Se somente Deus é TUDO, então minha mãe é o MÁXIMO”
Ela já sabia o que eu nunca saberia – que um dia iria nascer. Desde lá virei refém da completa incapacidade de ser grato como deveria. Suas dores embalaram meu sorriso, e suas lágrimas fortaleceram meu caráter. Nunca fiz por merecer, e ela jamais fez pra se engrandecer – pois quem é grande expressa no serviço sua verdadeira grandeza. De repente, vejo em meu umbigo o lembrete inapagável de que fomos ligados pra sempre. E sinto na consciência o grito do dever – ainda não cumprido – de homenagear aquela que ultrapassa qualquer palavra existente no mundo dos mortais.
Ser mãe. Isto é unção divina compartilhando uma fração do poder Criador com o ventre de uma criatura. É revesti-la de força protetora superando limites inimagináveis. Elas superam o absurdo e resistem ao insuportável. Suas contrações são prelúdios de outra vida recebendo um amor capaz de sacrificá-la pra viver. Por tudo isso, a maternidade é um portal projetando suas escolhidas às dimensões impensáveis – é um oráculo sagrado cuja reverência de um beijo grato vale mais que qualquer bajulação.
Sempre amei a minha mãe. Mas foi agora, virando pai, que me surpreendi pra valer com meu papel de filho. Recebemos tudo pra deixá-las, muitas vezes, sem nada. Arrancamos seu sono, lambuzamos suas mãos, e das fraldas trocadas às canções de ninar crescemos sem dar conta do quanto pesamos sobre aquele colo de aço. Se não fossem estas heroínas aquietando nossos pesadelos, esmoreceríamos perante inimigos infalíveis como: o medo da solidão, a inaptidão pra alimentação e a assombração dos Bichos Papões. Ah, se não fossem elas, nunca seriam eles – muito menos eu.
Por isso, descolaram estas estrelas lá do Céu trazendo-as à Terra pra nortear a humanidade. São elas: as super-mães desfilando de avental como supremas divas. Tornarei ainda mais memorável: se somente Deus é TUDO, então minha mãe é o MÁXIMO. Porque nada se sobrepõe ao que ela fez por mim. Além disso, agora como pai-coruja, não existe boa ação minha capaz de equiparar ao exemplo dado por minha esposa pra minha filha. Fico estupefato fanatizando estas rainhas. E com estas duas mães pajeando minha vida torno-me o filho e marido mais feliz do mundo.
Que tal pensar em maneiras alternativas de valorizar aquelas que sempre merecerão mais?
Fale enquanto ela escuta. Mórbido ou não, coroas de flores jamais serão vistas, nem percebidas por quem foi honrado com elas. Não procrastine aquilo que pode aliviar seu peso de consciência por “nunca ter falado a ela”. Diga enquanto pode ser ouvido. Sua mãe merece escutar um pouco daquilo que lhe disse tanto. Não deixe pro ano que vem, é tempo demais pra brincar com o futuro.
Agradeça mais do que presenteie. Comprar um presente caro depende do tamanho do bolso, dizer um sincero “Muito Obrigado!” quebra o orgulho próprio em mil pedaços. E é isso que elas sonham ouvir. Nunca vi mãe no mundo mais interessada no embrulho do que no abraço. O reconhecimento puro é muito mais precioso do que a ostentação sofisticada. Afinal, quem deu banho na gente não vai exigir um banho de loja (só se for segunda opção!)…
Perdoe – e ponto final. Não existe pessoa na Via Láctea que não mereça, no mínimo, um alento de perdão. Isso não significa viver juntos novamente ou esquecer tudo de repente, ou até mesmo fingir que nunca aconteceu. Se você faz parte desta minoria cuja maternidade nunca foi lá seu grande exemplo, pelo menos liberte-se da raiva e alce voo nas asas da misericórdia. Seja nobre o bastante pra reconhecer os nove meses que lhe suportaram e deixe a justiça nas mãos de Quem é infalível: Deus, não você!
Fique atento em dar atenção. Eu sei que “ninguém faz por mal ser desatento com quem a gente ama”. E por isso mesmo é preciso ligar o despertador da alma acionando a consciência pra tirar o piloto do automático! Mãe, se a gente não “força lembrar” a gente esquece – especialmente depois do Dia das Mães. Porque é um amor tão estável e acolhedor que, injustamente, só nos lembramos quando estamos no fundo do poço ou na poça de lágrimas do “tarde demais”. Pra quê ser assim? Force-se a inventar momentos ímpares, leve-a pra passear, viaje pra curtir, minimize suas manias e maximize sua companhia. Você verá que nesta amizade existe um amor ainda maior.
Ligue mais vezes – é simples mesmo! Por incrível que pareça, a coisa mais fácil de fazer é a que menos fazemos, né? Tenho me policiado pra usar o telefone ligando pra ela mais do que tenho ligado pra pedir pizza. Tem filho que fica dizendo “vou ligar!” e só liga se for pra pedir dinheiro ou reclamar da nora dela. Pára com isso! Um telefonemazinho faz uma incrível diferença! Aproveite enquanto dá – enquanto ela ainda sabe apertar o botão certo pra lhe atender. Tudo passa, não se esqueça…
Lembrar ressuscita. Infelizmente, do lado de cá do Céu, não podemos trazer de volta aqueles cuja morte estraçalhou um coração de saudade. No entanto, eu acredito que relembrar as coisas boas reascende dentro da gente o mais importante de todos os sentimentos depois do amor: a esperança. Creia que um dia tudo vai mudar – e se re-criar graças a Deus! O sono da morte é apenas uma momentânea pausa entre dois movimentos da mesma sinfonia. E este segundo trecho, que breve virá, será eternamente lindo, perfeito e familiar.
Finalmente, olhando a minha Suprema Diva, sou levado pra longe com dois sentimentos: o do crédito e do débito. Serei eternamente devedor vendo o tempo implacável passar sobre aquela que um dia me pariu pra surgir na linha do tempo. Minha rainha-mãe permanece assustadoramente nobre, a despeito dos traços visíveis que só a experiência pode coroar. Eu daria tudo pra tê-la jovem de outrora com meus olhos adultos de agora. Por isso devo. Porque eu me fortalecia à medida que ela se enfraquecia. Se hoje sou alguém é porque ela se renunciou como ninguém. E agora, ao vê-la por debaixo de meus ombros, sinto um aperto mudo da garganta ao coração percebendo o quanto ela deu de si pensando unicamente em mim. Ah, se pudesse eu voltaria lá atrás… Desceria no escorregador novamente aproveitando melhor seus braços lá embaixo, pularia em sua cama imortalizando na memória a delícia de cada gargalhada, e curtiria os singelos passeios em que me sentia seguro olhando de baixo pra cima suas mãos me segurando. Mundo ilógico, não? Quando valorizamos os amores complexos da vida por entre nossos dedos, eles se esvaem restando-nos compensar em pouco tempo o muito de gratidão.
E o crédito? É minha única carta-na-manga – mais pra uma rosa dentro do blaizer junto ao peito: fazer deste Dia das Mães meu momento de todas as eras. Pra dizer junto a seu ouvido, ou sentir junto à sua lembrança, o quanto a amo de maneira única e inexplicável. Pois, pra falar a verdade, mãe a gente nunca vai entender em sua plenitude – apenas aceitar este presente do Céu e, no máximo, expressar:
Obrigado, mãe, você me fez existir!
Fonte: Novo Tempo
domingo, 8 de maio de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Adventistas promovem domingo da Esperança
Belém, PA...[ASN] As Igrejas Adventistas na região Baixo Amazonas não cansam de levar esperança. Foi por isso que no dia do trabalhador, primeiro de Maio, as Igrejas Adventistas do Distrito de Curuçá-Pa, juntamente com a Organização Não-Governamental “Pra Vida”, promoveu uma grande ação social na cidade.
A Ação Domingo da Esperanç” foi realizada na Praça Central de Curuçá atendendo cerca de 800 pessoas com o apoio médico do Hospital Adventista de Belém. A comunidade também recebeu atendimento odontológico, jurídico, além de outros serviços como emissão de documentos, corte de cabelo e cadastramento de medula óssea. Durante a ação, as pessoas atendidas receberam o livro missionário “Ainda Existe Esperança” e foram convidadas para assistir o programa evangelístico da tarde que teve a presença de líderes da igreja Adventista na região norte.
Na ocasião, pastor Leonino Santiago, pastor geral da União Norte falou as pessoas sobre a importância de conhecer a verdadeira esperança. O Programa encerrou com o batismo de 44 pessoas que estudaram a Bíblia durante o evangelismo da Semana Santa. Realizado em todo distrito, o evangelismo envolveu 30 pontos de pregação nos municípios de Curuçá, Terra Alta, Marapanim, São João da Ponta e Nova Esperança do Piriá. Durante o mês de abril 100 pessoas foram batizadas como resultado do trabalho da campanha, das duplas missionárias e dos pequenos grupos da região.
Segundo Pastor Rômullo Cavalcante, pastor do distrito “o resultado dessa ação foi bastante positivo: nosso alvo era servir a comunidade e alcançar pessoas com a mensagem de esperança. Podemos dizer que nesse domingo a comunidade de Curuçá foi alimentada física e espiritualmente”, disse. [Equipe ASN, Alínic Teles]
Fonte: Portal Adventista
A Ação Domingo da Esperanç” foi realizada na Praça Central de Curuçá atendendo cerca de 800 pessoas com o apoio médico do Hospital Adventista de Belém. A comunidade também recebeu atendimento odontológico, jurídico, além de outros serviços como emissão de documentos, corte de cabelo e cadastramento de medula óssea. Durante a ação, as pessoas atendidas receberam o livro missionário “Ainda Existe Esperança” e foram convidadas para assistir o programa evangelístico da tarde que teve a presença de líderes da igreja Adventista na região norte.
Na ocasião, pastor Leonino Santiago, pastor geral da União Norte falou as pessoas sobre a importância de conhecer a verdadeira esperança. O Programa encerrou com o batismo de 44 pessoas que estudaram a Bíblia durante o evangelismo da Semana Santa. Realizado em todo distrito, o evangelismo envolveu 30 pontos de pregação nos municípios de Curuçá, Terra Alta, Marapanim, São João da Ponta e Nova Esperança do Piriá. Durante o mês de abril 100 pessoas foram batizadas como resultado do trabalho da campanha, das duplas missionárias e dos pequenos grupos da região.
Segundo Pastor Rômullo Cavalcante, pastor do distrito “o resultado dessa ação foi bastante positivo: nosso alvo era servir a comunidade e alcançar pessoas com a mensagem de esperança. Podemos dizer que nesse domingo a comunidade de Curuçá foi alimentada física e espiritualmente”, disse. [Equipe ASN, Alínic Teles]
Fonte: Portal Adventista
Clubes da região Baixo Amazonas comemoram dia Mundial dos Desbravadores
Belém, PA...[ASN] No Dia Mundial do Desbravador, 30 de abril, os 275 clubes de Desbravadores da Associação Baixo Amazonas realizaram uma programação especial em suas igrejas. O Clube de Desbravadores da Igreja do Coqueiro realizou uma programação mostrando o valor de um verdadeiro desbravador. O Clube J.U.C.A. (Jovens Unidos Com Amor) foi representado na plataforma da Igreja conduzindo o culto da manhã de sábado acompanhados pelo pastor Aquino Bastos, líder do Ministério Jovem na União Norte Brasileira, que levou a mensagem da Palavra de Deus para os membros.
Durante o sermão, pastor Aquino ressaltou a importância do Clube de Desbravadores: “O Clube de Desbravadores é uma agremiação que nasceu no coração de Deus. Ao longo desses 61 anos de existência (mundialmente), o Clube tem sido o cartão postal da Igreja e tem alcançado seu grande objetivo que é salvar do pecado e guiar no serviço”, falou.
Na ocasião, os juvenis puseram em exposição os troféus e prêmios que receberam nos eventos e acampamentos que já participaram. O diretor do Clube, Domingos Silva, recebeu seu prêmio das mãos do pastor Aquino em reconhecimento ao trabalho realizado. Mostrando seu orgulho de estar neste grupo, Domingos disse estar muito feliz pelo prêmio recebido: “Ter sido lembrado no Dia Mundial do Desbravador é motivo de alegria, uma realização para mim”. O diretor conta que foi o fundador do Clube J.U.C.A há 23 anos atrás e, desde então, jamais se desligou dele. No final do sermão, Aquino Bastos fez um apelo aos pais dos desbravadores para que se comprometam em apoiar mais os filhos e cada um deles recebeu uma insígnia como agradecimento e incentivo. [Equipe ASN, Thais Silva]
Fonte: Portal Adventista
Durante o sermão, pastor Aquino ressaltou a importância do Clube de Desbravadores: “O Clube de Desbravadores é uma agremiação que nasceu no coração de Deus. Ao longo desses 61 anos de existência (mundialmente), o Clube tem sido o cartão postal da Igreja e tem alcançado seu grande objetivo que é salvar do pecado e guiar no serviço”, falou.
Na ocasião, os juvenis puseram em exposição os troféus e prêmios que receberam nos eventos e acampamentos que já participaram. O diretor do Clube, Domingos Silva, recebeu seu prêmio das mãos do pastor Aquino em reconhecimento ao trabalho realizado. Mostrando seu orgulho de estar neste grupo, Domingos disse estar muito feliz pelo prêmio recebido: “Ter sido lembrado no Dia Mundial do Desbravador é motivo de alegria, uma realização para mim”. O diretor conta que foi o fundador do Clube J.U.C.A há 23 anos atrás e, desde então, jamais se desligou dele. No final do sermão, Aquino Bastos fez um apelo aos pais dos desbravadores para que se comprometam em apoiar mais os filhos e cada um deles recebeu uma insígnia como agradecimento e incentivo. [Equipe ASN, Thais Silva]
Fonte: Portal Adventista
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Origem da Páscoa
Encontrei este texto nos meus arquivos, e não sei quem é o autor. Mas creio que vale a pena publicá-lo, para refletirmos um pouquinho sobre a origem da páscoa, como ela foi instituída e sobre outras páscoas que não são cristãs. Boa leitura.
Páscoa
DEFINIÇÃO: Festa religiosa, em que os judeus comemoram sua saída do Egito, sob o comando de Moisés. Festa religiosa, em que os cristãos comemoram a ressurreição de Cristo, seu fundador. Ambas definições estão juntas no “Dicionário Cultural da Língua Portuguesa” da Editora Brasiliense S/A sob a coordenação geral de Faissal El-khatib. A palavra Páscoa vem da palavra hebráica “pesach” e do grego “pascha” que significam “passagem”. Podem ter diversos significados tais como: passagem da morte para a vida – passagem de Deus para nos salvar – passagem da escravidão para a liberdade, enfim, a passagem pela qual o homem que se encontra neste mundo, passa para um novo céu e uma nova terra.
HISTÓRIA E INSTITUIÇÃO DA PÁSCOA
Israel ainda era apenas um povo escravizado no Egito, quando Moisés foi enviado por Deus, para libertar Seu povo. O Faraó, obviamente não quis perder o braço escravo e não permitiu a saída dos israelitas. Ocorreu então o derramamento das pragas, mas, contudo Faraó não deixou que os israelitas se fossem. O juízo de que o Egito fora em primeiro lugar advertido, deveria ser o último a ser mandado. Deus é longânimo e cheio de misericórdia.
Tem terno cuidado pelos seres formados à Sua imagem. Se a perda das suas colheitas, rebanhos e gado, houvesse levado o Egito ao arrependimento, os filhos não teriam sido atingidos; mas a nação obstinadamente resistiu à ordem divina, e agora o golpe final estava prestes a ser desferido. A Moisés tinha sido proibido, sob pena de morte, aparecer outra vez à presença de Faraó; mas uma última mensagem da parte de Deus deveria ser proferida ao rebelde rei, e novamente Moisés veio perante ele, com o terrível anúncio: “Assim o Senhor tem dito: À meia-noite Eu sairei pelo meio do Egito; e todo o primogênito na terra do Egito morrerá, desde o primogênito de Faraó, que se assenta com ele sobre o seu trono, até o primogênito da serva que está detrás da mó, e todo o primogênito dos animais”. Êx. 11:4 e 5.
Antes da execução desta sentença, o Senhor por meio de Moisés deu instruções aos filhos de Israel relativas à partida do Egito, e especialmente para a sua preservação no juízo por vir. Cada família, sozinha ou ligada com outras, deveria matar um cordeiro ou cabrito “sem mácula”, e com um molho de hissopo espargir seu sangue “em ambas as ombreiras, e na verga da porta” da casa, para que o anjo destruidor, vindo à meia-noite, não entrasse naquela habitação. Deviam comer a carne, assada, com pão asmo e ervas amargosas, à noite, conforme disse Moisés, com “os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a Páscoa do Senhor”. Êx. 12:1-28.
O Senhor declarou: “Passarei pela terra do Egito esta noite, e ferirei todo o primogênito na terra do Egito, desde os homens até aos animais; e sobre todos os deuses do Egito farei juízos. … E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo Eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando Eu ferir a terra do Egito.” Em comemoração a este grande livramento, uma festa devia ser observada anualmente pelo povo de Israel, em todas as gerações futuras. “Este dia vos será por memória, e celebrá-lo-eis por festa ao Senhor; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo”.
Ao observarem esta festa nos anos futuros, deviam repetir aos filhos a história deste grande livramento, conforme lhes ordenou Moisés: “Direis: Este é o sacrifício da Páscoa do Senhor, que passou as casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu aos egípcios, e livrou as nossas casas.” A PÁSCOA CRISTÃ A páscoa devia ser tanto comemorativa como típica, apontando não somente para o livramento do Egito, mas, no futuro, para o maior livramento que Cristo cumpriria libertando Seu povo do cativeiro do pecado. O cordeiro sacrifical representa o “Cordeiro de Deus”, em quem se acha nossa única esperança de salvação. Diz o apóstolo: “Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.” I Cor. 5:7. Não bastava que o cordeiro pascal fosse morto, seu sangue devia ser aspergido nas ombreiras; assim os méritos do sangue de Cristo devem ser aplicados à alma. Devemos crer que Ele morreu não somente pelo mundo, mas que morreu por nós individualmente.
Devemos tomar para o nosso proveito a virtude do sacrifício expiatório.
O hissopo empregado na aspersão do sangue era símbolo da purificação, assim sendo usado na purificação da lepra e dos que se achavam contaminados pelo contato com cadáveres. Na oração do salmista vê-se também a sua significação: “Purifica-me com hissopo, e ficarei puro; lava-me, e ficarei mais alvo do que a neve”. Sal. 51:7.
O cordeiro devia ser preparado em seu todo, não lhe sendo quebrado nenhum osso; assim, osso algum seria quebrado do Cordeiro de Deus, que por nós devia morrer. Êxo. 12:46; João 19:36. Assim também representava-se a inteireza do sacrifício de Cristo.
A carne devia ser comida. Não basta mesmo que creiamos em Cristo para o perdão dos pecados; devemos pela fé estar recebendo constantemente força e nutrição espiritual dEle, mediante Sua Palavra. Disse Cristo: “Se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o Seu sangue, não tereis vida em vós mesmos. Quem come a Minha carne e bebe o Meu sangue, tem a vida eterna”. E para explicar o que queria dizer, ajuntou: “As palavras que Eu vos disse são espírito e vida”. João 6:53, 54 e 63.
O cordeiro devia ser comido com ervas amargosas, indicando isto a amargura do cativeiro egípcio. Assim, quando nos alimentamos de Cristo, deve ser com contrição de coração, por causa de nossos pecados. O uso dos pães asmos (sem fermento) era também significativo. Era expressamente estipulado na lei da Páscoa, e de maneira igualmente estrita observado pelos judeus, em seu costume, que fermento algum se encontrasse em suas casas durante a festa. De modo semelhante, o fermento do pecado devia ser afastado de todos os que recebessem vida e nutrição de Cristo. Assim Paulo escreve à igreja dos coríntios: “Alimpai-vos, pois do fermento velho, para que sejais uma nova massa. … Porque Cristo, nossa Páscoa, foi sacrificado por nós. Pelo que façamos festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os asmos da sinceridade e da verdade.” I Cor. 5:7 e 8.
Antes de obterem liberdade, os escravos deviam mostrar fé no grande livramento prestes a realizar-se. O sinal de sangue devia ser posto em suas casas, e deviam, com as famílias, separar-se dos egípcios e reunir-se dentro de suas próprias habitações. Houvessem os israelitas desrespeitado em qualquer particular as instruções a eles dadas, houvessem negligenciado separar seus filhos dos egípcios, houvessem morto o cordeiro mas deixado de aspergir o sangue nas ombreiras, ou tivesse alguém saído de casa, e não teriam estado livres de perigo. Poderiam honestamente ter crido haver feito tudo quanto era necessário, mas não os teria salvo a sua sinceridade. Todos os que deixassem de atender às instruções do Senhor, perderiam o primogênito pela mão do destruidor.
Pela obediência, o povo devia dar prova de fé. Assim, todos os que esperam ser salvos pelos méritos do sangue de Cristo, devem compenetrar-se de que eles próprios têm algo a fazer para conseguir a salvação. Conquanto seja apenas Cristo que nos pode remir da pena da transgressão, devemos desviar-nos do pecado para a obediência. O homem deve ser salvo pela fé, e não pelas obras; contudo, a fé deve mostrar-se pelas obras. Deus deu Seu Filho para morrer como propiciação pelo pecado, Ele manifestou a luz da verdade, o caminho da vida, Ele concedeu oportunidades, ordenanças e privilégios; e agora o homem deve cooperar com esses instrumentos de salvação; deve apreciar e usar os auxílios que Deus proveu – crer e obedecer a todas as reivindicações divinas. Com vemos Jesus foi identificado com o cordeiro da “páscoa judaica”, que a exemplo daquele, foi morto para que os que cressem nÊle, não morressem. Na verdade, Jesus é a nossa Páscoa.
A INSTITUIÇÃO DA PÁSCOA CRISTÃ
Em Mateus 26:17 em diante, é narrada a celebração da última páscoa em que Jesus participou com Seus discípulos e a partir do verso 26 está a instituição da páscoa pelo Senhor Jesus, oferecendo sua vida, simbolicamente representada pelo pão, sua carne, e pelo vinho, seu sangue, que Ele derramaria no calvário, por muitos, para remissão dos pecados. A páscoa cristã, em verdade, é celebrada no coração de cada cristão, que oferece a Deus sua própria vida, salva pelo Cordeiro Divino, que tem em si mesmo, vida eterna, podendo assim, ser o cordeiro de toda família humana que o aceite como tal.
AS “OUTRAS” PÁSCOAS.
Até agora, embora aparentemente eu tenha me referido a duas páscoas, a páscoa cristã e judaica são a mesma, instituída pelo mesmo Deus, com a mesma finalidade. A diferença é que a judaica prefigura a cristã, onde o cordeiro é substituído pelo próprio “Cordeiro de Deus”, Seu Filho, Jesus. Entretanto, o mundo tem criado suas próprias “páscoas”. Assim, temos a “páscoa” dos coelhos, a “páscoa” dos ovos de chocolates, que nada lembram a salvação da qual Deus nos tem feito dignos. Desviam nossas crianças do verdadeiro sentido da páscoa, não os deixando ver que estão perdidos, necessitados de alguém que os substitua na morte. Há apenas a alegre festa dos chocolates, onde tudo parece estar muito bem, ninguém com pecados a resgatar, ninguém necessitado de um Salvador, mas apenas aguardando uma festa totalmente distanciada do verdadeiro cristianismo.
Na Páscoa Judaica, eles devem estar vestidos como quem está pronto para viajar, conscientes de que não estão em sua terra, mas partem em busca de uma nova pátria, a terra prometida. Na Páscoa Cristã, quando temos recebido Jesus, como nosso cordeiro pascal, temos que estar conscientes de que também somos peregrinos, apenas de passagem por esta terra, e aguardamos novos céus e nova terra (Apocalipse 21:1) e (II Pedro 3:13).
Como citei no começo, não sei quem é o autor do texto acima. Se você sabe quem é, pode mencionar aqui no comentário que então passarei a referenciar a fonte. De qualquer forma, fica aí, uma boa reflexão que, creio eu, nos ajudará em como nos posicionarmo diante da comemoração que se aproxima em nosso calendário.
Um abraço,
Pr. Valdeci Júnior
Fonte:Novo Tempo
Páscoa
DEFINIÇÃO: Festa religiosa, em que os judeus comemoram sua saída do Egito, sob o comando de Moisés. Festa religiosa, em que os cristãos comemoram a ressurreição de Cristo, seu fundador. Ambas definições estão juntas no “Dicionário Cultural da Língua Portuguesa” da Editora Brasiliense S/A sob a coordenação geral de Faissal El-khatib. A palavra Páscoa vem da palavra hebráica “pesach” e do grego “pascha” que significam “passagem”. Podem ter diversos significados tais como: passagem da morte para a vida – passagem de Deus para nos salvar – passagem da escravidão para a liberdade, enfim, a passagem pela qual o homem que se encontra neste mundo, passa para um novo céu e uma nova terra.
HISTÓRIA E INSTITUIÇÃO DA PÁSCOA
Israel ainda era apenas um povo escravizado no Egito, quando Moisés foi enviado por Deus, para libertar Seu povo. O Faraó, obviamente não quis perder o braço escravo e não permitiu a saída dos israelitas. Ocorreu então o derramamento das pragas, mas, contudo Faraó não deixou que os israelitas se fossem. O juízo de que o Egito fora em primeiro lugar advertido, deveria ser o último a ser mandado. Deus é longânimo e cheio de misericórdia.
Tem terno cuidado pelos seres formados à Sua imagem. Se a perda das suas colheitas, rebanhos e gado, houvesse levado o Egito ao arrependimento, os filhos não teriam sido atingidos; mas a nação obstinadamente resistiu à ordem divina, e agora o golpe final estava prestes a ser desferido. A Moisés tinha sido proibido, sob pena de morte, aparecer outra vez à presença de Faraó; mas uma última mensagem da parte de Deus deveria ser proferida ao rebelde rei, e novamente Moisés veio perante ele, com o terrível anúncio: “Assim o Senhor tem dito: À meia-noite Eu sairei pelo meio do Egito; e todo o primogênito na terra do Egito morrerá, desde o primogênito de Faraó, que se assenta com ele sobre o seu trono, até o primogênito da serva que está detrás da mó, e todo o primogênito dos animais”. Êx. 11:4 e 5.
Antes da execução desta sentença, o Senhor por meio de Moisés deu instruções aos filhos de Israel relativas à partida do Egito, e especialmente para a sua preservação no juízo por vir. Cada família, sozinha ou ligada com outras, deveria matar um cordeiro ou cabrito “sem mácula”, e com um molho de hissopo espargir seu sangue “em ambas as ombreiras, e na verga da porta” da casa, para que o anjo destruidor, vindo à meia-noite, não entrasse naquela habitação. Deviam comer a carne, assada, com pão asmo e ervas amargosas, à noite, conforme disse Moisés, com “os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a Páscoa do Senhor”. Êx. 12:1-28.
O Senhor declarou: “Passarei pela terra do Egito esta noite, e ferirei todo o primogênito na terra do Egito, desde os homens até aos animais; e sobre todos os deuses do Egito farei juízos. … E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo Eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando Eu ferir a terra do Egito.” Em comemoração a este grande livramento, uma festa devia ser observada anualmente pelo povo de Israel, em todas as gerações futuras. “Este dia vos será por memória, e celebrá-lo-eis por festa ao Senhor; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo”.
Ao observarem esta festa nos anos futuros, deviam repetir aos filhos a história deste grande livramento, conforme lhes ordenou Moisés: “Direis: Este é o sacrifício da Páscoa do Senhor, que passou as casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu aos egípcios, e livrou as nossas casas.” A PÁSCOA CRISTÃ A páscoa devia ser tanto comemorativa como típica, apontando não somente para o livramento do Egito, mas, no futuro, para o maior livramento que Cristo cumpriria libertando Seu povo do cativeiro do pecado. O cordeiro sacrifical representa o “Cordeiro de Deus”, em quem se acha nossa única esperança de salvação. Diz o apóstolo: “Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.” I Cor. 5:7. Não bastava que o cordeiro pascal fosse morto, seu sangue devia ser aspergido nas ombreiras; assim os méritos do sangue de Cristo devem ser aplicados à alma. Devemos crer que Ele morreu não somente pelo mundo, mas que morreu por nós individualmente.
Devemos tomar para o nosso proveito a virtude do sacrifício expiatório.
O hissopo empregado na aspersão do sangue era símbolo da purificação, assim sendo usado na purificação da lepra e dos que se achavam contaminados pelo contato com cadáveres. Na oração do salmista vê-se também a sua significação: “Purifica-me com hissopo, e ficarei puro; lava-me, e ficarei mais alvo do que a neve”. Sal. 51:7.
O cordeiro devia ser preparado em seu todo, não lhe sendo quebrado nenhum osso; assim, osso algum seria quebrado do Cordeiro de Deus, que por nós devia morrer. Êxo. 12:46; João 19:36. Assim também representava-se a inteireza do sacrifício de Cristo.
A carne devia ser comida. Não basta mesmo que creiamos em Cristo para o perdão dos pecados; devemos pela fé estar recebendo constantemente força e nutrição espiritual dEle, mediante Sua Palavra. Disse Cristo: “Se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o Seu sangue, não tereis vida em vós mesmos. Quem come a Minha carne e bebe o Meu sangue, tem a vida eterna”. E para explicar o que queria dizer, ajuntou: “As palavras que Eu vos disse são espírito e vida”. João 6:53, 54 e 63.
O cordeiro devia ser comido com ervas amargosas, indicando isto a amargura do cativeiro egípcio. Assim, quando nos alimentamos de Cristo, deve ser com contrição de coração, por causa de nossos pecados. O uso dos pães asmos (sem fermento) era também significativo. Era expressamente estipulado na lei da Páscoa, e de maneira igualmente estrita observado pelos judeus, em seu costume, que fermento algum se encontrasse em suas casas durante a festa. De modo semelhante, o fermento do pecado devia ser afastado de todos os que recebessem vida e nutrição de Cristo. Assim Paulo escreve à igreja dos coríntios: “Alimpai-vos, pois do fermento velho, para que sejais uma nova massa. … Porque Cristo, nossa Páscoa, foi sacrificado por nós. Pelo que façamos festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os asmos da sinceridade e da verdade.” I Cor. 5:7 e 8.
Antes de obterem liberdade, os escravos deviam mostrar fé no grande livramento prestes a realizar-se. O sinal de sangue devia ser posto em suas casas, e deviam, com as famílias, separar-se dos egípcios e reunir-se dentro de suas próprias habitações. Houvessem os israelitas desrespeitado em qualquer particular as instruções a eles dadas, houvessem negligenciado separar seus filhos dos egípcios, houvessem morto o cordeiro mas deixado de aspergir o sangue nas ombreiras, ou tivesse alguém saído de casa, e não teriam estado livres de perigo. Poderiam honestamente ter crido haver feito tudo quanto era necessário, mas não os teria salvo a sua sinceridade. Todos os que deixassem de atender às instruções do Senhor, perderiam o primogênito pela mão do destruidor.
Pela obediência, o povo devia dar prova de fé. Assim, todos os que esperam ser salvos pelos méritos do sangue de Cristo, devem compenetrar-se de que eles próprios têm algo a fazer para conseguir a salvação. Conquanto seja apenas Cristo que nos pode remir da pena da transgressão, devemos desviar-nos do pecado para a obediência. O homem deve ser salvo pela fé, e não pelas obras; contudo, a fé deve mostrar-se pelas obras. Deus deu Seu Filho para morrer como propiciação pelo pecado, Ele manifestou a luz da verdade, o caminho da vida, Ele concedeu oportunidades, ordenanças e privilégios; e agora o homem deve cooperar com esses instrumentos de salvação; deve apreciar e usar os auxílios que Deus proveu – crer e obedecer a todas as reivindicações divinas. Com vemos Jesus foi identificado com o cordeiro da “páscoa judaica”, que a exemplo daquele, foi morto para que os que cressem nÊle, não morressem. Na verdade, Jesus é a nossa Páscoa.
A INSTITUIÇÃO DA PÁSCOA CRISTÃ
Em Mateus 26:17 em diante, é narrada a celebração da última páscoa em que Jesus participou com Seus discípulos e a partir do verso 26 está a instituição da páscoa pelo Senhor Jesus, oferecendo sua vida, simbolicamente representada pelo pão, sua carne, e pelo vinho, seu sangue, que Ele derramaria no calvário, por muitos, para remissão dos pecados. A páscoa cristã, em verdade, é celebrada no coração de cada cristão, que oferece a Deus sua própria vida, salva pelo Cordeiro Divino, que tem em si mesmo, vida eterna, podendo assim, ser o cordeiro de toda família humana que o aceite como tal.
AS “OUTRAS” PÁSCOAS.
Até agora, embora aparentemente eu tenha me referido a duas páscoas, a páscoa cristã e judaica são a mesma, instituída pelo mesmo Deus, com a mesma finalidade. A diferença é que a judaica prefigura a cristã, onde o cordeiro é substituído pelo próprio “Cordeiro de Deus”, Seu Filho, Jesus. Entretanto, o mundo tem criado suas próprias “páscoas”. Assim, temos a “páscoa” dos coelhos, a “páscoa” dos ovos de chocolates, que nada lembram a salvação da qual Deus nos tem feito dignos. Desviam nossas crianças do verdadeiro sentido da páscoa, não os deixando ver que estão perdidos, necessitados de alguém que os substitua na morte. Há apenas a alegre festa dos chocolates, onde tudo parece estar muito bem, ninguém com pecados a resgatar, ninguém necessitado de um Salvador, mas apenas aguardando uma festa totalmente distanciada do verdadeiro cristianismo.
Na Páscoa Judaica, eles devem estar vestidos como quem está pronto para viajar, conscientes de que não estão em sua terra, mas partem em busca de uma nova pátria, a terra prometida. Na Páscoa Cristã, quando temos recebido Jesus, como nosso cordeiro pascal, temos que estar conscientes de que também somos peregrinos, apenas de passagem por esta terra, e aguardamos novos céus e nova terra (Apocalipse 21:1) e (II Pedro 3:13).
Como citei no começo, não sei quem é o autor do texto acima. Se você sabe quem é, pode mencionar aqui no comentário que então passarei a referenciar a fonte. De qualquer forma, fica aí, uma boa reflexão que, creio eu, nos ajudará em como nos posicionarmo diante da comemoração que se aproxima em nosso calendário.
Um abraço,
Pr. Valdeci Júnior
Fonte:Novo Tempo
Principal telejornal brasileiro exibe reportagem sobre projeto Vida por Vidas
Rio de Janeiro, RJ … [ASN] Reportagem no Jornal Nacional, um dos principais telejornais brasileiros da TV Globo, apresentou reportagem de pouco mais de dois minutos de duração sobre o projeto Vida por Vidas, de estímulo à doação de sangue e medula óssea. A iniciativa da reportagem partiu da própria Globo que desejava mostrar em todo o Brasil a iniciativa dos jovens adventistas do sétimo dia.
Na reportagem, foi apresentada a história de um casal que, logo após o seu próprio casamento, resolveu fazer parte de uma ação do Vida por Vidas no Rio Grande do Sul e doou sangue. A reportagem está em destaque no site do programa e continua repercutindo em outros veículos da emissora brasileira.
Nesta segunda-feira, dia 18 de abril, às 10 horas, no Hemocentro de Brasília, acontece o lançamento sul-americano do Projeto Vida por Vidas. Após as solenidades de lançamento, que contará com as presenças da liderança do projeto, dezenas de voluntários do Vida por Vidas realizarão, neste dia, a doação de sangue.
Os números mostram que o incentivo às doações tem surtido efeito. Em 2010, por influência do projeto Vida por Vidas, 33.750 pessoas doaram sangue no Brasil. A ação ultrapassou as fronteiras e, em países como Argentina, Bolívia, Chile, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai, o número de doadores influenciados pela ação foi de 22.420 no ano passado. O projeto é realizado desde 2006. O desafio, no entanto, é claro se forem analisados os dados gerais de doação. A doação de medula óssea também avança. Dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) mostram que, em 2010, foram cadastrados 1 milhão e mais de 800 mil doadores contra 1 milhão e 370 mil registrados em 2009. Acesse o site oficial do projeto www.vidaporvidas.com.br. [Equipe ASN, Felipe Lemos]
Veja o video:
Na reportagem, foi apresentada a história de um casal que, logo após o seu próprio casamento, resolveu fazer parte de uma ação do Vida por Vidas no Rio Grande do Sul e doou sangue. A reportagem está em destaque no site do programa e continua repercutindo em outros veículos da emissora brasileira.
Nesta segunda-feira, dia 18 de abril, às 10 horas, no Hemocentro de Brasília, acontece o lançamento sul-americano do Projeto Vida por Vidas. Após as solenidades de lançamento, que contará com as presenças da liderança do projeto, dezenas de voluntários do Vida por Vidas realizarão, neste dia, a doação de sangue.
Os números mostram que o incentivo às doações tem surtido efeito. Em 2010, por influência do projeto Vida por Vidas, 33.750 pessoas doaram sangue no Brasil. A ação ultrapassou as fronteiras e, em países como Argentina, Bolívia, Chile, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai, o número de doadores influenciados pela ação foi de 22.420 no ano passado. O projeto é realizado desde 2006. O desafio, no entanto, é claro se forem analisados os dados gerais de doação. A doação de medula óssea também avança. Dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) mostram que, em 2010, foram cadastrados 1 milhão e mais de 800 mil doadores contra 1 milhão e 370 mil registrados em 2009. Acesse o site oficial do projeto www.vidaporvidas.com.br. [Equipe ASN, Felipe Lemos]
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sábado, 9 de abril de 2011
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