar crescemos sem dar conta do quanto pesamos sobre aquele colo de aço. Se não fossem estas heroínas aquietando nossos pesadelos, esmoreceríamos perante inimigos infalíveis como: o medo da solidão, a inaptidão pra alimentação e a assombração dos Bichos Papões. Ah, se não fossem elas, nunca seriam eles – muito menos eu.
Por isso, descolaram estas estrelas lá do Céu trazendo-as à Terra pra nortear a humanidade. São elas: as super-mães desfilando de avental como supremas divas. Tornarei ainda mais memorável: se somente Deus é TUDO, então minha mãe é o MÁXIMO. Porque nada se sobrepõe ao que ela fez por mim. Além disso, agora como pai-coruja, não existe boa ação minha capaz de equiparar ao exemplo dado por minha esposa pra minha filha. Fico estupefato fanatizando estas rainhas. E com estas duas mães pajeando minha vida torno-me o filho e marido mais feliz do mundo.
Que tal pensar em maneiras alternativas de valorizar aquelas que sempre merecerão mais?
Fale enquanto ela escuta. Mórbido ou não, coroas de flores jamais serão vistas, nem percebidas por quem foi honrado com elas. Não procrastine aquilo que pode aliviar seu peso de consciência por “nunca ter falado a ela”. Diga enquanto pode ser ouvido. Sua mãe merece escutar um pouco daquilo que lhe disse tanto. Não deixe pro ano que vem, é tempo demais pra brincar com o futuro.
Agradeça mais do que presenteie. Comprar um presente caro depende do tamanho do bolso, dizer um sincero “Muito Obrigado!” quebra o orgulho próprio em mil pedaços. E é isso que elas sonham ouvir. Nunca vi mãe no mundo mais interessada no embrulho do que no abraço. O reconhecimento puro é muito mais precioso do que a ostentação sofisticada. Afinal, quem deu banho na gente não vai exigir um banho de loja (só se for segunda opção!)…
Perdoe – e ponto final. Não existe pessoa na Via Láctea que não mereça, no mínimo, um alento de perdão. Isso não significa viver juntos novamente ou esquecer tudo de repente, ou até mesmo fingir que nunca aconteceu. Se você faz parte desta minoria cuja maternidade nunca foi lá seu grande exemplo, pelo menos liberte-se da raiva e alce voo nas asas da misericórdia. Seja nobre o bastante pra reconhecer os nove meses que lhe suportaram e deixe a justiça nas mãos de Quem é infalível: Deus, não você!
Fique atento em dar atenção. Eu sei que “ninguém faz por mal ser desatento com quem a gente ama”. E por isso mesmo é preciso ligar o despertador da alma acionando a consciência pra tirar o piloto do automático! Mãe, se a gente não “força lembrar” a gente esquece – especialmente depois do Dia das Mães. Porque é um amor tão estável e acolhedor que, injustamente, só nos lembramos quando estamos no fundo do poço ou na poça de lágrimas do “tarde demais”. Pra quê ser assim? Force-se a inventar momentos ímpares, leve-a pra passear, viaje pra curtir, minimize suas manias e maximize sua companhia. Você verá que nesta amizade existe um amor ainda maior.
Ligue mais vezes – é simples mesmo! Por incrível que pareça, a coisa mais fácil de fazer é a que menos fazemos, né? Tenho me policiado pra usar o telefone ligando pra ela mais do que tenho ligado pra pedir pizza. Tem filho que fica dizendo “vou ligar!” e só liga se for pra pedir dinheiro ou reclamar da nora dela. Pára com isso! Um telefonemazinho faz uma incrível diferença! Aproveite enquanto dá – enquanto ela ainda sabe apertar o botão certo pra lhe atender. Tudo passa, não se esqueça…
Lembrar ressuscita. Infelizmente, do lado de cá do Céu, não podemos trazer de volta aqueles cuja morte estraçalhou um coração de saudade. No entanto, eu acredito que relembrar as coisas boas reascende dentro da gente o mais importante de todos os sentimentos depois do amor: a esperança. Creia que um dia tudo vai mudar – e se re-criar graças a Deus! O sono da morte é apenas uma momentânea pausa entre dois movimentos da mesma sinfonia. E este segundo trecho, que breve virá, será eternamente lindo, perfeito e familiar.
Finalmente, olhando a minha Suprema Diva, sou levado pra longe com dois sentimentos: o do crédito e do débito. Serei eternamente devedor vendo o tempo implacável passar sobre aquela que um dia me pariu pra surgir na linha do tempo. Minha rainha-mãe permanece assustadoramente nobre, a despeito dos traços visíveis que só a experiência pode coroar. Eu daria tudo pra tê-la jovem de outrora com meus olhos adultos de agora. Por isso devo. Porque eu me fortalecia à medida que ela se enfraquecia. Se hoje sou alguém é porque ela se renunciou como ninguém. E agora, ao vê-la por debaixo de meus ombros, sinto um aperto mudo da garganta ao coração percebendo o quanto ela deu de si pensando unicamente em mim. Ah, se pudesse eu voltaria lá atrás… Desceria no escorregador novamente aproveitando melhor seus braços lá embaixo, pularia em sua cama imortalizando na memória a delícia de cada gargalhada, e curtiria os singelos passeios em que me sentia seguro olhando de baixo pra cima suas mãos me segurando. Mundo ilógico, não? Quando valorizamos os amores complexos da vida por entre nossos dedos, eles se esvaem restando-nos compensar em pouco tempo o muito de gratidão.
E o crédito? É minha única carta-na-manga – mais pra uma rosa dentro do blaizer junto ao peito: fazer deste Dia das Mães meu momento de todas as eras. Pra dizer junto a seu ouvido, ou sentir junto à sua lembrança, o quanto a amo de maneira única e inexplicável. Pois, pra falar a verdade, mãe a gente nunca vai entender em sua plenitude – apenas aceitar este presente do Céu e, no máximo, expressar:
Obrigado, mãe, você me fez existir!
Fonte: Novo Tempo
Ela já sabia o que eu nunca saberia – que um dia iria nascer. Desde lá virei refém da completa incapacidade de ser grato como deveria. Suas dores embalaram meu sorriso, e suas lágrimas fortaleceram meu caráter. Nunca fiz por merecer, e ela jamais fez pra se engrandecer – pois quem é grande expressa no serviço sua verdadeira grandeza. De repente, vejo em meu umbigo o lembrete inapagável de que fomos ligados pra sempre. E sinto na consciência o grito do dever – ainda não cumprido – de homenagear aquela que ultrapassa qualquer palavra existente no mundo dos mortais.
Ser mãe. Isto é unção divina compartilhando uma fração do poder Criador com o ventre de uma criatura. É revesti-la de força protetora superando limites inimagináveis. Elas superam o absurdo e resistem ao insuportável. Suas contrações são prelúdios de outra vida recebendo um amor capaz de sacrificá-la pra viver. Por tudo isso, a maternidade é um portal projetando suas escolhidas às dimensões impensáveis – é um oráculo sagrado cuja reverência de um beijo grato vale mais que qualquer bajulação.
Sempre amei a minha mãe. Mas foi agora, virando pai, que me surpreendi pra valer com meu papel de filho. Recebemos tudo pra deixá-las, muitas vezes, sem nada. Arrancamos seu sono, lambuzamos suas mãos, e das fraldas trocadas às canções de ninar crescemos sem dar conta do quanto pesamos sobre aquele colo de aço. Se não fossem estas heroínas aquietando nossos pesadelos, esmoreceríamos perante inimigos infalíveis como: o medo da solidão, a inaptidão pra alimentação e a assombração dos Bichos Papões. Ah, se não fossem elas, nunca seriam eles – muito menos eu.
Por isso, descolaram estas estrelas lá do Céu trazendo-as à Terra pra nortear a humanidade. São elas: as super-mães desfilando de avental como supremas divas. Tornarei ainda mais memorável: se somente Deus é TUDO, então minha mãe é o MÁXIMO. Porque nada se sobrepõe ao que ela fez por mim. Além disso, agora como pai-coruja, não existe boa ação minha capaz de equiparar ao exemplo dado por minha esposa pra minha filha. Fico estupefato fanatizando estas rainhas. E com estas duas mães pajeando minha vida torno-me o filho e marido mais feliz do mundo.
Que tal pensar em maneiras alternativas de valorizar aquelas que sempre merecerão mais?
Fale enquanto ela escuta. Mórbido ou não, coroas de flores jamais serão vistas, nem percebidas por quem foi honrado com elas. Não procrastine aquilo que pode aliviar seu peso de consciência por “nunca ter falado a ela”. Diga enquanto pode ser ouvido. Sua mãe merece escutar um pouco daquilo que lhe disse tanto. Não deixe pro ano que vem, é tempo demais pra brincar com o futuro.
Agradeça mais do que presenteie. Comprar um presente caro depende do tamanho do bolso, dizer um sincero “Muito Obrigado!” quebra o orgulho próprio em mil pedaços. E é isso que elas sonham ouvir. Nunca vi mãe no mundo mais interessada no embrulho do que no abraço. O reconhecimento puro é muito mais precioso do que a ostentação sofisticada. Afinal, quem deu banho na gente não vai exigir um banho de loja (só se for segunda opção!)…
Perdoe – e ponto final. Não existe pessoa na Via Láctea que não mereça, no mínimo, um alento de perdão. Isso não significa viver juntos novamente ou esquecer tudo de repente, ou até mesmo fingir que nunca aconteceu. Se você faz parte desta minoria cuja maternidade nunca foi lá seu grande exemplo, pelo menos liberte-se da raiva e alce voo nas asas da misericórdia. Seja nobre o bastante pra reconhecer os nove meses que lhe suportaram e deixe a justiça nas mãos de Quem é infalível: Deus, não você!
Fique atento em dar atenção. Eu sei que “ninguém faz por mal ser desatento com quem a gente ama”. E por isso mesmo é preciso ligar o despertador da alma acionando a consciência pra tirar o piloto do automático! Mãe, se a gente não “força lembrar” a gente esquece – especialmente depois do Dia das Mães. Porque é um amor tão estável e acolhedor que, injustamente, só nos lembramos quando estamos no fundo do poço ou na poça de lágrimas do “tarde demais”. Pra quê ser assim? Force-se a inventar momentos ímpares, leve-a pra passear, viaje pra curtir, minimize suas manias e maximize sua companhia. Você verá que nesta amizade existe um amor ainda maior.
Ligue mais vezes – é simples mesmo! Por incrível que pareça, a coisa mais fácil de fazer é a que menos fazemos, né? Tenho me policiado pra usar o telefone ligando pra ela mais do que tenho ligado pra pedir pizza. Tem filho que fica dizendo “vou ligar!” e só liga se for pra pedir dinheiro ou reclamar da nora dela. Pára com isso! Um telefonemazinho faz uma incrível diferença! Aproveite enquanto dá – enquanto ela ainda sabe apertar o botão certo pra lhe atender. Tudo passa, não se esqueça…
Lembrar ressuscita. Infelizmente, do lado de cá do Céu, não podemos trazer de volta aqueles cuja morte estraçalhou um coração de saudade. No entanto, eu acredito que relembrar as coisas boas reascende dentro da gente o mais importante de todos os sentimentos depois do amor: a esperança. Creia que um dia tudo vai mudar – e se re-criar graças a Deus! O sono da morte é apenas uma momentânea pausa entre dois movimentos da mesma sinfonia. E este segundo trecho, que breve virá, será eternamente lindo, perfeito e familiar.
Finalmente, olhando a minha Suprema Diva, sou levado pra longe com dois sentimentos: o do crédito e do débito. Serei eternamente devedor vendo o tempo implacável passar sobre aquela que um dia me pariu pra surgir na linha do tempo. Minha rainha-mãe permanece assustadoramente nobre, a despeito dos traços visíveis que só a experiência pode coroar. Eu daria tudo pra tê-la jovem de outrora com meus olhos adultos de agora. Por isso devo. Porque eu me fortalecia à medida que ela se enfraquecia. Se hoje sou alguém é porque ela se renunciou como ninguém. E agora, ao vê-la por debaixo de meus ombros, sinto um aperto mudo da garganta ao coração percebendo o quanto ela deu de si pensando unicamente em mim. Ah, se pudesse eu voltaria lá atrás… Desceria no escorregador novamente aproveitando melhor seus braços lá embaixo, pularia em sua cama imortalizando na memória a delícia de cada gargalhada, e curtiria os singelos passeios em que me sentia seguro olhando de baixo pra cima suas mãos me segurando. Mundo ilógico, não? Quando valorizamos os amores complexos da vida por entre nossos dedos, eles se esvaem restando-nos compensar em pouco tempo o muito de gratidão.
E o crédito? É minha única carta-na-manga – mais pra uma rosa dentro do blaizer junto ao peito: fazer deste Dia das Mães meu momento de todas as eras. Pra dizer junto a seu ouvido, ou sentir junto à sua lembrança, o quanto a amo de maneira única e inexplicável. Pois, pra falar a verdade, mãe a gente nunca vai entender em sua plenitude – apenas aceitar este presente do Céu e, no máximo, expressar:
Obrigado, mãe, você me fez existir!
Fonte: Novo Tempo
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